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13 anos ao serviço da Diocese da Guarda, no exercício do Ministério Episcopal
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O Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses divulgou o programa de actividades que vai realizar ao longo do ano de 2018, na Diocese da Guarda. A primeira iniciativa

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A assembleia diocesana, que se encontra agora em processo de recepção nas comunidades da nossa Diocese, aponta-nos caminhos de mudança e de conversão. O tempo da Quaresma, que vamos iniciar, é

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Iniciativa decorre no Teatro Municipal da Guarda Fátima e Guarda recebem a partir de hoje, 22 de Fevereiro, os VI Workshops Internacionais de Turismo Religioso. Tal como o Jornal A

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Diocese da Guarda - Actividades do Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses

O Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses divulgou o programa de actividades que vai realizar ao longo do ano de 2018, na Diocese da Guarda. A primeira iniciativa está anunciada para o dia 13 de Janeiro e será um Convívio com as Irmãs Carmelitas, no Carmelo da santíssima Trindade, na Guarda. O programa começa às 9.30 horas com a celebração da Missa no Carmelo. Segue-se o convívio com as Irmãs com partilha de cantares e de bens.
O Dia do Consagrado, 2 de Fevereiro, será assinalado com a celebração da Missa presidida pelo Bispo da Guarda, às 18.00 horas, na Sé Catedral da Guarda. Na altura haverá a celebração das Bodas de Vida Consagrada das consagradas da Diocese. Em Fevereiro, no dia 17, tem lugar o retiro de início da Quaresma, orientado pelo Padre José Miguel Barata Pereira, Reitor do Seminário Maior de Cristo Rei, Lisboa, Responsável pelo departamento de Pastoral Vocacional e do Diaconado Permanente, em Lisboa. O retiro vai decorrer no Seminário Maior da Imaculada Conceição, na Guarda. No dia 26 de Maio, haverá manhã de formação para consagrados e aberta a todo o Povo de Deus, sobre o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”, no âmbito do Sínodo dos Jovens em Roma, no mês de Outubro. Este trabalho, que decorre no Seminário Maior da Guarda será orientado pela Irmã Paula Jordão, Missionária Verbum Dei, Licenciada em Teologia e Mestre em Formadora por Salamanca e com uma larga experiência em Pastoral Juvenil. Haverá também um painel de testemunhos de jovens vocacionados.

A Quaresma - Apelo à conversão - Mensagem de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda

A assembleia diocesana, que se encontra agora em processo de recepção nas comunidades da nossa Diocese, aponta-nos caminhos de mudança e de conversão. O tempo da Quaresma, que vamos iniciar, é especialmente favorável para recordarmos os seus apelos e vermos como lhes havemos de responder na nossa vida e na vida das nossas comunidades.
Ora, na imposição das cinzas, gesto simbólico com que tradicio¬nalmente se inicia a Quaresma, vamos escutar palavras como estas: “Lembra-te homem que és pó e em pó te hás-de tornar” e também “Arrependei-vos e acreditai no Evangelho”. Se o primeiro apelo nos remete para o reconhecimento da nossa finitude e do carácter passageiro da vida no tempo, o segundo convida-nos a olhar o futuro com esperança. E é mesmo a esperança que queremos cuidar espe¬cial¬mente nesta Quaresma. Ela não se confunde com futilidades tais como a ilusão do dinheiro ou os falsos remédios para muitas desi-lusões, sejam elas drogas, lucros fáceis ou simplesmente a satisfação ilusória dos apetites imediatos. Convém aqui lembrar o que nos diz o papa Francisco, na sua men¬sagem para esta Quaresma, sobre a ganância do dinheiro, que apaga o amor, seguindo-se-lhe a recusa de Deus e com ela a recusa de quan¬tos se julga poderem ameaçar seguranças e bem estar, sejam elas o bebé, o idoso doente, com a tentação da eutanásia, o estran¬geiro, ou o próximo que, por qualquer motivo, pode ser considerado peso. A Quaresma propõe-nos um caminho de conversão e renovação que nos faz descolar de situações desordenadas como estas e avançar para atitudes novas apostadas sobretudo em promover a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar as pessoas. Para progredirmos nesse caminho de conversão, a sabedoria secular da Igreja adianta os remédios da oração, do jejum e da esmola. Sobre a oração, desejamos lembrar aqui o apelo do Papa Francisco para vivermos nos dias 9 e 10 de março (sexta e sábado), mais uma vez, a iniciativa “24 horas para o Senhor”. É bom que, na nossa Diocese, em cada arciprestado, haja pelo menos uma Igreja aberta durante estas 24 horas consecutivas para adoração e Sacramento da Reconciliação. A esmola fortalece sempre a experiência da comunhão que, como discípulos de Cristo, somos chamados a viver em Igreja. A renúncia quaresmal é boa oportunidade para cumprir esta recomendação. Pelo jejum não só partilhamos a experiência dos que não têm o necessário para matar a fome, mas sobretudo sentimos ao vivo que nem só de pão vive o homem. Ao longo da Quaresma, há dois dias de jejum obrigatórios recomen¬dados pela disciplina da Igreja: quarta-feira de cinzas e sexta-feira santa, em que celebramos a morte de Cristo. Este ano a nossa renúncia quaresmal tem duas finalidades. Uma delas é apoiar a construção de uma cantina escolar, na Guiné Bissau. Trata-se de uma missão católica, situada nos arredores de Bissau, com valências de hospital, leprosaria, escola e uma aldeia onde são recolhidos leprosos rejeitados pelas famílias. Esta construção está a ser feita pelo Instituto Social Cristão Pina Ferraz, instituição da nossa Diocese sediada em Penamacor, que também está a angariar os fundos necessários. A outra finalidade é ajudar famílias que foram afectadas pelos incêndios na área da nossa Diocese. Até agora foram ajudadas, através da Caritas Diocesana, 18 famílias que ficaram sem equipamentos agro-pecuários, incluindo estábulos, vedações, alfaias agrícolas e motores de rega. O apelo que oportunamente fizemos teve resposta muito generosa e pronta, que nos permitiu gastar nestas ajudas quarenta mil euros. Mas há ainda várias famílias à espera de serem ajudadas. Temos a certeza de que a melhor recompensa de tudo o que damos é mesmo a alegria de dar com generosidade. Guarda, 8.2.2018 +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

Conselho Presbiteral da Diocese da Guarda - 2018

Comunicado Reuniu, no passado dia 16 de Fevereiro, no Seminário Maior da Guarda, o Conselho Presbiteral da Diocese da Guarda para a primeira sessão ordinária do triénio 2018 – 2021.
Logo após o auto de tomada de posse, assinado pelos presentes, procedeu-se à votação do Secretariado Permanente, segundo o Estatutos, na qual foram eleitos como secretário o Rev. Pe. Luís Miguel Pardal Freire, como 1º vogal o Rev. Pe. Henrique Manuel Rodrigues dos Santos e como 2º vogal o Rev. Pe. Carlos Manuel Dionísio de Sousa. Constando da ordem de trabalhos da sessão, foi apresentado o relatório de contas da Diocese por parte do Ecónomo Diocesano, que destacou a importância da partilha dos párocos e das paróquias, como demonstração da espiritualidade diocesana, que assenta na comunhão, também a este nível. Abriu-se a discussão sobre a forma de sustentabilidade da Diocese e suas infraestruturas num futuro próximo. Do diálogo surgiram algumas luzes, que apontam para novos desafios a que a Diocese deve estar atenta, a fim de poder dar resposta aos seus compromissos. Ao Conselho Presbiteral foi apresentado também o documento dos Bispos do Centro sobre a recepção do capítulo VIII da “Amoris laetitia”, que trata, de forma especial a questão das famílias fragilizadas e feridas, à luz do Evangelho e da doutrina da Igreja. Combinou-se que o conteúdo deste documento seja dado a conhecer em reunião arciprestal e por cada pároco às comunidades que lhe estão confiadas, como ponto de partida para o cuidado pastoral destes casos. Concluiu o Conselho que a pertinência desta preocupação deve fazer-se sentir às famílias com grande delicadeza e cuidado pastoral, para que se possam ajudar aquelas que se encontram mais feridas a sentirem-se acolhidas e integradas. Ressaltou-se o facto de essa integração ter muitas expressões de presença e intervenção na vida das comunidades, para além de poder vir a acontecer a nível sacramental. Sugeriu-se que este Conselho, numa próxima reunião, venha a refletir e tratar o estatuto do Seminário Maior e consequentemente a questão das vocações sacerdotais. O Secretariado

