Bispo de Viseu, Dom António Luciano dos Santos Costa

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A cátedra da Sé da Guarda é uma das peças que integra a exposição ‘Na Rota das Catedrais – Construções (d)e Identidades’, que foi inaugurada esta terça-feira, 26 de Junho,

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Igreja/Património - Cátedra da Sé da Guarda integra exposição dedicada à Rota das Catedrais

A cátedra da Sé da Guarda é uma das peças que integra a exposição ‘Na Rota das Catedrais – Construções (d)e Identidades’, que foi inaugurada esta terça-feira, 26 de Junho, na Galeria D. Luís, Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa. A exposição reúne mais de 110 peças provenientes de catedrais e igrejas de Portugal continental, Madeira e Açores, algumas classificadas como Tesouros Nacionais, até 30 de Setembro.
Inserida no projecto “Rota das Catedrais”, resultante do acordo de cooperação entre o Ministério da Cultura e a Conferência Episcopal Portuguesa assinado em 2009, esta exposição pretende traduzir, globalmente, as diferentes dimensões do património catedralício distribuído de Norte a Sul do país, do Litoral ao Interior, passando pelas regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Desvendando as chaves para uma abordagem multifacetada, apresenta o que de melhor se produziu nas catedrais portuguesas, quer do ponto de vista do seu património material, como imaterial. ‘Na Rota das Catedrais – Construções (d)e Identidades’ é comissariada por Marco Daniel Duarte, historiador de arte e director do Museu do Santuário de Fátima. A inauguração exposição contou com a presença do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, e do cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente. Esta iniciativa é promovida pelo Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja e pela Direcção-Geral do Património Cultural.

Igreja - Viseu prepara entrada solene de D. António Luciano

O novo bispo de Viseu, D. António Luciano, entrará de forma solene na diocese a 22 de Julho, numa celebração que vai decorrer na Sé daquela cidade, às 16.00 horas. A paramentação será na Igreja da Misericórdia, seguindo o cortejo para a Sé Catedral onde terá lugar a celebração da Missa e a leitura da acta. A tomada de posse de D. António Luciano perante o Conselho de Consultores e o Cabido acontecerá no dia anterior, sábado, dia 21 de Julho.
A celebração de entrada solene, do dia 22 de Julho, “é aberta a toda a comunidade”, adiantou ao jornal A GUARDA, o Vigário Episcopal do Clero da diocese de Viseu, padre António Jorge. O novo bispo, ordenado na Sé da Guarda, no dia 17 de Junho, nasceu a 26 de Março de 1952, em Corgas, freguesia e paróquia de Sandomil (Seia), distrito e Diocese da Guarda, trabalhou como enfermeiro nos Hospitais da Universidade de Coimbra; ordenado padre em 1985, foi capelão no Hospital da Guarda e na Universidade da Beira Interior, onde foi professor, assim como na Universidade Católica, em Viseu. No fim da celebração de ordenação, D. António Luciano dirigiu palavras de agradecimento a todos os presentes e desejou “ousadia, renovação, força, coragem” para as dioceses de Viseu e da Guarda. O início do trabalho pastoral de D. António Luciano na Diocese de Viseu vai decorrer no dia 22 de Julho, sucedendo a D. Ilídio Leandro que pediu a resignação ao Papa Francisco por motivos de saúde.

85 anos depois de terem chegado à cidade - Servas de Nossa Senhora de Fátima fecham comunidade da Guarda

A Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima vai deixar a Guarda durante o mês de Julho. Depois de 85 anos ao serviço das pessoas da cidade e da Diocese, esta comunidade deverá abandonar a Guarda na semana de 16 a 22 de Julho.
Ao que o jornal A GUARDA conseguiu apurar, a explicação dada para o encerramento da comunidade tem a ver com a avançada idade das Irmãs que compõem actualmente a comunidade, a que se junta a dificuldade de acesso à igreja e aos locais de trabalho pastoral e a falta de condições para a continuidade do trabalho. A Irmã Deolinda Serralheiro, superiora da comunidade da Guarda, explicou que “as razões mais fundamentais só são conhecidas das superioras maiores, que tomaram esta decisão”. Para assinalar a despedida desta comunidade da Guarda, está agendada uma celebração eucarística de acção de graças pela presença desta Congregação na cidade, ao longo destes anos, que será presidida pelo bispo da Diocese, D. Manuel Felício, na Sé, no dia 15 de Julho, às 18.00 horas. Na hora da partida da Guarda “as Irmãs levam saudade e gratidão”, explicou Deolinda Serralheiro. E acrescentou: “Sentimos sempre as pessoas muito acolhedoras, educadas e amigas. O trabalho pastoral que realizámos foi bem aceite e apreciado pelas pessoas”. À medida que a notícia do encerramento da comunidade vai sendo conhecida “muitas pessoas mostram tristeza pela nossa partida e pedem que não as abandonemos, nomeadamente pela oração” desabafa Deolinda Serralheiro. As Irmãs vieram para a diocese da Guarda para trabalhar na Casa Veritas, na livraria e na tipografia, a pedido do bispo diocesano, há precisamente 85 anos. Além do seu trabalho profissional, as Irmãs faziam catequese a crianças nas Lameirinhas, colaboravam na liturgia das celebrações dominicais e eram visitadoras da cadeia. Anos mais tarde e com o aumento do número de Irmãs da comunidade, coordenavam a catequese paroquial e faziam catequese a crianças e adolescentes; ntegravam a equipa diocesana de catequese, colaboravam na liturgia dominical e asseguravam a exposição do Santíssimo Sacramento, adoração e recitação de Vésperas, aos domingos, na capela do Bonfim; distribuíam a comunhão aos doentes nas suas casas, colaboravam na pastoral juvenil e vocacional e davam especial atenção aos mais pobres, que assistiam, na sua residência. Em 2005, as Irmãs deixaram o trabalho na Casa Veritas, passando a dedicar-se exclusivamente à acção pastoral na paróquia e na Diocese. Actualmente, as Irmãs colaboravam na catequese de crianças e adolescentes, na paróquia, asseguravam a exposição do Santíssimo Sacramento, adoração e recitação de Vésperas, aos domingos, na capela do Bonfim, distribuíam a comunhão aos doentes nas suas casas e no Hospital Sousa Martins; colaboravam em acções pontuais de formação de cristãos adultos na paróquia, no arciprestado da Guarda e na diocese, a pedido dos párocos e do Bispo, respectivamente; integravam o Conselho de Pastoral Paroquial e a equipa de leitores da Sé; colaboravam no voluntariado na Casa de Saúde Bento Menni e davam especial atenção aos mais pobres, que assistiam, na sua residência. De acordo com o carisma da Congregação, de comunhão com a Igreja local, sempre estiveram disponíveis para colaborar na pastoral paroquial e diocesana. Apesar de fechar a casa da Guarda, a Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima vai continuar na Diocese, com a abertura de uma nova comunidade na cidade do Fundão. “As nossas superioras, em diálogo com o Senhor Bispo, tomaram a decisão de abrir uma nova comunidade no Fundão, com algumas Irmãs mais novas, a fim de continuarmos a nossa acção pastoral na Diocese”, adiantou Deolinda Serralheiro ao Jornal A GUARDA. Actualmente, a comunidade das Servas de Nossa Senhora de Fátima na Guarda é constituída pelas irmãs Alice Ribeiro Dinis Pedro, Deolinda da Encarnação Serralheiro, Maria da Piedade de Jesus e Maria dos Prazeres Farinha Marçal Pequito.

Cerimónia vai decorrer na Sé da Guarda - Cardeal Saraiva Martins assinala 30 anos de ordenação episcopal

Os trinta anos de ordenação episcopal do Cardeal José Saraiva Martins, natural de Gagos do Jarmelo, vão ser assinalados na Guarda, no dia 15 de Agosto. O programa que está a ser preparado consta da apresentação de um livro do prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos, da celebração de uma Missa de Acção de Graças e de um jantar comemorativo.
Tanto a apresentação do livro como a celebração da Missa terão lugar na Sé Catedral da Guarda, a que se seguirá a refeição convívio no Seminário da Guarda. Recorde-se que, em 26 de Maio de 1988, o Papa João Paulo II nomeou José Saraiva Martins como arcebispo titular e secretário da Congregação para a Educação Católica. A sua ordenação episcopal aconteceu há trinta anos, no dia 2 de Julho de 1988. O mesmo Papa nomeou-o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, no dia 30 de Maio de 1998,cargo que implica a dignidade cardinalícia. Foi criado cardeal pelo Papa João Paulo II, no Consistório de 21 de Fevereiro de 2001, tendo-lhe sido outorgado o título de cardeal-diácono de Nostra Signora del Sacro Cuore. Com a morte do Papa João Paulo II, D. José Saraiva Martins veio a ser confirmado no cargo pelo Papa Bento XVI a 21 de Abril de 2005. Em 9 de Julho de 2008 resignou ao cargo de prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. Após a resignação, D. José Saraiva Martins passou a deter o título de prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos. Em 24 de Fevereiro de 2009, o Papa Bento XVI nomeou D. José Saraiva Martins cardeal-bispo da Igreja Católica, com o título de cardeal-bispo de Palestrina.

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Encerramento das jornadas de formação do Clero

No encerramento das jornadas de formação do Clero

Aos Sacerdotes e Diáconos

Encerramos agora as nossas  jornadas anuais de formação, onde reflectimos sobre caminhos para “retomar a recepção do Concílio Vaticano II na nossa Diocese da Guarda”.

 

 

 

Quisemos olhar para o Concílio Vaticano II na perspectiva de definirmos um programa pastoral para a nossa Diocese, que ocupará os próximos anos, com o objectivo de retomar a sua recepção nas nossas comunidades.

