JavaScript is disabled!
To display this content, you need a JavaScript capable browser.

Ver Todos
Ver Todos

Ver Todos
Celebração juntou largas dezenas de fiéis, na Sé da Guarda
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/676391Biso_D._Manuel_Fel__cio_007.jpglink
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/835372Um__Silencio_Cheio_de_Rosas.jpglink
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/864245P__voa_do_concelho.JPGlink
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/529981cartaz_M.pnglink

Com data de 16 de Abril, D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, divulgou a seguinte mensagem para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações que se celebra este domingo, 22

Ver Mais

No dia 24 de Abril, a Casa de Saúde Bento Menni, na Guarda, celebra o seu patrono e fundador da Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, S.

Ver Mais

O Padre João Miguel de Barros foi homenageado, a título póstumo, pelos paroquianos de Póvoa do Concelho, Feital e Vale de Mouro, no último domingo, 15 de Abril. “Foi um dia

Ver Mais

O Movimento católico de espiritualidade conjugal, Equipas de Nossa Senhora, vai promover uma “NOITE COM MARIA”. Esta actividade está marcada para segunda-feira 30 de Abril (véspera de feriado), às 21.00 horas

Ver Mais

Domingo do Bom Pastor – 22 de Abril - Mensagem de D. Manuel Felício para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações

Com data de 16 de Abril, D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, divulgou a seguinte mensagem para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações que se celebra este domingo, 22 de Abril:
“Celebramos no próximo domingo, o Domingo do Bom Pastor, o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, o que acontece pela 55ª vez. Para este ano, em que se realiza, no próximo mês de Outubro, o Sínodo sobre os jovens, a Fé e o discernimento vocacional, o Papa Francisco propõe as seguintes três atitudes para todos cultivarmos: escutar, discernir e viver o chamamento do Senhor. Sobre a atitude do escutar, lembra-nos o Papa Francisco que Deus vem de forma discreta, sem se impor à nossa liberdade. Daí a redobrada atenção que cada um deve dar aos sinais discretos desta presença de Deus, que sempre interpela cada um pessoalmente para percorrer o seu caminho próprio ou seja a sua vocação. Sobre a atitude do discernir, remete-nos para o que diz o documento preparatório do Sínodo, onde se afirma que o discernimento espiritual é um processo pelo qual cada pessoa, em diálogo com Deus e na escuta da voz do Espírito, realiza as suas opções fundamentais, a começar pela do estado de vida. Temos de reconhecer que o grande défice do percurso das pessoas em geral, a começar na idade juvenil, é a falta de ambientes e de disponibilidade pessoal , mas também de alguma ajuda externa para que esta caminhada de discernimento se faça. Parece que a vocação de cada pessoa é o que menos conta nos percursos de formação oferecidos na actualidade. Sobre o viver em resposta ao chamamento do Senhor, diz o Papa que essa é a grande urgência na vida de cada pessoa. Daí ser necessário que cada um assuma o risco de fazer escolhas, segundo a certeza de que viver é escolher. Por isso, quem escolhe bem vive bem, quem escolhe mal vive mal e quem não é capaz de assumir o risco da escolha ainda vive pior. Por isso o Papa continua a dizer-nos que a vocação não é algo do passado ou que se possa adiar indefinidamente para o futuro, mas de hoje. Sendo assim, cada um é chamado a ser testemunha do mesmo Senhor, quer na vida matrimonial, que no ministério ordenado, quer na vida de especial consagração Cumpre-nos criar as condições, nas famílias, nas comunidades paroquiais e outras, e também nos ambientes da vida em sociedade, para que o discernimento vocacional possa acontecer, na vida de cada um, a começar pelas idades iniciais”.

