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ASSEMBLEIA DIOCESANA 3ª sessão (17/5/2017)
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Há 13 anos na Guarda O “NAS©ER”, Centro de Apoio à Vida da Cáritas Diocesana da Guarda, instituição que ao longo da sua existência tem feito uma caminhada positiva no apoio

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Centro de Apoio à Vida já acolheu mais de 80 mulheres em conjunto com as suas crianças

Há 13 anos na Guarda O “NAS©ER”, Centro de Apoio à Vida da Cáritas Diocesana da Guarda, instituição que ao longo da sua existência tem feito uma caminhada positiva no apoio à maternidade e à família, comemora hoje, 30 de Novembro, o 13º aniversário.
O “NAS©ER”, Centro de Apoio à Vida, cuja fundamentação tem por base a Portaria 446/2004, constituiu-se no âmbito do Acordo de Cooperação realizado entre a Cáritas Diocesana da Guarda, entidade promotora do projecto, e o Centro Distrital de Segurança Social da Guarda, assinado a 30 de Novembro de 2004. O Centro de Apoio à Vida surge como a concretização de um desejo há muito ansiado pelas pessoas da Cáritas Diocesana da Guarda, figuras inolvidáveis da instituição, que ao longo dos anos impulsionaram acções e projectos de apoio à maternidade, à mulher e à família. O “NAS©ER”, Centro de Apoio à Vida, acolhe e acompanha mães, grávidas, puérperas e/ou com filhos/as pequenos, em situação de vulnerabilidade social, económica, psicológica e familiar. Nestes 13 anos de caminhada, o “NAS©ER” acolheu mais de 80 mulheres em conjunto com as suas crianças e apoiou-as na construção de um projecto de autonomia e de inserção na sociedade, sociedade esta em que muito ainda há por fazer no apoio à mulher, à infância, à maternidade, à monoparentalidade, onde muitos desafios ainda existem na luta contra a pobreza, a disparidade e a exclusão social. A intervenção do Centro de Apoio à Vida tem tido o apoio de pessoas da comunidade local, de empresas, instituições públicas e privadas e entidades da rede social: Centro Distrital de Segurança Social da Guarda; Serviços de Obstetrícia, de Pediatria e de Serviço Social do Hospital de Sousa Martins, ULS Guarda; Centro de Saúde da Guarda; Núcleo Desportivo e Social e ao Projecto “Tu Decides +”; ADM-Estrela; Centro de Emprego e Formação Profissional da Guarda; CLDS – Contrato Local de Desenvolvimento Social; Universidade da Beira Interior; Câmara Municipal da Guarda; Junta de Freguesia da Guarda. Ao longo dos 13 anos de vida o “NAS©ER” tem recebido ajuda da Diocese da Guarda, das paróquias e arciprestados, dos grupos de catequese, da Aldeia de Crianças SOS da Guarda, dos colaboradores do Banco BPI da Guarda, dos colaboradores da Caixa Geral de Depósitos, dos colaboradores das águas do Zêzere e do Côa, dos professores e alunos do Instituto Politécnico da Guarda, da Escola Secundária Afonso de Albuquerque, da Escola Secundária da Sé, dos supermercados Pingo Doce locais, do supermercado Intermarché, da imobiliária Habita Direto, da Associação Comercial da Guarda, da Loja Modalfa, dos estabelecimentos comerciais da cidade, de grupos, associações, amigos e pessoas anónimas. O “NAS©ER” enaltece o acolhimento carinhoso das suas crianças realizado pela Obra de Santa Zita da Guarda e pela Paróquia da Praia da Torreira. O Centro de Apoio à Vida recebeu apoio da Association Femmes d’Europe na valorização do seu equipamento e do Clube Escape Livre através do Prémio Transportes Bernardo Marques que, em 2017, contribuiu para a construção do pequeno parque infantil.

Recolecção do Clero e sufrágio pelos padres e bispos falecidos

Diocese da Guarda Realiza-se, na próxima segunda-feira, dia 4 de Dezembro, no Seminário da Guarda a recolecção do Clero no início do Ano Litúrgico. A recolecção termina com a concelebração eucarística de sufrágio pelos bispos e padres que até agora serviram a Diocese da Guarda.
O programa inicia-se às 10.00 horas, com manhã de oração e celebração da reconciliação. Durante a tarde haverá uma conferência sobre o tema: “A espiritualidade do Advento – como vivê-la para a ajudarmos a viver nas nossas comunidades”. O tempo de adoração e de reconciliação da parte da manhã, bem como a conferência da tarde serão orientados pelo Cónego Jorge Alberto da Silva Seixas, sacerdote do Presbitério de Viseu, especialista em Liturgia e no canto litúrgico e Director Espiritual do Seminário Interdiocesano, em Braga. A concelebração de sufrágio (Eucaristia e Vésperas), pelos sacerdotes e bispos falecidos que serviram a Diocese da Guarda, está marcada para as 16.00 horas. Em carta enviada a todos os padres, o Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, explica que “esta Concelebração de sufrágio é oportunidade para testemunharmos a nossa comunhão com aqueles que estiveram no exercício do Ministério que o Senhor nos confia e já nos precederam, respondendo à chamada do Pai para a Vida Eterna”.

