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ASSEMBLEIA DIOCESANA - 2ª Sessão (20/05/2017)
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A Igreja Católica em Portugal vai viver a Semana de Oração pelas Vocações, este ano com propostas da Diocese de Bragança-Miranda, incluindo um vídeo com jovens. O guião nacional para

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Com data de 16 de Abril, D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, divulgou a seguinte mensagem para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações que se celebra este domingo, 22

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Semana de Oração pelas Vocações apresenta proposta de felicidade pela voz dos jovens

A Igreja Católica em Portugal vai viver a Semana de Oração pelas Vocações, este ano com propostas da Diocese de Bragança-Miranda, incluindo um vídeo com jovens.
O guião nacional para iniciativa inclui a mensagem do Papa Francisco, uma proposta de rosário vocacional e Lectio Divina, uma vigília de oração e catequeses para crianças e para jovens. O Secretariado da Pastoral Juvenil e Vocacional da Diocese de Bragança-Miranda chamou os jovens no hino “É Cristo que me chama a ser Feliz”, gravado em vídeo, bem como um conjunto de propostas para apoiar as comunidades, os grupos de catequese e de formação, nomeadamente nas celebrações. A semana de Oração pelas Vocações começa a 15 de Abril e termina Domingo, 22 de Abril.

Domingo do Bom Pastor – 22 de Abril - Mensagem de D. Manuel Felício para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações

Com data de 16 de Abril, D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, divulgou a seguinte mensagem para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações que se celebra este domingo, 22 de Abril:
“Celebramos no próximo domingo, o Domingo do Bom Pastor, o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, o que acontece pela 55ª vez. Para este ano, em que se realiza, no próximo mês de Outubro, o Sínodo sobre os jovens, a Fé e o discernimento vocacional, o Papa Francisco propõe as seguintes três atitudes para todos cultivarmos: escutar, discernir e viver o chamamento do Senhor. Sobre a atitude do escutar, lembra-nos o Papa Francisco que Deus vem de forma discreta, sem se impor à nossa liberdade. Daí a redobrada atenção que cada um deve dar aos sinais discretos desta presença de Deus, que sempre interpela cada um pessoalmente para percorrer o seu caminho próprio ou seja a sua vocação. Sobre a atitude do discernir, remete-nos para o que diz o documento preparatório do Sínodo, onde se afirma que o discernimento espiritual é um processo pelo qual cada pessoa, em diálogo com Deus e na escuta da voz do Espírito, realiza as suas opções fundamentais, a começar pela do estado de vida. Temos de reconhecer que o grande défice do percurso das pessoas em geral, a começar na idade juvenil, é a falta de ambientes e de disponibilidade pessoal , mas também de alguma ajuda externa para que esta caminhada de discernimento se faça. Parece que a vocação de cada pessoa é o que menos conta nos percursos de formação oferecidos na actualidade. Sobre o viver em resposta ao chamamento do Senhor, diz o Papa que essa é a grande urgência na vida de cada pessoa. Daí ser necessário que cada um assuma o risco de fazer escolhas, segundo a certeza de que viver é escolher. Por isso, quem escolhe bem vive bem, quem escolhe mal vive mal e quem não é capaz de assumir o risco da escolha ainda vive pior. Por isso o Papa continua a dizer-nos que a vocação não é algo do passado ou que se possa adiar indefinidamente para o futuro, mas de hoje. Sendo assim, cada um é chamado a ser testemunha do mesmo Senhor, quer na vida matrimonial, que no ministério ordenado, quer na vida de especial consagração Cumpre-nos criar as condições, nas famílias, nas comunidades paroquiais e outras, e também nos ambientes da vida em sociedade, para que o discernimento vocacional possa acontecer, na vida de cada um, a começar pelas idades iniciais”.

Casa de Saúde Bento Menni celebra Dia da Família Hospitaleira

No dia 24 de Abril, a Casa de Saúde Bento Menni, na Guarda, celebra o seu patrono e fundador da Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, S. Bento Menni.
O programa começa às 11.00 horas, no momento de acção de graças e de louvor com a celebração da Eucaristia. Depois do almoço convívio de colaboradores, voluntários e irmãs segue-se o “Ringue da Hospitalidade” (14.30 horas). Uma dinâmica que envolve equipas de colaboradores na defesa dos valores institucionais. Neste 1º ringue encontram-se a ética-em-toda-a-actuação e acolhimento-libertador. As actividades terminam às 18.00 horas, com a presentação do caderno de poesia – “Um Silêncio cheio de Rosas”, da autoria de Maria de Lurdes Ribeiro, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