Guarda recebe Workshop Internacional de Turismo Religioso

Iniciativa decorre no Teatro Municipal da Guarda Fátima e Guarda recebem a partir de hoje, 22 de Fevereiro, os VI Workshops Internacionais de Turismo Religioso. Tal como o Jornal A GUARDA adiantou, na edição de 18 de Janeiro, trata-se do mais importante certame de Turismo religioso do país que englobará este ano, pela primeira vez, a cidade da Guarda e o seu património de herança judaica.
Na Guarda, os participantes serão recebidos esta sexta-feira, dia 23 de Fevereiro, num jantar de boas-vindas exclusivo para todos os operadores que visitam a Guarda pela primeira vez. No sábado, dia 24 de Fevereiro, o Teatro Municipal da Guarda acolhe o Workshop Internacional de Turismo Religioso. Esta iniciativa, que ocupará a manhã, consiste em reuniões de trabalho entre suppliers (Operadores portugueses das áreas da hotelaria e restauração) e hosted buyers (operadores turísticos, neste caso do sector judaico). Os suppliers locais e nacionais terão oportunidade de expor e promover os seus produtos/ ofertas de forma a cativar os operadores estrangeiros que actuam no mercado religioso. Durante o evento a cidade da Guarda irá acolher perto de 40 hosted buyers, de todo o mundo, cujo principal objectivo é encontrar/conhecer novos destinos turísticos, com ofertas e experiências diferenciadoras, dentro do segmento de mercado cultural e religioso. Participam ainda nesta iniciativa cerca de 40 suppliers. Para a parte da tarde está agendada uma visita à Judiaria de Trancoso e ao Centro de Interpretação da Cultura Judaica Isaac Cardoso. O programa termina no Domingo, dia 25 de Fevereiro, com uma visita encenada, durante a manhã, à judiaria da Guarda. De acordo com a organização “a realização do VI Congresso Internacional de Turismo Religioso irá permitir colocar a Guarda como um destino religioso por excelência”. E acrescenta: “A oportunidade de se consolidar a vertente Judaica face ao crescimento da mesma, através dos dados de entrada de turistas de vários mercados emissores, tais como Israel, EUA e Brasil ou Canadá, leva-nos a disponibilizar a cidade da Guarda como palco de realização de um encontro, verdadeiramente, importante entre operadores turísticos deste segmento de mercado”. Os VI Workshops Internacionais de Turismo Religioso são compostos por quatro segmentos, nomeadamente: Seminário, em Fátima, com foco no tema “Globalização e Turismo Religioso”; no dia 22; Bolsa de contactos, também em Fátima no dia 22; Segmento específico de Turismo de Herança Judaica, na Guarda no dia 24; e Pós-tours apoiados pelas diversas ARPT’s, a partir da Guarda e de Fátima. Com cerca de 700 participantes, entre os quais 150 Hosted buyers, 150 Suppliers e 40 Expositores, todos especialistas em touring e turismo religioso, este é o maior encontro mundial de profissionais deste segmento, que conta com a participação de operadores turísticos nacionais e internacionais, de mercados de turismo religioso consolidados e emergentes. A iniciativa é uma organização da ACISO - Associação Empresarial Ourém-Fátima, em colaboração com o Município da Guarda, o Município de Ourém e o Santuário de Fátima, com o apoio do Turismo de Portugal e do Turismo do Centro de Portugal.