Biografia sobre o padre Joaquim Alves Brás foi apresentada no Seminário da Guarda

Evento juntou cerca de duzentas pessoas A apresentação do livro “Homem de Deus para a Humanidade – Padre Joaquim Alves Brás”, que decorreu no Domingo, 19 de Novembro, no Seminário da Guarda, juntou cerca de duzentas pessoas.
A cerimónia foi presidida pelo Bispo da Guarda, D. Manuel Felício e contou com a presença do autor da obra, Monsenhor Arnaldo Pinto Cardoso, Postulador da Causa de Beatificação do Padre Joaquim Alves Brás, bem como da representante da Aletheia Editores, Zita Seabra. “A presente biografia do Venerável, Servo de Deus, Padre Joaquim Alves Brás, insere-se no complexo dos trabalhos do processo de Beatificação, em curso, cuja elaboração comportou um confronto com toda a documentação e escritos disponíveis” referiu o autor na apresentação do livro. Arnaldo Pinto Cardoso acrescentou que “neste livro, o leitor confronta-se com um homem de Deus para a Humanidade, do qual os homens têm muito a aprender”. O aparecimento deste novo livro sobre o padre Joaquim Alves Brás foi justificado pelo facto de “as biografias anteriores estrem esgotadas” e por “o movimento da postulação estar interessado neste trabalho”. “Passado meio século sobre a morte do Servo de Deus Padre Joaquim Alves Brás e depois da declaração oficial da heroicidade das suas virtudes (15.03.2008), justifica-se uma nova biografia”, disse Arnaldo Pinto Cardoso. O trabalho desenvolvido pelo Postulador da Causa de Beatificação do Padre Joaquim Alves Brás contou com a colaboração das Cooperadoras Maria de Fátima Castanheira Baptista, Maria da Conceição Rodrigues Brites e Maria José Barreiros de Carvalho. Com o apoio do Centro de Cooperação Familiar, “o grupo de trabalho reuniu ao longo do ano de 2016/2017 para arrancar do esquecimento tantas coisas relativas ao Fundador e às suas Obras”. Arnaldo Pinto Cardoso disse que “com esta obra não falamos só do Servo de Deus Padre Joaquim Alves Brás, mas pomos o Servo de Deus a falar”. A escolha da Guarda, para a primeira apresentação do livro, foi justificada pelo facto de ter sido nesta cidade que o Padre Joaquim Alves Brás viveu grande parte da sua vida e onde começou as suas obras. D. Manuel Felício apontou o Padre Joaquim Alves Brás como “referência e modelo” de padre, e lembrou a coincidência do livro ser apresentado no final da Semana dos Seminários. Zita Seabra considerou que “a obra do padre Brás é uma obra notável que merece ser conhecida”. O livro de 582 páginas, com um portfólio sobre o Padre Joaquim Alves Brás, aparece por ocasião do centenário da entrada do padre Joaquim Alves Brás, no Seminário do Fundão, Diocese da Guarda. O Padre Joaquim Alves Brás fundou a Obra de Santa Zita, o Instituto Secular das Cooperadoras da Família e os Centros de Cooperação Familiar.

Diocese - Formação para Ministros Extraordinários da Comunhão

O Secretariado da Liturgia da Diocese da Guarda vai promover formação para Ministros Extraordinários da Comunhão na Covilhã, em Gouveia e Guarda.
A primeira formação será na Covilhã, no Centro Cultural, no dia 2 Dezembro, entre as 10.00 e as 16.00 horas. Esta actividade tem em vista a formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão. Em Janeiro de 2018, no dia 13 a formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão, será em Gouveia, na Casa Rainha do Mundo e no dia 27 na Guarda, no Seminário Maior. Para os dias 3 e 10 de Fevereiro, na Covilhã, está marcado um Curso para Novos Ministros Extraordinários da Comunhão.