Casa de Saúde Bento Menni celebra Dia da Família Hospitaleira

No dia 24 de Abril, a Casa de Saúde Bento Menni, na Guarda, celebra o seu patrono e fundador da Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, S. Bento Menni.
O programa começa às 11.00 horas, no momento de acção de graças e de louvor com a celebração da Eucaristia. Depois do almoço convívio de colaboradores, voluntários e irmãs segue-se o “Ringue da Hospitalidade” (14.30 horas). Uma dinâmica que envolve equipas de colaboradores na defesa dos valores institucionais. Neste 1º ringue encontram-se a ética-em-toda-a-actuação e acolhimento-libertador. As actividades terminam às 18.00 horas, com a presentação do caderno de poesia – “Um Silêncio cheio de Rosas”, da autoria de Maria de Lurdes Ribeiro, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

Póvoa do Concelho - Trancoso - Homenagem ao Padre João Miguel de Barros

O Padre João Miguel de Barros foi homenageado, a título póstumo, pelos paroquianos de Póvoa do Concelho, Feital e Vale de Mouro, no último domingo, 15 de Abril.
“Foi um dia verdadeiramente emotivo e perpassou o sentimento de que a homenagem a este grande homem e sacerdote já deveria ter acontecido”, disse o actual pároco destas paróquias, Carlos Manuel Helena. E acrescentou: “O tempo não conseguiu apagar as boas memórias de tantas pessoas que sentiram o cuidado e a proximidade deste sacerdote”. As paróquias de Póvoa do Concelho, Feital e Vale de Mouro, “passados 51 anos após a sua inesperada morte, quiseram manifestar o seu tributo à sua vida e obra que ainda permanece na memória de todos os que conviveram com ele”. O Padre João Miguel de Barros nasceu em 1909, na freguesia de Pousafoles, concelho do Sabugal. Aos 14 anos entrou no Seminário Menor do Espírito Santo, em Viana do Castelo. Foi ordenado sacerdote no dia 7 de Setembro de 1935. Seguiu, nesse mesmo ano, para as Missões de Angola, onde foi colocado pelos Superiores da Congregação na Missão Católica de Malange, na qual permaneceu em missão de serviço, dedicado à evangelização até 1940. Em 1941, enfrenta novo desafio missionário na Missão Católica dos Bângalas, próximo de Malange, na qualidade de professor, acumulando com o cargo de Superior da instituição e sede do Seminário com o mesmo nome. Em 1943 vem à Metrópole em gozo de período de férias e não regressou à Missão dos Bângalas, por motivo de saúde de um familiar próximo. Em 11 de Abril de 1944 foi nomeado para as paróquias de Feital, Vale de Mouro e Póvoa do Concelho. Nestes lugares do concelho de Trancoso o padre João Miguel de Barros lançou mãos à obra nas seguintes áreas de acção: Dinamização da liturgia; coordenação da catequese nos diferentes grupos etários; planeamento e ensino da disciplina de Religião e Moral Católica nas Escolas Primárias; intervenção na pastoral dos doentes; promoção das Irmandades; apoio à família; preparação de jovens casais para o casamento; estímulo na constituição do grupo coral; organização de excursões a Fátima; administração, manutenção e conservação dos bens patrimoniais da igreja. No âmbito social destacou-se na aplicação do Programa Alimentar da Cáritas Americana nas paróquias; na prestação de serviço gratuito às pessoas nos cuidados primários de saúde; na introdução de hábitos de higiene; na ampliação de intervenção no auxílio aos lavradores no campo sanitário dos animais domésticos. Morreu com 57 anos, no dia 3 de Abril 1967. Foi enterrado no cemitério de Pousafoles do Bispo.

Guarda - Uma noite com Maria

O Movimento católico de espiritualidade conjugal, Equipas de Nossa Senhora, vai promover uma “NOITE COM MARIA”.
Esta actividade está marcada para segunda-feira 30 de Abril (véspera de feriado), às 21.00 horas no Seminário da Guarda. O encontro terminará com a oração do terço a Maria, à volta do Seminário e com os mistérios encenados.