Para isso, nestas jornadas, o nosso olhar foi duplo.

Primeiro, um olhar sobre o que foi a primeira recepção, há 50 anos e período de tempo subsequente. E pudemos contar com duas importantes contribuições para trazer à nossa memória este primeiro olhar. Uma delas foi o testemunho de três intervenientes directos nessa primeira recepção. Outra contribuição foi uma investigação para tese de doutoramento precisamente sobre este tema  e com o título “A recepção do Concílio Vaticano II na Diocese da Guarda”.

Foi para nós importante revisitar esta primavera de esperança que a chegada do Concílio desencadeou também na nossa Diocese. Não deixámos de constatar a principal dificuldade que se colocou nesta primeira recepção e que foi a de mudar as mentalidades, de facto, formatadas em compreensões da Igreja muitas distantes daquela que o Concílio apontou.

 

A parte final dos trabalhos foi o início de um outro olhar sobre o nosso futuro próximo, em que desejamos retomar a recepção do Concílio Vaticano II  na nossa Diocese da Guarda.

Nesta parte final, para onde quisemos orientar todos os trabalhos, depois de uma introdução sobre aspectos do modelo de Igreja proposto pelo Vaticano II, sacerdotes e diáconos procurámos, em conjunto, caminhos para a elaboração de um plano pastoral capaz de remotivar as nossas comunidades  e a nós próprios, que somos os mais directos responsáveis pela sua condução, para percorrer caminhos deste modelo de Igreja conciliar. Desejo, neste momento, registar algumas ideias que vão contribuir para a definição de objectivos e propostas de estratégias que o nosso plano pastoral há-de integrar e propor para a vida desta diocese nos próximos anos.

Entre elas destaco, agora, as seguintes:

 

*Sentimos necessidade de renovar a linguagem na comunicação com as pessoas. O aproveitamento das homilias e das celebrações litúrgicas, em geral, não está a ter os resultados desejados entre nós. Sentimos que temos de dar mais qualidade às celebrações e também que a Eucaristia, particularmente a dominical, não pode ser banalizada.

 

*Há necessidade de definir e compreender melhor os destinatários da mensagem que se quer transmitir; e nessa linha, crescer na capacidade de adaptar a linguagem aos diferentes destinatários, quer dentro quer fora da Igreja.

 

*Precisamos de continuar a fomentar a fraternidade sacerdotal, que o “Presbiterorum Ordinis” chama fraternidade sacramental também para podermos garantir testemunho credível em todo o processo da revisão das formas de ser Igreja das nossas comunidades, à luz do Concílio.

 

*Precisamos de continuar a promover condições para dar lugar a todos na construção da Igreja, segundo o modelo conciliar. E esse esforço tem de começar por nós prgias capazes de permitir a todo o Povo de Deus da nossa Diocese fazer ouvir a sua vozIgtreja proposto na Lumen Gentium os gruposóprios, enquanto Clero desta Diocese, pois ninguém pode dar o que não tem.

 

*Precisamos de continuar a formar e a dinamizar pastoralmente, a partir do modelo de Igreja proposto na Lumen Gentium os grupos de cooperadores pastorais de cada comunidade ou ligados ao mesmo pároco.

 

*Queremos criar condições e desenvolver estratégias capazes de permitir a todo o Povo de Deus da nossa Diocese fazer ouvir a sua voz sobre as várias preocupações existentes e outras que é preciso estimular.

 

*Também porque o número de sacerdotes tem diminuído nas últimas décadas, impõe-se abrir novos caminhos de pastoreio das nossas co­munidades paroquiais em que se veja claramente a complementa­ri­da­de e a comunhão dos diferentes ministérios ao serviço da comunhão da Igreja. São, por isso, para implementar soluções pastorais em que se confiem aos nossos  diáconos permanentes e mesmo a outros fiéis a responsabilidade directa por comunidades ou serviços pastorais determinados, como prevê o próprio código de direito canónico.

 

*Precisamos de aprofundar o esforço conjunto para a leitura dos sinais dos tempos e integrar o mais possível dados dessa leitura quer na elaboração inicial do nosso plano pastoral quer no decorrer da sua aplicação.

 

Estas e outras ideias que aguardamos da próxima reunião do Conselho Presbiteral e, a seguir, do Conselho Pastoral Diocesano, hão-de estar presentes no nosso plano pastoral que desejamos venha a marcar a vida da Diocese pelo menos até ao ano de 2016.

 

Foi preciosa  ajuda aquela que nos deu o Bispo Auxiliar de Braga D. Manuel Rodrigues Linda, com a apresentação inicial do que chamámos “A árvore do Concílio”, que iremos ter presente em todo o esforço para a retoma da recepção da mensagem conciliar, que, 50 anos depois, longe de ter perdido actualidade, mais a reforçou, dadas as condições da sociedade e da Igreja no momento actual.

 

 

Guarda, seminário Maior, 24 de Janeiro de 2013

 

+Manuel R. Felício, Bispo da Guarda