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Biografia sobre o padre Joaquim Alves Brás foi apresentada no Seminário da Guarda

Evento juntou cerca de duzentas pessoas A apresentação do livro “Homem de Deus para a Humanidade – Padre Joaquim Alves Brás”, que decorreu no Domingo, 19 de Novembro, no Seminário da Guarda, juntou cerca de duzentas pessoas.
A cerimónia foi presidida pelo Bispo da Guarda, D. Manuel Felício e contou com a presença do autor da obra, Monsenhor Arnaldo Pinto Cardoso, Postulador da Causa de Beatificação do Padre Joaquim Alves Brás, bem como da representante da Aletheia Editores, Zita Seabra. “A presente biografia do Venerável, Servo de Deus, Padre Joaquim Alves Brás, insere-se no complexo dos trabalhos do processo de Beatificação, em curso, cuja elaboração comportou um confronto com toda a documentação e escritos disponíveis” referiu o autor na apresentação do livro. Arnaldo Pinto Cardoso acrescentou que “neste livro, o leitor confronta-se com um homem de Deus para a Humanidade, do qual os homens têm muito a aprender”. O aparecimento deste novo livro sobre o padre Joaquim Alves Brás foi justificado pelo facto de “as biografias anteriores estrem esgotadas” e por “o movimento da postulação estar interessado neste trabalho”. “Passado meio século sobre a morte do Servo de Deus Padre Joaquim Alves Brás e depois da declaração oficial da heroicidade das suas virtudes (15.03.2008), justifica-se uma nova biografia”, disse Arnaldo Pinto Cardoso. O trabalho desenvolvido pelo Postulador da Causa de Beatificação do Padre Joaquim Alves Brás contou com a colaboração das Cooperadoras Maria de Fátima Castanheira Baptista, Maria da Conceição Rodrigues Brites e Maria José Barreiros de Carvalho. Com o apoio do Centro de Cooperação Familiar, “o grupo de trabalho reuniu ao longo do ano de 2016/2017 para arrancar do esquecimento tantas coisas relativas ao Fundador e às suas Obras”. Arnaldo Pinto Cardoso disse que “com esta obra não falamos só do Servo de Deus Padre Joaquim Alves Brás, mas pomos o Servo de Deus a falar”. A escolha da Guarda, para a primeira apresentação do livro, foi justificada pelo facto de ter sido nesta cidade que o Padre Joaquim Alves Brás viveu grande parte da sua vida e onde começou as suas obras. D. Manuel Felício apontou o Padre Joaquim Alves Brás como “referência e modelo” de padre, e lembrou a coincidência do livro ser apresentado no final da Semana dos Seminários. Zita Seabra considerou que “a obra do padre Brás é uma obra notável que merece ser conhecida”. O livro de 582 páginas, com um portfólio sobre o Padre Joaquim Alves Brás, aparece por ocasião do centenário da entrada do padre Joaquim Alves Brás, no Seminário do Fundão, Diocese da Guarda. O Padre Joaquim Alves Brás fundou a Obra de Santa Zita, o Instituto Secular das Cooperadoras da Família e os Centros de Cooperação Familiar.

Diocese - Formação para Ministros Extraordinários da Comunhão

O Secretariado da Liturgia da Diocese da Guarda vai promover formação para Ministros Extraordinários da Comunhão na Covilhã, em Gouveia e Guarda.
A primeira formação será na Covilhã, no Centro Cultural, no dia 2 Dezembro, entre as 10.00 e as 16.00 horas. Esta actividade tem em vista a formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão. Em Janeiro de 2018, no dia 13 a formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão, será em Gouveia, na Casa Rainha do Mundo e no dia 27 na Guarda, no Seminário Maior. Para os dias 3 e 10 de Fevereiro, na Covilhã, está marcado um Curso para Novos Ministros Extraordinários da Comunhão.