Galeria Multimédia

JavaScript is disabled!
To display this content, you need a JavaScript capable browser.

Ver Todos
Ver Todos

Ver Todos

Receba a nossa newsletter:


Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Celebração juntou largas dezenas de fiéis, na Sé da Guarda

Diocese da Guarda tem mais oito Diáconos Permanentes.

“Que o Senhor Jesus, na luz do Seu Espírito, a todos nos ajude a percorrer o caminho da construção da autêntica comunhão de ministérios para serviço da comunhão da Igreja. E nesta comunhão cabem tanto as diferenças como as complementaridades, que o mesmo Senhor quer que existam na sua Igreja”, referiu o Bispo da Guarda, durante a homilia da missa do último Domingo, na Sé da Guarda, em que foram ordenados oito diáconos permanentes.

Na cerimónia, em que concelebraram cerca de vinte padres e participaram largas dezenas de fiéis, foram ordenados Alberto Nascimento Domingues – (Fiães - Trancoso), Carlos Manuel de Frias (Vilar Formoso), José Joaquim Parreira (Pousade), José Manuel Andrade Malaca (Teixoso), Júlio César Silva (Guarda), Manuel Nogueira Gonçalves (Covilhã), Pedro Inácio Fernandes (Guarda), Raul António Ribeiro (Guarda).

Na homília, D. Manuel Felício lembrou que, “durante séculos, o Ministério Ordenado esteve concentrado na vida dos Presbíteros e dos Bispos”, mas que “desde o Concílio Vaticano II – e já lá vão quase 50 anos, pois começam a completar-se em 2012 – vem sendo pedido à Igreja que dê ao Ministério dos Diáconos o seu lugar e o seu espaço próprios na vida das diferentes comunidades cristãs”.

O Prelado pediu “a luz e a força do Espírito Santo” para a Diocese da Guarda saiba “percorrer os novos caminhos, onde, por vontade do Senhor Jesus, o exercício do Diaconado nas nossas comunidades tem de ter o lugar e o espaço que lhe são próprios”.

O Bispo da Guarda disse, aos que iam ser ordenados, que “pelo Sacramento da Ordem, no seu 1º grau, também vós ficais com a responsabilidade de dar expressão visível ao pastoreio do mesmo Cristo à frente da Igreja e das distintas comunidades que a constituem”. E acrescentou: “Por isso, o mesmo Cristo e Bom Pastor convida-vos, primeiro que tudo, a participar no discernimento, na identificação dos distintos carismas e ministérios necessários à vida das nossas comunidades; pede-vos que participeis activamente na sua formação adequada, que os estimuleis sempre no exercício das distintas responsabilidades que lhes foram confiadas; que participeis também na coordenação bem feita dos diferentes serviços que hão dar vida às comunidades”.

D. Manuel Felício explicou que “só uma verdadeira comunhão de ministérios – onde entram os ordenados e os não ordenados ou laicais – é caminho para constituir a verdadeira comunhão em Cristo, tanto no interior das comunidades cristãs como destas comunidades entre si”.

O Prelado convidou os novos Diáconos a exercer a comunhão em Cristo “nas distintas diaconias que a Igreja vos confia”, ou seja “a diaconia da Palavra, a diaconia da Liturgia e a diaconia da Caridade” e na “diaconia da Administração”.

Usando a linguagem do Directório adiantou que “ao diácono são confiadas todas as grandes responsabilidades inerentes ao pastoreio de uma determinada comunidade cristã”, isto sem esquecer o respeito, na comunhão dos ministérios.

À Comissão Diocesana promotora e coordenadora do Diaconado Permanente, o Bispo da Guarda pediu “empenho redobrado para fazer o acompanhamento dos diáconos no exercício do seu ministério; sobretudo que lhes seja garantido o necessário apoio espiritual e pastoral no exercício da missão que lhes é confiada”.