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ASSEMBLEIA DIOCESANA 3ª sessão (17/5/2017)
alt 1. Cumprimos hoje a 3ª sessão da nossa assembleia Diocesana. E reunimos, das 3 sessões até agora realizadas, 89 proposições aprovadas, na sua maioria por unanimidade, as quais são recomendações que precisamos de implementar no futuro próximo. Estamos agradecidos não apenas aos delegados, mas a quantos, ao longo destes 4 anos pastorais fizeram esforço por intervir na caminhada sinodal que nos conduziu às proposições que agora temos aprovadas. E lembramos neste momento principalmente cada Pároco com a sua equipa de colaboradores pastorais; cada Conselho Pastoral arciprestal; o Conselho Pastoral Diocesano O conselho Presbiteral e, por fim, o trabalho realizado pela Mesa da assembleia Diocesana. 2. Temos agora pela frente a tarefa de aplicar estas recomendações, ajustando-lhes o melhor possível as nossas práticas pastorais, corrigindo umas, potenciando outras ou introduzindo novas, quando as circunstâncias o aconselharem. É, de facto, uma nova etapa do caminho sinodal em que nos envolveu a assembleia diocesana, etapa esta que agora está à nossa frente. E para cumprirmos bem esta nova etapa, começo por verificar que encontrarmos nas proposições aprovadas a recomendação de um novo modelo de paroquialidade. E apontam-se aí algumas linhas de concretização desse novo modelo de paroquialidade que vale a pena registar, entre as quais destaco as seguintes: - Que se valorizem os arciprestados e os órgãos de participação, como os conselhos pastorais arciprestais. - Que os presbíteros conjuguem mais e melhor o princípio da jurisdição com o da cooperação - Que haja mais corresponsabilidade quer com as paróquias mais pequenas, carenciadas de meios humanos ou outros, quer com as paróquias que venham a ser confiadas a diáconos ou mesmo a leigos - Que se caminhe para a criação de unidades pastorais E apontam-se alguns critérios que definem as unidades pastorais, tais como os seguintes: . um pároco moderador . um mesmo programa pastoral . um conjunto comum de ministérios e serviços . um fundo comum de solidariedade E a estes critérios podemos acrescentar outros, que já estão bastante estudados, tais como: . um conselho pastoral comum . um centro comum onde se reúne a documentação, se recebem as pessoas e se realiza a formação. E como forma de continuarmos a fazer caminho conjunto para aplicação das proposições aprovadas é-nos feita a recomendação de que se crie “uma comissão diocesana multidisciplinar integrada por clérigos, religiosos e leigos para a elaboração de uma proposta de reorganização pastoral da Diocese”. E esse é, de facto, o primeiro passo que vamos dar. A essa comissão confiamos o encargo de: 1º) Estabelecer os critérios para que dos atuais conjuntos de paróquias que temos confiadas ao mesmo pároco possamos progredir para as desejadas unidades pastorais; 2º) Rever a dimensão e o número dos arciprestados, tendo em conta as sugestões já feitas quer pelos sacerdotes e diáconos dos actuais arciprestados quer pelo Conselho Pastoral Diocesano; 3º) Verificar se os nossos serviços diocesanos estão a responder bem ao que lhes é pedido, nomeadamente: a) os Secretariados estruturantes da pastoral diocesana, a saber – Liturgia, Educação cristã, serviço organizado da caridade, administração ligada à Cúria Diocesana b) os outros secretariados e departamentos c) analisar os diferentes movimentos, serviços e obras de apostolado que temos na Diocese para verificar se estão a cumprir a missão que lhes é pedida e se não haverá outros movimentos de apostolado, entre os novos movimentos eclesiais, que nos estão a fazer falta. Como disse, este é um trabalho que não parte de zero. E para o potenciar houve a preocupação de colher o sentir dos actuais arciprestes sobre os respectivos arciprestados, mas também sobre critérios de organização pastoral diocesana, de que se destacam os seguintes pontos: 1º) Atendendo já ao nosso presente pastoral, mas sobretudo tendo em conta o futuro, é necessário continuar a apostar na formação de coordenadores das assembleias dominicais na ausência do Presbítero. 2º) Cada um dos arciprestes deu indicação de caminhos a seguir no tecido dos actuais arciprestados para chegarmos às desejadas unidades pastorais, incluindo com a definição de centros de formação para a catequese da infância e adolescência. E temos boas experiências quanto à centralização dos serviços da catequese. 3º) Deram-me indicação de serviços comuns às diferentes paróquias e conjuntos de Paróquias que devem ser organizados a nível arciprestal, tais como CPM, CPB, Escola arciprestal de Ministérios. 