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ASSEMBLEIA DIOCESANA - 2ª Sessão (20/05/2017)
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O Secretariado da Liturgia da Diocese da Guarda vai promover formação para Ministros Extraordinários da Comunhão na Covilhã, em Gouveia e Guarda. A primeira formação será na Covilhã, no Centro Cultural,

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O Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses divulgou o programa de actividades que vai realizar ao longo do ano de 2018, na Diocese da Guarda. A primeira iniciativa

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A assembleia diocesana, que se encontra agora em processo de recepção nas comunidades da nossa Diocese, aponta-nos caminhos de mudança e de conversão. O tempo da Quaresma, que vamos iniciar, é

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Realiza-se, na próxima segunda-feira, dia 19 de Fevereiro, no Seminário da Guarda, a habitual recolecção do Clero, no início da Quaresma. O programa começa às 10.00 horas, com manhã de

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Diocese - Formação para Ministros Extraordinários da Comunhão

O Secretariado da Liturgia da Diocese da Guarda vai promover formação para Ministros Extraordinários da Comunhão na Covilhã, em Gouveia e Guarda.
A primeira formação será na Covilhã, no Centro Cultural, no dia 2 Dezembro, entre as 10.00 e as 16.00 horas. Esta actividade tem em vista a formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão. Em Janeiro de 2018, no dia 13 a formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão, será em Gouveia, na Casa Rainha do Mundo e no dia 27 na Guarda, no Seminário Maior. Para os dias 3 e 10 de Fevereiro, na Covilhã, está marcado um Curso para Novos Ministros Extraordinários da Comunhão.

Diocese da Guarda - Actividades do Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses

O Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses divulgou o programa de actividades que vai realizar ao longo do ano de 2018, na Diocese da Guarda. A primeira iniciativa está anunciada para o dia 13 de Janeiro e será um Convívio com as Irmãs Carmelitas, no Carmelo da santíssima Trindade, na Guarda. O programa começa às 9.30 horas com a celebração da Missa no Carmelo. Segue-se o convívio com as Irmãs com partilha de cantares e de bens.
O Dia do Consagrado, 2 de Fevereiro, será assinalado com a celebração da Missa presidida pelo Bispo da Guarda, às 18.00 horas, na Sé Catedral da Guarda. Na altura haverá a celebração das Bodas de Vida Consagrada das consagradas da Diocese. Em Fevereiro, no dia 17, tem lugar o retiro de início da Quaresma, orientado pelo Padre José Miguel Barata Pereira, Reitor do Seminário Maior de Cristo Rei, Lisboa, Responsável pelo departamento de Pastoral Vocacional e do Diaconado Permanente, em Lisboa. O retiro vai decorrer no Seminário Maior da Imaculada Conceição, na Guarda. No dia 26 de Maio, haverá manhã de formação para consagrados e aberta a todo o Povo de Deus, sobre o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”, no âmbito do Sínodo dos Jovens em Roma, no mês de Outubro. Este trabalho, que decorre no Seminário Maior da Guarda será orientado pela Irmã Paula Jordão, Missionária Verbum Dei, Licenciada em Teologia e Mestre em Formadora por Salamanca e com uma larga experiência em Pastoral Juvenil. Haverá também um painel de testemunhos de jovens vocacionados.

A Quaresma - Apelo à conversão - Mensagem de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda

A assembleia diocesana, que se encontra agora em processo de recepção nas comunidades da nossa Diocese, aponta-nos caminhos de mudança e de conversão. O tempo da Quaresma, que vamos iniciar, é especialmente favorável para recordarmos os seus apelos e vermos como lhes havemos de responder na nossa vida e na vida das nossas comunidades.
Ora, na imposição das cinzas, gesto simbólico com que tradicio¬nalmente se inicia a Quaresma, vamos escutar palavras como estas: “Lembra-te homem que és pó e em pó te hás-de tornar” e também “Arrependei-vos e acreditai no Evangelho”. Se o primeiro apelo nos remete para o reconhecimento da nossa finitude e do carácter passageiro da vida no tempo, o segundo convida-nos a olhar o futuro com esperança. E é mesmo a esperança que queremos cuidar espe¬cial¬mente nesta Quaresma. Ela não se confunde com futilidades tais como a ilusão do dinheiro ou os falsos remédios para muitas desi-lusões, sejam elas drogas, lucros fáceis ou simplesmente a satisfação ilusória dos apetites imediatos. Convém aqui lembrar o que nos diz o papa Francisco, na sua men¬sagem para esta Quaresma, sobre a ganância do dinheiro, que apaga o amor, seguindo-se-lhe a recusa de Deus e com ela a recusa de quan¬tos se julga poderem ameaçar seguranças e bem estar, sejam elas o bebé, o idoso doente, com a tentação da eutanásia, o estran¬geiro, ou o próximo que, por qualquer motivo, pode ser considerado peso. A Quaresma propõe-nos um caminho de conversão e renovação que nos faz descolar de situações desordenadas como estas e avançar para atitudes novas apostadas sobretudo em promover a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar as pessoas. Para progredirmos nesse caminho de conversão, a sabedoria secular da Igreja adianta os remédios da oração, do jejum e da esmola. Sobre a oração, desejamos lembrar aqui o apelo do Papa Francisco para vivermos nos dias 9 e 10 de março (sexta e sábado), mais uma vez, a iniciativa “24 horas para o Senhor”. É bom que, na nossa Diocese, em cada arciprestado, haja pelo menos uma Igreja aberta durante estas 24 horas consecutivas para adoração e Sacramento da Reconciliação. A esmola fortalece sempre a experiência da comunhão que, como discípulos de Cristo, somos chamados a viver em Igreja. A renúncia quaresmal é boa oportunidade para cumprir esta recomendação. Pelo jejum não só partilhamos a experiência dos que não têm o necessário para matar a fome, mas sobretudo sentimos ao vivo que nem só de pão vive o homem. Ao longo da Quaresma, há dois dias de jejum obrigatórios recomen¬dados pela disciplina da Igreja: quarta-feira de cinzas e sexta-feira santa, em que celebramos a morte de Cristo. Este ano a nossa renúncia quaresmal tem duas finalidades. Uma delas é apoiar a construção de uma cantina escolar, na Guiné Bissau. Trata-se de uma missão católica, situada nos arredores de Bissau, com valências de hospital, leprosaria, escola e uma aldeia onde são recolhidos leprosos rejeitados pelas famílias. Esta construção está a ser feita pelo Instituto Social Cristão Pina Ferraz, instituição da nossa Diocese sediada em Penamacor, que também está a angariar os fundos necessários. A outra finalidade é ajudar famílias que foram afectadas pelos incêndios na área da nossa Diocese. Até agora foram ajudadas, através da Caritas Diocesana, 18 famílias que ficaram sem equipamentos agro-pecuários, incluindo estábulos, vedações, alfaias agrícolas e motores de rega. O apelo que oportunamente fizemos teve resposta muito generosa e pronta, que nos permitiu gastar nestas ajudas quarenta mil euros. Mas há ainda várias famílias à espera de serem ajudadas. Temos a certeza de que a melhor recompensa de tudo o que damos é mesmo a alegria de dar com generosidade. Guarda, 8.2.2018 +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

Recolecção do Clero no início da Quaresma - Diocese da Guarda

Realiza-se, na próxima segunda-feira, dia 19 de Fevereiro, no Seminário da Guarda, a habitual recolecção do Clero, no início da Quaresma. O programa começa às 10.00 horas, com manhã de oração e celebração da reconciliação.
Continua depois de almoço, com uma conferência sobre o tema: “A Quaresma: um percurso de renovação pessoal e comunitária, na companhia da Palavra de Deus”. Orienta esta recolecção quaresmal o Padre António Joaquim Rodrigues Magalhães, professor na Faculdade de Teologia de Braga e membro da Equipa Formadora do Seminário Maior Interdiocesano sediado em Braga. É sacerdote do Presbitério de Bragança, ordenado em 2009. Fará a meditação inicial e introdutória ao tempo de adoração durante a manhã, e à tarde, fará a reflexão. Os trabalhos terminam às 16.00 horas.