Póvoa do Concelho - Trancoso - Homenagem ao Padre João Miguel de Barros

O Padre João Miguel de Barros foi homenageado, a título póstumo, pelos paroquianos de Póvoa do Concelho, Feital e Vale de Mouro, no último domingo, 15 de Abril.
“Foi um dia verdadeiramente emotivo e perpassou o sentimento de que a homenagem a este grande homem e sacerdote já deveria ter acontecido”, disse o actual pároco destas paróquias, Carlos Manuel Helena. E acrescentou: “O tempo não conseguiu apagar as boas memórias de tantas pessoas que sentiram o cuidado e a proximidade deste sacerdote”. As paróquias de Póvoa do Concelho, Feital e Vale de Mouro, “passados 51 anos após a sua inesperada morte, quiseram manifestar o seu tributo à sua vida e obra que ainda permanece na memória de todos os que conviveram com ele”. O Padre João Miguel de Barros nasceu em 1909, na freguesia de Pousafoles, concelho do Sabugal. Aos 14 anos entrou no Seminário Menor do Espírito Santo, em Viana do Castelo. Foi ordenado sacerdote no dia 7 de Setembro de 1935. Seguiu, nesse mesmo ano, para as Missões de Angola, onde foi colocado pelos Superiores da Congregação na Missão Católica de Malange, na qual permaneceu em missão de serviço, dedicado à evangelização até 1940. Em 1941, enfrenta novo desafio missionário na Missão Católica dos Bângalas, próximo de Malange, na qualidade de professor, acumulando com o cargo de Superior da instituição e sede do Seminário com o mesmo nome. Em 1943 vem à Metrópole em gozo de período de férias e não regressou à Missão dos Bângalas, por motivo de saúde de um familiar próximo. Em 11 de Abril de 1944 foi nomeado para as paróquias de Feital, Vale de Mouro e Póvoa do Concelho. Nestes lugares do concelho de Trancoso o padre João Miguel de Barros lançou mãos à obra nas seguintes áreas de acção: Dinamização da liturgia; coordenação da catequese nos diferentes grupos etários; planeamento e ensino da disciplina de Religião e Moral Católica nas Escolas Primárias; intervenção na pastoral dos doentes; promoção das Irmandades; apoio à família; preparação de jovens casais para o casamento; estímulo na constituição do grupo coral; organização de excursões a Fátima; administração, manutenção e conservação dos bens patrimoniais da igreja. No âmbito social destacou-se na aplicação do Programa Alimentar da Cáritas Americana nas paróquias; na prestação de serviço gratuito às pessoas nos cuidados primários de saúde; na introdução de hábitos de higiene; na ampliação de intervenção no auxílio aos lavradores no campo sanitário dos animais domésticos. Morreu com 57 anos, no dia 3 de Abril 1967. Foi enterrado no cemitério de Pousafoles do Bispo.

