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Fundão - Bispo da Guarda apresentou preocupações ao Presidente da República
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O Secretariado da Liturgia da Diocese da Guarda vai promover formação para Ministros Extraordinários da Comunhão na Covilhã, em Gouveia e Guarda. A primeira formação será na Covilhã, no Centro Cultural,

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O Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses divulgou o programa de actividades que vai realizar ao longo do ano de 2018, na Diocese da Guarda. A primeira iniciativa

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Diocese - Formação para Ministros Extraordinários da Comunhão

O Secretariado da Liturgia da Diocese da Guarda vai promover formação para Ministros Extraordinários da Comunhão na Covilhã, em Gouveia e Guarda.
A primeira formação será na Covilhã, no Centro Cultural, no dia 2 Dezembro, entre as 10.00 e as 16.00 horas. Esta actividade tem em vista a formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão. Em Janeiro de 2018, no dia 13 a formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão, será em Gouveia, na Casa Rainha do Mundo e no dia 27 na Guarda, no Seminário Maior. Para os dias 3 e 10 de Fevereiro, na Covilhã, está marcado um Curso para Novos Ministros Extraordinários da Comunhão.

Diocese da Guarda - Actividades do Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses

O Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses divulgou o programa de actividades que vai realizar ao longo do ano de 2018, na Diocese da Guarda. A primeira iniciativa está anunciada para o dia 13 de Janeiro e será um Convívio com as Irmãs Carmelitas, no Carmelo da santíssima Trindade, na Guarda. O programa começa às 9.30 horas com a celebração da Missa no Carmelo. Segue-se o convívio com as Irmãs com partilha de cantares e de bens.
O Dia do Consagrado, 2 de Fevereiro, será assinalado com a celebração da Missa presidida pelo Bispo da Guarda, às 18.00 horas, na Sé Catedral da Guarda. Na altura haverá a celebração das Bodas de Vida Consagrada das consagradas da Diocese. Em Fevereiro, no dia 17, tem lugar o retiro de início da Quaresma, orientado pelo Padre José Miguel Barata Pereira, Reitor do Seminário Maior de Cristo Rei, Lisboa, Responsável pelo departamento de Pastoral Vocacional e do Diaconado Permanente, em Lisboa. O retiro vai decorrer no Seminário Maior da Imaculada Conceição, na Guarda. No dia 26 de Maio, haverá manhã de formação para consagrados e aberta a todo o Povo de Deus, sobre o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”, no âmbito do Sínodo dos Jovens em Roma, no mês de Outubro. Este trabalho, que decorre no Seminário Maior da Guarda será orientado pela Irmã Paula Jordão, Missionária Verbum Dei, Licenciada em Teologia e Mestre em Formadora por Salamanca e com uma larga experiência em Pastoral Juvenil. Haverá também um painel de testemunhos de jovens vocacionados.

D. Manuel Felício visitou o complexo mineiro da Panasqueira

Bispo da Guarda rezou junto da imagem de Santa Bárbara O Bispo da Guarda visitou as Minas da Panasqueira, no dia 18 de Janeiro, onde rezou junto da padroeira dos mineiros, benzeu uma máquina que vai melhorar as condições de trabalho e esteve com os trabalhadores.
À entrada da mina, o bispo da Guarda presidiu a uma oração diante do nicho de Santa Bárbara, pediu a sua protecção para todos os que diariamente passam junto da padroeira dos mineiros antes de uma jornada de trabalho. Em declarações à Agência ECCLESIA, D. Manuel Felício disse que “todos os anos” procura passar pelas minas, onde encontra “gente acolhedora” que “escuta com muita atenção e que dá valor ao esforço que a Igreja faz no seu acompanhamento”. As minas da Panasqueira estão em laboração há 130 anos e foi na Segunda Guerra Mundial que viveram um grande crescimento impulsionado pela procura do volfrâmio. Actualmente o volfrâmio continua com muita procura, sendo o das Minas da Panasqueira considerado o melhor do mundo, procurado para enriquecer o volfrâmio chinês, de menor qualidade. O complexo mineiro da Panasqueira chegou a ser habitado por 10 mil pessoas, nos anos 40 do século XX, e actualmente continuam a chegar muitas pessoas, vindas de todas as partes do país, para trabalhar na exploração do minério, dando à localidade dinamismo que não se encontra na região. A densidade populacional motivou a presença da estruturada da Igreja Católica, hoje a cargo do padre André Roque, capelão da Panasqueira e pároco de localidades vizinhas. Depois de visitar diversas estruturas deste complexo mineiro, o bispo da Guarda presidiu à Eucaristia celebrada na Igreja da Barroca Grande, participada por muitas crianças que fazem a sua preparação cristã no Centro Pastoral para a Família Mineira. José Luís, colaborador da mina, técnico de segurança, disse à Agência ECCLESIA que o bispo da Guarda é uma presença sempre “muito aguardada”. “É sempre bom ter aqui o nosso bispo, é um incentivo para toda esta gente e alguém muito estimado por mineiros e administradores da empresa”, sublinhou. “Gostaria e tenho esperança que, para o ano, possamos celebrar a missa no interior da mina”, disse José Luís.