Nota pastoral de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, no início do Advento de 2017

A alegria de sermos discípulos de Jesus - Recepção da assembleia diocesana Estamos a começar um novo ano litúrgico, com o início do Advento e a aproximação do Natal. Somos discípulos de Cristo e, por isso, queremos aprender com Ele e aprender sobretudo a segui-Lo na sua maneira de viver. Por isso, queremos viver este Advento e todo o Ano Litúrgico que ele inicia a aprofundar a nossa condição de discípulos, sempre á procura de caminhos novos para anun¬ciar a alegria do Evangelho no mundo de hoje.
Foi esta também a grande preocupação da nossa assembleia diocesana, que se realizou em três sessões, ao terminar o último ano pastoral. Agora é o tempo da recepção das suas proposições na vida dos nossos fiéis e comunidades de Fé. Por isso, queremos viver este Advento e todo o ano litúrgico que ele inicia em processo de recepção da mesma assembleia. Dela resultaram as 89 proposições que nos interpelam sobretudo nos seguintes pontos: 1 - As nossas comunidades cristãs têm de fazer profundas mudanças para viverem a sério a comunhão desejada por Cristo, para serem cada vez mais comunhão de ministérios ao serviço da comunhão dos fiéis e promoverem mais a cor¬responsabilidade sobretudo no que se refere à participação dos leigos, como recomenda o Concílio Vaticano II e o poste¬ri¬or Magistério da Igreja. 2 - A Palavra de Deus tem de estar cada vez mais no coração dos fiéis e das comunidades. Por isso, precisamos de continuar a promover a meditação e partilha da Palavra., sendo a “Lectio Divina” um bom método que vale a pena continuar a motivar nas comunidades. Por sua vez, a transmissão da Fé, nas famílias e na catequese, mas também por outros caminhos, incluindo a homilia do domingo, é outra frente e mesmo aquela que mais nos desa¬fia no momento actual. 3 - Temos de continuar a cuidar bem a celebração da Fé, a começar pela Eucaristia dominical, para que em todas as formas de celebração se espelhe aquela beleza que nos há-de conduzir ao encontro com Deus, pois, como é sa¬bido, o caminho da beleza é dos mais preferidos nos tem¬pos actuais para ajudar a fazer caminho até Deus. Preparando o Natal, queremos motivar-nos a nós mesmos e às nossas comunida¬des para percorrermos juntos o proces¬so de recepção das propostas que nos faz a nossa assembleia diocesana, ava¬liando em cada caso, e tendo em conta as cir¬cuns¬tâncias próprias de cada comunidade, quais são as que já cumprimos, as prioritárias, as que se podem executar a curto, médio e longo prazo ou se há mesmo algu¬ma que não tem cabimento na vida concreta de deter¬mi¬na¬da comunida¬de. Queremos tam¬bém verificar como é que o mé¬todo da caminhada sinodal que quisemos aplicar na preparação e realização da assem¬bleia diocesana há-de con¬ti¬nu¬ar a inspirar as nossas formas de trabalhar Pedimos a todas as nossas paróquias oração intensa pelas vo¬ca¬ções sacerdotais e também pela santificação dos nossos Padres. Todos somos de facto enviados em missão para dar cumpri¬mento aos resultados da nossa assembleia diocesana e que¬remos sentir-nos animados na esperança de que esta mesma assembleia faça progredir todas e cada uma das comunida¬des na vivência da Fé e no serviço às pessoas e à sociedade em geral. Que este Advento e o Natal que ele prepara a todos nos for¬ta¬leçam na esperança de chegarmos à desejada renovação pessoal e comunitária que a nossa Fé nos pede. Guarda, 24.11.2017 +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