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13 anos ao serviço da Diocese da Guarda, no exercício do Ministério Episcopal
alt Faz hoje 13 anos que cheguei à Diocese da Guarda, como Bispo Coadjutor, nomeado ainda pelo Papa S. João Paulo II. É este o momento para dar graças pela forma como o próprio Deus tem actuado em favor do seu povo, através do ministério que me confiou; mas também tempo para fazer revisão das opções feitas e das iniciativas tomadas; revisão principalmente sobre os objectivos definidos e atingidos ou não e sobre a forma como foram reunidos os meios humanos e materiais necessários para dar vida à nossa comunidade diocesana. Nesta minha revisão diante da Diocese, vou fixar-me no tempo que decorreu desde o último 16 de janeiro (2017). 1. Ao longo deste ano, a minha grande preocupação, como a de todo o nosso presbitério e outros agentes pastorais foi a nossa assembleia diocesana, que, por graça de Deus, se cumpriu em três sessões, nos meses de abril, maio e junho. Elaborou-se o instrumento de trabalho (“Instrumentum laboris”), que foi analisado e comentado nos conselhos pastorais arciprestais e no conselho pastoral diocesano, como também no conselho presbiteral. Constituiu-se a mesa desta assembleia diocesana, que, a partir dos contributos recebidos das várias reflexões feitas sobre o instrumento de trabalho, elaborou as propostas das proposições que foram apresentadas, discutidas e votadas na assembleia. Para esta assembleia diocesana foram convocados 220 delegados, que se pretendeu serem representantes de cada conjunto de paróquias confiado ao mesmo pároco, dos diferentes secretariados e departamentos da pastoral diocesana, dos diferentes movimentos, serviços e obras de apostolado existentes na Diocese, dos vários níveis etários que compõem as nossas comunidades cristãs e ainda com alguns representantes da sociedade civil. A assembleia diocesana realizou-se em três sessões, nos dias 29 de abril, 20 de maio e 17 de junho, respectivamente. Na primeira sessão, os delegados pronunciaram-se sobre o modelo de Igreja recomendado pelo Vaticano II e que queremos ser, sendo aprovadas 20 proposições. Na segunda, aprovaram-se 33 proposições sobre a Palavra de Deus na vida pessoal e das comunidades e sobre a responsabilidade de evangelizar. Na terceira sessão, os delegados pronunciaram-se sobre a celebração da Fé e sua renovação e aprovaram 36 proposições. Após a assembleia, a grande preocupação do Bispo Diocesano, assim como dos sacerdotes, dos diáconos e outros agentes da pastoral passou a ser o esforço de promover a recepção destas proposições nas várias comunidades da Diocese. Nesse sentido apontou a sessão extraordinária da mesma assembleia realizada em 5 de outubro passado e agora está a constituir a razão das visitas pastorais em curso que o Bispo Diocesano faz a cada pároco e seu conjunto paroquial. Está prometido que este ano pastoral encerrará com a apresentação á Diocese de uma carta pastoral, em que o Bispo indica prioridades pastorais e traça linhas de rumo para a pastoral diocesana nos próximos anos. 2. A reorganização pastoral da Diocese é outro assunto ligado à assembleia diocesana, mas que já nos preocupa desde há alguns anos. Nesse sentido foram feitas consultas variadas, tendo havido pronunciamentos dos arciprestados e também do Conselho Pastoral Diocesano. A pedido da assembleia, foi constituída uma comissão diocesana com o encargo de elaborar uma proposta de reorganização pastoral da Diocese. Foram-lhe entregues todos os dados existentes fruto das consultas várias anteriormente feitas e está-lhe pedido que essa proposta de reorganização tenha em conta conjuntos de paróquias, cada um deles confiado ao mesmo pároco que devem evoluir para constituírem unidades pastorais, arciprestados que tenham condições para serem verdadeiras instâncias de pastoral intermédias entre a Diocese e as Paróquias, secretariados e departamentos da pastoral da Diocese, assim como o funcionamento da Cúria Diocesana. Esta proposta de reorganização será oportunamente sujeita ao Conselho Pastoral Diocesano e ao Presbiteral e ainda ao Colégio de Consultores da Diocese, antes de ser aprovada e promulgada. 