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ASSEMBLEIA DIOCESANA - 2ª Sessão (20/05/2017)
Evangelizar para ser… pessoa e comunidade Proposições I – Primazia da Palavra de Deus Na fidelidade ao mandato de Jesus: “Ide e ensinai todos os povos” (Mt 28, 19), quer a nossa Igreja diocesana encontrar novos dinamismos de evangelização, capazes de fazer chegar a Palavra da salvação às pessoas e aos ambientes. Com esse objetivo, se propõe: 1. Cuidar mais a formação bíblica, mediante a organização de grupos dedicados à leitura e estudo da Sagrada Escritura, nas paróquias e a nível interparoquial; 2. Organizar pequenas assembleias familiares (4 a 5 famílias) onde se aprenda a fazer leitura e meditação da Bíblia; 3. Promover a realização de semanas bíblicas, nas paróquias maiores e também a níveis mais alargados, como seja o Arciprestado ou a Zona pastoral. II – Etapas da formação cristã Reconhecemos que a formação cristã precisa de ser contínua e aperfeiçoada ao longo de todas as etapas da vida, com metodologias diferenciadas. Para tanto, propomo-nos: 4. Promover formas adaptadas a todos os que pelo Batismo fazemos parte da família diocesana, com modalidades de formação cristã dirigidas especificamente às várias idades; 5. Incrementar com urgência a formação cristã de adultos, pois ela “É a principal forma de catequese, porque se dirige a pessoas que têm as maiores responsabilidades e capacidades para viverem a mensagem cristã” (C T 43). III – Modalidades da formação cristã A formação cristã, para ser responsável e sólida, implica o recurso à diversificação das estratégias pastorais. Por isso, propomos-nos: 6. Valorizar os movimentos laicais, visto serem os espaços onde é dada uma formação mais aprofundada e contínua; 7. Criar grupos de estudo e de busca de aplicação dos documentos do Magistério da Igreja, da Doutrina social da Igreja, e outros; 8. Promover momentos de reflexão, a nível arciprestal, como: retiros, jornadas, assembleias, encontros de espiritualidade, formando para a compaixão como princípio concreto de ação; 9. Promover novas formas de evangelização, com metodologias mais participativas, como sejam evangelização de rua, encenações de Natal, presépio vivo, Via Sacra, etc.; 10. Promover diversas situações de diálogo de natureza religiosa, política, económica, social e cultural, incluindo o diálogo inter-religioso. IV – A Homilia e sua preparação Constata-se que a homilia é, para a maioria dos cristãos, a única ocasião de formação doutrinal, capaz de influir na sua vida pessoal. Em consequência, se propõe que: 11. As homilias sejam preparadas cuidadosamente, introduzindo a prática de solicitar para o efeito a intervenção de leigos; 12. Se recorra a uma linguagem simples e clara, adequada aos ouvintes, e que transmita alegria; 13. Se crie espaço para a partilha da palavra, tornando as celebrações menos apressadas, mais participadas e festivas, mesmo que para isso seja preciso reduzir o seu número. V – A Catequese e sua renovação Os documentos da Igreja sobre a catequese preconizam a sua renovação contínua, nos seus métodos, na adaptação da linguagem e na utilização dos novos meios para a transmissão da mensagem (cf CT 17). Com esse objetivo, propomo-nos: 14. Proporcionar aos catequistas uma formação adequada; 15. Rever o percurso catequético, tornando-o mais adequado aos níveis etários das crianças/adolescentes/jovens; formação periódica dos pais dos que frequentam a catequese; organizar reuniões de preparação/formação dos pais cujos filhos vão receber os Sacramentos; 16. Preparar um documento quinzenal ou mensal, com questões sobre a catequese para que as crianças/adolescentes/jovens levem para casa, para ser analisado em contexto familiar. VI – A evangelização dos jovens Vem sendo motivo de preocupação crescente a ausência dos jovens nas celebrações da comunidade cristã. É por isso urgente uma séria reflexão, na qual eles intervenham ativamente, acerca deste problema eclesial. Com vista a isso, se