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ASSEMBLEIA DIOCESANA - 2ª Sessão (20/05/2017)
Evangelizar para ser… pessoa e comunidade Proposições I – Primazia da Palavra de Deus Na fidelidade ao mandato de Jesus: “Ide e ensinai todos os povos” (Mt 28, 19), quer a nossa Igreja diocesana encontrar novos dinamismos de evangelização, capazes de fazer chegar a Palavra da salvação às pessoas e aos ambientes. Com esse objetivo, se propõe: 1. Cuidar mais a formação bíblica, mediante a organização de grupos dedicados à leitura e estudo da Sagrada Escritura, nas paróquias e a nível interparoquial; 2. Organizar pequenas assembleias familiares (4 a 5 famílias) onde se aprenda a fazer leitura e meditação da Bíblia; 3. Promover a realização de semanas bíblicas, nas paróquias maiores e também a níveis mais alargados, como seja o Arciprestado ou a Zona pastoral. II – Etapas da formação cristã Reconhecemos que a formação cristã precisa de ser contínua e aperfeiçoada ao longo de todas as etapas da vida, com metodologias diferenciadas. Para tanto, propomo-nos: 4. Promover formas adaptadas a todos os que pelo Batismo fazemos parte da família diocesana, com modalidades de formação cristã dirigidas especificamente às várias idades; 5. Incrementar com urgência a formação cristã de adultos, pois ela “É a principal forma de catequese, porque se dirige a pessoas que têm as maiores responsabilidades e capacidades para viverem a mensagem cristã” (C T 43). III – Modalidades da formação cristã A formação cristã, para ser responsável e sólida, implica o recurso à diversificação das estratégias pastorais. Por isso, propomos-nos: 6. Valorizar os movimentos laicais, visto serem os espaços onde é dada uma formação mais aprofundada e contínua; 7. Criar grupos de estudo e de busca de aplicação dos documentos do Magistério da Igreja, da Doutrina social da Igreja, e outros; 8. Promover momentos de reflexão, a nível arciprestal, como: retiros, jornadas, assembleias, encontros de espiritualidade, formando para a compaixão como princípio concreto de ação; 9. Promover novas formas de evangelização, com metodologias mais participativas, como sejam evangelização de rua, encenações de Natal, presépio vivo, Via Sacra, etc.; 10. Promover diversas situações de diálogo de natureza religiosa, política, económica, social e cultural, incluindo o diálogo inter-religioso. IV – A Homilia e sua preparação Constata-se que a homilia é, para a maioria dos cristãos, a única ocasião de formação doutrinal, capaz de influir na sua vida pessoal. Em consequência, se propõe que: 11. As homilias sejam preparadas cuidadosamente, introduzindo a prática de solicitar para o efeito a intervenção de leigos; 12. Se recorra a uma linguagem simples e clara, adequada aos ouvintes, e que transmita alegria; 13. Se crie espaço para a partilha da palavra, tornando as celebrações menos apressadas, mais participadas e festivas, mesmo que para isso seja preciso reduzir o seu número. V – A Catequese e sua renovação Os documentos da Igreja sobre a catequese preconizam a sua renovação contínua, nos seus métodos, na adaptação da linguagem e na utilização dos novos meios para a transmissão da mensagem (cf CT 17). Com esse objetivo, propomo-nos: 14. Proporcionar aos catequistas uma formação adequada; 15. Rever o percurso catequético, tornando-o mais adequado aos níveis etários das crianças/adolescentes/jovens; formação periódica dos pais dos que frequentam a catequese; organizar reuniões de preparação/formação dos pais cujos filhos vão receber os Sacramentos; 16. Preparar um documento quinzenal ou mensal, com questões sobre a catequese para que as crianças/adolescentes/jovens levem para casa, para ser analisado em contexto familiar. VI – A evangelização dos jovens Vem sendo motivo de preocupação crescente a ausência dos jovens nas celebrações da comunidade cristã. É por isso urgente uma séria reflexão, na qual eles intervenham ativamente, acerca deste problema eclesial. Com vista a isso, se propõe: 17. Organizar encontros de jovens, onde seja possível refletir sobre a sua situação religiosa, as suas aspirações, incluindo o discernimento vocacional; 18. Estimular o voluntariado juvenil e a sua integração na vida da paróquia, incentivando a participação em grupos de acólitos, de leitores, grupos corais, grupos de ação sócio-caritativa, etc.; 19. Valorizar os movimentos de formação da juventude, como o escutismo, os grupos de ação missionária, e outros. VII - A evangelização da família A atenção dada à família ao mais alto nível da Igreja, traduzida nos documentos que o Magistério nos ofereceu ultimamente, requer de nós um novo esforço para levarmos à prática as novas orientações neste domínio. Para tanto, propomo-nos: 20. Criar serviços paroquiais de acolhimento, que permitam a integração das famílias na organização de celebrações especiais, convívio e comunhão entre os membros da comunidade cristã; 21. Criar equipas arciprestais, pluridisciplinares, com o objetivo de identificar situações de carência existentes em famílias das nossas comunidades, promovendo práticas sócio-caritativas; 22. Propiciar a integração, formação e enriquecimento espiritual, e promover ações de formação para as famílias sobre nutrição, economia doméstica, cuidados de saúde, educação dos filhos, numa melhor articulação com os diferentes organismos já existentes na comunidade (Cáritas, Conferências Vicentinas, Banco Alimentar, etc.) VIII – Os casais novos Tendo os casais novos uma especial necessidade de acompanhamento pastoral, dadas as dificuldades e os problemas que naturalmente surgem nos primeiros anos de vida matrimonial, propomo-nos: 23. Cuidar melhor a preparação dos jovens para o matrimónio (entendendo-o como verdadeira vocação cristã), nas fases de namoro, noivado e na celebração do casamento; 24. Promover a integração de casais jovens na vivência da vida cristã da comunidade, podendo ser acompanhados por casais mais velhos na sua formação laical para intervirem, qualificadamente, nas diversas situações eclesiais e da vida social; 25. Dar atenção particularizada aos casais nas situações de especial alegria familiar, como são o nascimento dos filhos, o acolhimento para tratar do seu Batismo, a sua entrada na catequese, etc. 26. Procurar a sua inserção nos movimentos familiares cristãos (equipas de Nª Senhora, associações familiares, etc). IX – A evangelização e a comunicação social Enquadrando-nos no espírito do Concílio Vaticano II, segundo o qual os meios de comunicação social “contribuem eficazmente para unir e cultivar os espíritos e propagar e afirmar o reino de Deus” (IM 2), propõe-se que: 27. Sejam utilizados os meios da comunicação social ao serviço da evangelização, com recurso às estações de rádio locais, jornais, internet, sites, redes sociais, etc; 28. Seja reformulado o Serviço diocesano de comunicação; 29. Se crie um serviço on line para que, quem não possa assistir à Eucaristia, a possa visualizar através desta via. X – A evangelização e o compromisso com os pobres O sinal de que chegou o tempo messiânico da salvação é assim identificado: “… e aos pobres é anunciada a boa-nova” (Mt 11, 5). Para responder às várias formas de pobreza, quer material quer espiritual, e por reconhecer que a opção preferencial pelos pobres é uma autêntica “categoria teológica”, a nossa Igreja diocesana propõe-se: 30. Aperfeiçoar o funcionamento dos organismos específicos de cuidado dos pobres, como a Cáritas diocesana, alargada à Cáritas paroquial ou interparoquial, e desenvolvendo formas organizadas de solidariedade; 31. Criar equipas pluridisciplinares que façam o diagnóstico das situações de carência e estudem o modo de nelas intervir adequadamente. 32. Cuidar das várias formas de pobreza espiritual e cultural, recorrendo ao voluntariado especificamente dirigido a essas situações; 33. Prestar especial cuidado pastoral aos não praticantes e a todos os que se situam nas “periferias”. 8.5.2017 A Mesa da Assembleia Diocesana