4º) Para todos é um bem muito conseguido o funcionamento do respectivo Conselho pastoral arciprestal. E esse funcionamento deve manter-se regular, insistem os arciprestes. 5º) Verifica-se a sensação de que continua a ser difícil motivar as pessoas para a formação na Fé, mas também há recomendação de que a nossa prioridade de sacerdotes tem de ser a de formar as consciências, formar as pessoas na Fé. De facto, nós sacerdotes precisamos de continuar a cultivar a atitude de maior proximidade às pessoas e às famílias, sempre com a preocupação de educar. 6º) Insistiu-se também em que no nosso trabalho de sacerdotes temos de progredir na fidelidade a critérios pastorais comuns. E sobre este assunto referiu-se que há mecanismos de correcção fraterna que temos de saber aceitar e usar também entre nós sacerdotes 7º) Foi referido que cultivar a espiritualidade sacerdotal entre nós sacerdotes é a realidade mais decisiva para o êxito da nossa acção pastoral. E a esse propósito também foi sugerido que se motivem os párocos para escolherem viver em casas paroquiais com outros párocos e evitem assim viver sozinhos. 8º) Também as várias comunidades religiosas que temos espalhadas pela diocese estamos longe de conseguir a sua plena integração no conjunto da pastoral diocesana, o mais possível de acordo com o respectivo carisma. Este é também um desafio que se coloca à nossa reorganização pastoral. 9º) Temos muitos lugares de culto espalhados pela diocese, graças a Deus. Cada um deles com tradições ligadas a eventos determinados sobretudo a festas de santos padroeiros. Sem esquecemos as dificuldades inerentes, temos a responsabilidade pastora de os aproveitar o mais possível para a formação e para a celebração da Fé. Vivemos a convicção de que os bons resultados de qualquer reorganização pastoral dependem sobretudo destas e de outras atitudes novas que precisamos todos de cultivar nos sacerdotes, nos diáconos, nos religiosos, nos leigos e nas famílias. 3. Para não corrermos o risco de que as 87 proposições aprovadas nestas 3 sessões da assembleia diocesana passem às prateleiras e por lá fiquem à espera de que algum investigador, num futuro longínquo, as venha redescobrir, determina-se o seguinte: 1º) O nosso ano pastoral 2016-17 não vai terminar como é habitual no final do mês de Julho. Vamos prolongá-lo até ao mês de Outubro próximo. 2º) Vai ser nomeada, nos próximos dias, a solicitada “Comissão diocesana multidisciplinar, integrando clérigos, religiosos e leigos”, com mandato para apresentar uma reorganização pastoral da Diocese e sem prazo limite para concluir este seu trabalho. 3º) Na nossa peregrinação diocesana a Fátima, calendarizada para os dias 23 e 24 de Agosto, apresentaremos a Nossa Senhora as 87 proposições aprovadas nesta assembleia, pedindo especial bênção para a sua aplicação. 4º) Convido os delegados da assembleia diocesana para uma 4ª sessão, possibilidade prevista desde o início, a qual não terá a finalidade de aprovar mais proposições, mas sim de reflectir critérios de aplicação destas mesmas proposições incluindo o estabelecimento de prioridades. Para essa quarta sessão esperamos que haja já algum contributo da Comissão mandatada para pensar a reorganização pastoral da Diocese. Essa quarta sessão de assembleia diocesana realizar-se-á no dia 5 de Outubro próximo, sendo oportunamente convocada, enviando a respectiva agenda. 5º No domingo seguinte, dia 8 de Outubro, serão formalmente apresentadas à Diocese as 89 proposições juntamente com alguns critérios de prioridade na sua aplicação. Essa apresentação será feita em celebração que se realizará na nossa catedral com a melhor representação dos grupos de cooperadores pastorais de cada pároco que intervieram no processo sinodal, ao longo destes 4 anos. 6º) Ao nosso Secretariado Diocesano da Coordenação Pastoral confia-se, desde já o encargo de pensar a melhor maneira de apresentar estas 89 proposições, assim como de programar o ano pastoral 2017-18, a iniciar nessa data e que será o ano da recepção das proposições. 7º) Entretanto, o Bispo Diocesano, com os aconselhamos que entender oportunos, pensará também, ao longo deste ano pastoral 2017-18, a prevista carta pastoral para dirigir à Diocese, com linhas de orientação inspiradas nestas proposições. Desejamos que todo este tempo de recepção da nossa Assembleia Diocesana seja, em toda a Diocese, sobretudo um tempo de abertura às inspirações do Espírito Santo, vivido na oração intensa, segundo o programa que será apresentado para o ano pastoral 2017-18. Que Deus nos ajude a levar por diante estes nossos propósitos. Guarda, 17/06/2017 +Manuel da Rocha Felício, Bispo da Guarda