3. A Pastoral familiar motivada pela exortação apostólica “Amoris Laetitia” do Papa Francisco, fruto dos trabalhos de dois sínodos, em 2014 e 2015, que foi publicada em março de 2016, como não podia deixar de ser, esteve também no centro das nossas preocupações. Por isso, orientámos as jornadas de formação do clero realizadas nos dias 2 e 3 de fevereiro, para este assunto. E pedimos ajuda ao Instituto Superior de Ciências da Família da Universidade Pontifícia de Salamanca, que nos enviou três professores. Deste trabalho resultou um conjunto de orientações pastorais para o acompanhamento das famílias, que agora precisamos de, com o empenho de todos, pôr em prática. 4. A aplicação da concordata, acordo entre o Estado Português e a Santa Sé, assinado em 2004, que regula as relações entre as instituições da Igreja e as instituições civis foi também objecto de estudo pelo nosso clero. Para o orientar tivemos, durante um dia, connosco dois peritos vindos de Lisboa que nos ajudaram a clarificar pontos concretos da relação das nossas instituições canónicas com os órgãos da sociedade civil, nomeadamente em duas áreas – a fiscalidade e os acordos para serviços determinados, principalmente com a segurança social. 5. 2017 foi o ano do centenário das aparições de Fátima. A vinda do Papa Francisco nos dias 12 e 13 de maio foi o ponto alto que a nossa Diocese também viveu intensamente e com grande entusiasmo tanto pelos que puderam deslocar-se a Fátima acompanhando o Bispo Diocesano quer por outros que o não puderam fazer, mas acompanharam pela comunicação social. A Casa Abrigo da nossa Diocese, em Fátima como também a Casa de Nossa Senhora do Rosário de Fátima da Liga dos Servos de Jesus não tiveram mãos e medir para acolher os peregrinos. A canonização dos dois pastorinhos Francisco e Jacinta ficou na nossa memória. Para marcar o simbolismo deste centenário esteve também entre nós o Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, no dia 4 de novembro, a pronunciar uma conferência, dentro da jornada promovida pelo Movimento Mensagem de Fátima da nossa Diocese. 6. A Escola da Missão D. João de Oliveira Matos, em Angola, promovida pela Liga dos Servos de Jesus exigiu especial atenção quer do Conselho da Liga quer do Bispo Diocesano. Algumas dificuldades surgidas no ano lectivo anterior levaram o Bispo Diocesano e a Coordenadora Geral da Liga dos Servos de Jesus a deslocar-se a Angola, no mês de março, durante uma semana, para dialogarem “in loco”, quer com as duas irmãs da Liga que a acompanham de perto, quer com algumas autoridades locais ligadas ao sistema da educação escolar, quer sobretudo com o Bispo da Diocese de Sumbe. No diálogo estabelecido com este ficou claro o que pretendemos desta Escola, a saber, que seja uma Escola Católica, que se afirme pela qualidade do ensino, também porque a Escola do Magistério local a escolheu como lugar de estágio para os futuros professores, que possa primar por uma boa organização que promova o seu corpo docente, sobretudo através da formação permanente e ainda que os pais e encarregados de educação se sintam devidamente correspondidos na confiança que depositam na Escola. O Bispo de Sumbe concordou em assumir a condução do processo desta escola enquanto escola católica e, de imediato, comprometeu-se a nomear um director capaz, que também corresponda aos requisitos colocados pela lei local em matéria de educação escolar. 7. Lembramos agora alguns acontecimentos marcantes deste ano 7.1.O primeiro deles foi a ordenação sacerdotal de um novo padre para a nossa Diocese, o Rev.do Padre Bruno António. Consideramos este o sinal por excelência que o Senhor nos dá de que continua a acompanhar-nos e a velar pelas nossas comunidades. 