2017 - Mensagem de Natal de D. Manuel Felício

O Natal de Jesus, Salvador Estamos no Natal. Natal é a celebração do nascimento de um Menino, Jesus Cristo, que veio para salvar.
Por isso, sendo Deus, assumiu a nossa condição de homens e mulheres, com todas as consequências de alegrias e esperanças, êxitos e fracassos, de sofrimento e de morte. Essa é a mensagem do Presépio de Belém, mensagem de simplicidade, de pobreza e mesmo de alguma rejeição, que impressiona e confunde, que interpela as gentes de todos os tempos, idades e condições. Ora, este gesto de Deus que sendo rico voluntariamente se faz pobre, sendo Senhor se faz pequenino e frágil para se tornar próximo de todos, sem excluir ninguém, é a grande interpelação dirigida aos poderes deste mundo. De facto, a lição do Presépio aponta os caminhos pelos quais se constrói o autêntico bem-estar das pessoas e a saudável vida comunitária, que constitui direito de todos. É realmente de vida comunitária que as pessoas precisam e promovê-la é a principal obrigação de todos os constituídos em autoridade. A autêntica vida comunitária procura realizar a proximidade de todos a todos e a cada um, pede reconhecimento das capacidades e também dificuldades de cada pessoa e que lhe sejam criadas as necessárias condições para que as capacidades se desenvolvam e se coloquem ao serviço do próprio e do bem comum e as dificuldades possam ser superadas. Ora, nós acabámos de viver a experiência coletiva dos incêndios de outubro último e de junho passado, que foi um verdadeiro teste à nossa vida comunitária , sobretudo à capacidade de resposta de pessoas e instituições em situações emergentes como estas. Morreram pessoas em número e circunstâncias sem paralelo com situações anteriores. Muitas outras ficaram privadas de bens de primeira necessidade, como a habitação, mas também recursos dos quais depende a sua subsistência diária, como animais, agricultura e floresta. Perante este quadro de tristeza, sofrimento e algum desespero, alegra-nos a resposta pronta de pessoas e instituições que apareceram no terreno para acolher desalojados e prover às necessidades imediatas sobretudo de vestuário e alimentação a quantos perderam tudo. Este é caminho para construir a vida comunitária que todos desejamos. Mas também vimos algum distanciamento dos poderes instituídos tentando responder com medidas gerais a situações muito díspares, que, por isso, precisavam de respostas diferentes. Dou um exemplo. Visitei, no dia imediato ao desastre dos incêndios, uma povoação com duas pessoas sepultadas nos escombros das suas casas consumidas pelo fogo e uma outra povoação vizinha onde morreu um casal que deixou duas crianças – uma de 2 anos e outro de 7. Ora, tratar por igual uma pessoa que vivia sozinha em sua casa, por sinal bem relacionada com os vizinhos, cujos filhos estão emigrados no estrangeiro e o casal também vítima do mesmo incêndio, que deixou dois filhos menores, dando-lhes a mesma importância em dinheiro, sejam 70 sejam 70 vezes 7, como se a vida em alguma circunstância pudesse ser transacionável por valores materiais, é, no mínimo, um contra-senso. Por sua vez, ao lado, vivia uma outra família que perdeu dois tratores, o seu ganha pão. Quem está mais habilitado para fazer a avaliação destas situações e dizer como podem ser devidamente resolvidas? A resposta só pode ser uma – pessoas e instituições que estão próximas e não o centralismo da administração pública, como aconteceu e está a acontecer. Compreendemos, é certo, que se dê atenção prioritária às empresas afetadas pelos incêndios, das quais depende o emprego de muita gente. Mas, em contrapartida, custa-nos a compreender que serviços estatais como os que operam na agropecuária e na floresta, continuem quase indiferentes aos dramas de muitas famílias que perderam tudo e agora ninguém lhes diz como fazer para poderem aproveitar o que restou dos incêndios e sobretudo reordenarem os seus territórios e programarem um futuro diferente. São horas como estas, queira Deus não voltem a repetir-se, que põem à prova a capacidade e operacionalidade dos serviços aos quais compete marcar presença, mas, na hora da verdade, não estiveram lá. E a tutela respetiva parece também resignada à fatalidade acontecida sem nada, ou pouco, fazer para propor os novos caminhos que o dramatismo das situações de facto impõe. O que se lhes pedia é que viessem para o terreno, colocar-se ao lado das pessoas, para as ajudar a salvar o que restou dos incêndios e a dar orientação sobre o futuro desejável para os nossos campos e as nossas florestas. O Menino de Belém veio para salvar, abrindo caminhos de esperança nas relações entre as pessoas e destas com a natureza, para conseguirmos chegar à sociedade nova por todos ambicionada, mas ainda não conseguida. A lição de Belém aí está e convida-nos para não desistir do esforço de procurar o que é mais importante, a saber: cuidar a boa relação de todos com todos para atingirmos patamares de vida comunitária verdadeiramente saudável. Guarda, 5.12.2017 +Manuel Rocha Felício, Bispo da Guarda

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2017 - Mensagem de Natal de D. Manuel Felício

O Natal de Jesus, Salvador Estamos no Natal. Natal é a celebração do nascimento de um Menino, Jesus Cristo, que veio para salvar. Por isso, sendo Deus, assumiu a nossa condição de homens e mulheres, com todas as consequências de alegrias e esperanças, êxitos e fracassos, de sofrimento e de morte.

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