Encontro (inter) diocesano para docentes de Educação Moral e Religiosa Católica

No Seminário das Missões, em Viseu A "ação pedagógica no 1º ciclo e no ensino Secundário na disciplina de EMRC" vai estar no centro da reflexão dos professores na segunda de oito «Formações (inter) diocesanas para docentes de EMRC».
A iniciativa, uma parceria entre o Secretariado Nacional da Educação Cristã e os Secretariados Diocesanos de EMRC, vai decorrer durante o primeiro trimestre deste ano em oito dioceses diferentes (Porto; Braga; Coimbra; Viseu; Lisboa; Beja; Funchal e Ponta Delgada). A segunda edição acontece no próximo sábado, dia 27 de Janeiro, em Viseu, com início previsto para as 9.30 horas, e vai contar com uma conferência de Ana Costa Oliveira, docente da Universidade Católica (UCP), que irá reflectir sobre o tema «Desenvolvimento sócio-moral e religioso na infância». Pelas 11.30 horas, o sociólogo Alfredo Teixeira, da UCP, apresenta o tema « As novas adolescências: os quadros sociossimbólicos da experiência crente» Esta formação vai contar, ainda, com a “partilha de experiências pedagógicas significantes no 1º ciclo do EB e no Ensino Secundário” de modo a permitir "em contexto de auto-aprendizagem desenvolver uma leccionação reflexiva entre os docentes". Estas acções, têm por base os seguintes objectivos: Reflectir sobre a missão do docente de EMRC; Fornecer perspectivas educativas para melhor compreender a infância e a adolescência nas suas dimensões simbólica, moral e religiosa; Partilha de experiências pedagógicas significantes no 1º ciclo do EB e no Ensino Secundário; Proporcionar momentos de encontro entre docentes, favorecendo o trabalho cooperativo. O II Encontro (inter) diocesano para docentes de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) destina-se aos docentes que leccionam nas diocese de Aveiro, Guarda, Lamego e Viseu, para o qual se esperam cerca de cem participantes.

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Fundão - Bispo da Guarda apresentou preocupações ao Presidente da República
alt Sua Excelência o Sr. Presidente da República esteve no Fundão, no sábado passado, 4 de Junho, para participar no encerramento do 12º Congresso Nacional das Misericórdias. O Bispo da Guarda deixou-lhe as seguintes preocupações. Estamos num território de baixa densidade populacional, por isso, é para nós razão de esperança a recente criação de uma unidade de missão para a valorização do interior. A responsável por esta unidade de missão, Drª Helena Freitas, esteve recentemente neste município e deixou importantes sinais de esperança. É preciso, porém, passar das palavras aos actos. Falta-nos discriminação fiscal positiva capaz de entusiasmar as empresas a investir nos nossos meios. Há bens de consumo que, sendo de menor qualidade entre nós, pagamo-los mais caro do que nos grandes centros – caso das auto-estradas. E outros que pagamos a preço igual, mas são mais necessários aqui –caso da energia no inverno – e pagos por cidadãos de mais baixo rendimento. Segundo as estatísticas o nosso rendimento situa-se abaixo dos 70% da média nacional, quando nos grandes centros duplica esta média. O Sr. Presidente da República, há três semanas, discursou na inauguração das novas instalações da R.R., convidando ao diálogo e à procura de ajustamentos entre a sociedade civil e a tutela do Estado, sobretudo em 3 áreas fundamentais da nossa vida em sociedade, a saber a educação, a acção social e a saúde. Concretizando, quanto ao ensino, a nossa Constituição consagra o princípio da liberdade de ensinar e aprender. A mesma constituição declara expressamente a aconfessionalidade do estado e bem; assim como sublinha que o estado não assume nenhuma filosofia da educação e bem. Mas também sabemos que não pode haver projecto educativo sem uma filosofia da educação. Sendo assim, é preciso tirar todas as consequências e entregar a quem de direito a responsabilidade de definir e propor os projectos educativos; porque não pode haver escola que se preze sem projecto educativo. Este é um debate que está por fazer entre nós, mas urge fazê-lo, sem medo das consequências e perguntar quando é que o Estado está disposto a entregar à sociedade civil a responsabilidade de elaborar e implementar os projectos educativos e o consequente funcionamento das escolas. Por isso é que a questão da educação entre nós hoje não é económica, é ideológica. Sabe-se quanto custa a frequência escolar de cada aluno seja em que escola for. Porque não proporcionar liberdade total a cada um para escolher o ensino que deseja para os seus filhos, contando com o financiamento material calculado por aluno para a escola escolhida; financiamento esse vindo dos impostos que todos pagamos? Algo parecido se passa com as instituições de solidariedade, onde a sociedade civil desde há muito tempo se antecipou ao estado e dispõe neste momento de um capital de saber que não pode ser desprezado. Há que continuar e aprofundar a cooperação até agora conseguida, em vez de criar novas instituições de tutela estatal onde há outras com tradição e a funcionar bem. Coisa similar acontece, mutatis mutandis, com os serviços de saúde, nomeadamente admitindo e valorizando a cooperação das Misericórdias que nesta matéria dispõem de um capital de experiência que seria muito de aproveitar para optimizar os recursos. E nesta cidade do Fundão houve esforços para devolver à Misericórdia o seu antigo hospital trazendo vantagens de vária ordem para as populações locais e para as finanças do Estado. Porque não chegaram a bom termo esses esforços? É pergunta que, com legitimidade, o nosso público tem direito a fazer e a encontrar quem lhe responda. O que está em causa é o modelo de sociedade, todos o sabemos. Haja coragem para escolher aquele modelo que serve mais e melhor as pessoas, mesmo que ponha em causa interesses corporativos instala¬dos.