propõe: 17. Organizar encontros de jovens, onde seja possível refletir sobre a sua situação religiosa, as suas aspirações, incluindo o discernimento vocacional; 18. Estimular o voluntariado juvenil e a sua integração na vida da paróquia, incentivando a participação em grupos de acólitos, de leitores, grupos corais, grupos de ação sócio-caritativa, etc.; 19. Valorizar os movimentos de formação da juventude, como o escutismo, os grupos de ação missionária, e outros. VII - A evangelização da família A atenção dada à família ao mais alto nível da Igreja, traduzida nos documentos que o Magistério nos ofereceu ultimamente, requer de nós um novo esforço para levarmos à prática as novas orientações neste domínio. Para tanto, propomo-nos: 20. Criar serviços paroquiais de acolhimento, que permitam a integração das famílias na organização de celebrações especiais, convívio e comunhão entre os membros da comunidade cristã; 21. Criar equipas arciprestais, pluridisciplinares, com o objetivo de identificar situações de carência existentes em famílias das nossas comunidades, promovendo práticas sócio-caritativas; 22. Propiciar a integração, formação e enriquecimento espiritual, e promover ações de formação para as famílias sobre nutrição, economia doméstica, cuidados de saúde, educação dos filhos, numa melhor articulação com os diferentes organismos já existentes na comunidade (Cáritas, Conferências Vicentinas, Banco Alimentar, etc.) VIII – Os casais novos Tendo os casais novos uma especial necessidade de acompanhamento pastoral, dadas as dificuldades e os problemas que naturalmente surgem nos primeiros anos de vida matrimonial, propomo-nos: 23. Cuidar melhor a preparação dos jovens para o matrimónio (entendendo-o como verdadeira vocação cristã), nas fases de namoro, noivado e na celebração do casamento; 24. Promover a integração de casais jovens na vivência da vida cristã da comunidade, podendo ser acompanhados por casais mais velhos na sua formação laical para intervirem, qualificadamente, nas diversas situações eclesiais e da vida social; 25. Dar atenção particularizada aos casais nas situações de especial alegria familiar, como são o nascimento dos filhos, o acolhimento para tratar do seu Batismo, a sua entrada na catequese, etc. 26. Procurar a sua inserção nos movimentos familiares cristãos (equipas de Nª Senhora, associações familiares, etc). IX – A evangelização e a comunicação social Enquadrando-nos no espírito do Concílio Vaticano II, segundo o qual os meios de comunicação social “contribuem eficazmente para unir e cultivar os espíritos e propagar e afirmar o reino de Deus” (IM 2), propõe-se que: 27. Sejam utilizados os meios da comunicação social ao serviço da evangelização, com recurso às estações de rádio locais, jornais, internet, sites, redes sociais, etc; 28. Seja reformulado o Serviço diocesano de comunicação; 29. Se crie um serviço on line para que, quem não possa assistir à Eucaristia, a possa visualizar através desta via. X – A evangelização e o compromisso com os pobres O sinal de que chegou o tempo messiânico da salvação é assim identificado: “… e aos pobres é anunciada a boa-nova” (Mt 11, 5). Para responder às várias formas de pobreza, quer material quer espiritual, e por reconhecer que a opção preferencial pelos pobres é uma autêntica “categoria teológica”, a nossa Igreja diocesana propõe-se: 30. Aperfeiçoar o funcionamento dos organismos específicos de cuidado dos pobres, como a Cáritas diocesana, alargada à Cáritas paroquial ou interparoquial, e desenvolvendo formas organizadas de solidariedade; 31. Criar equipas pluridisciplinares que façam o diagnóstico das situações de carência e estudem o modo de nelas intervir adequadamente. 32. Cuidar das várias formas de pobreza espiritual e cultural, recorrendo ao voluntariado especificamente dirigido a essas situações; 33. Prestar especial cuidado pastoral aos não praticantes e a todos os que se situam nas “periferias”. 8.5.2017 A Mesa da Assembleia Diocesana