7.2.A realização de dois cursos de cristandade, um de homens, com 17 cursistas e outros de mulheres com 19. Como sabemos, o movimento dos cursos de cristandade marcou profundamente a espiritualidade e o apostolado na nossa Diocese. Durante vários anos esteve adormecido. Esperamos agora a sua revitalização. 7.3.Foi assinado com a Direcção Regional da Cultura do Centro o acordo para a construção do órgão de tubos da Sé da Guarda. Está neste momento a ser constituída a comissão de acompanhamento deste processo que esperamos venha a dotar a nossa Sé deste valioso instrumento para a dignificação do culto, mas também para bem da cultura na nossa cidade. 7.4.Também se iniciou diálogo com a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela com vista a estabelecer um acordo que permita por um lado completar a inventariação do nosso património de arte sacra e por outro elaborar roteiros e outras formas de fazer a sua apresentação para poder ser fruída por quem nos visita. O nosso museu de arte sacra na Guarda, assim como outros espaços museológicos também de arte sacra que já temos espalhados pela Diocese e mais alguns que desejamos criar são importantes pontos de apoio neste projecto de valorização da nossa arte sacra. 7.5.Assinalámos, em data oportuna, o centenário do nascimento do Bispo D. Manuel Damasceno que foi Bispo de Angra do Heroísmo, com a colaboração da Câmara Municipal da Covilhã, sua terra natal, e de familiares do mesmo. 8. Acontecimentos que prevemos para o ano que vem 8.1. Esperamos concluir este ano pastoral, conforme está pedido e também prometido, com uma carta pastoral em que o Bispo Diocesano indica um conjunto de opções pastorais realizáveis que possam marcar o futuro próximo da nossa Diocese, tendo em conta as proposições da assembleia diocesana. 8. 2. A Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Manteigas celebra 400 anos de existência, durante o ano de 2018. 8.3. O Sínodo sobre os jovens, a Fé e o discernimento vocacional, marcado para outubro próximo, desafia a nossa pastoral e, por isso a formação permanente do clero que temos marcada para os dias 6 e 7 de fevereiro próximo vai centrar-se na pastoral juvenil e para orientar esta formação convidámos peritos ligados aos Salesianos, cujo carisma é mesmo a educação da juventude. 8.4.No horizonte da nossa pastoral para este ano continuam as orientações sobre acompanhamento das famílias saídas das jornadas de formação do clero do ano passado, completadas por indicações sobre o mesmo assunto vindas tanto da Conferência Episcopal como dos encontros regulares dos Bispos do Centro. 8.5. Não temos ainda no nosso Seminário e mesmo no Pré-Seminário os candidatos de que precisamos. Por isso, o assunto das vocações sacerdotais tem de continuar a preocupar muito as nossas comunidades, com seus agentes pastorais, mas principalmente os sacerdotes do nosso Presbitério, em permanente diálogo com os sacerdotes do Seminário e o Director do Pré-seminário. Este é sempre assunto presente em todas as visitas pastorais que o Bispo Diocesano está a fazer a cada pároco e seu conjunto paroquial sobre a recepção da Assembleia Diocesana. 8.6. Para responder às necessidades pastorais das nossas comunidades cristãs precisamos de continuar o esforço de conjugar da melhor maneira o trabalho dos nossos sacerdotes entre si e com os diáconos permanentes, mas também com os vários ministérios laicais, exigindo-se especial empenho na preparação dos leigos para os vários serviços que lhes são pedidos. Partimos para o novo ano muito confiados no conforto que o Senhor da Messe não nega a quem se dispõe a segui-lo com Fé e entrega decidida. E contamos com a bênção maternal de Maria Santíssima. Guarda, 16 de janeiro de 2018 +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda