JavaScript is disabled!
To display this content, you need a JavaScript capable browser.

Ver Todos
Ver Todos

Ver Todos
Festa da Liga e encerramento do Jubileu do Sr. D. João de Oliveira Matos
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/162049retiro_13.jpglink
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/442421diocese_1.JPGlink
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/734423bispo_minas.jpglink
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/574498caridade.jpglink

O Secretariado da Liturgia da Diocese da Guarda vai promover formação para Ministros Extraordinários da Comunhão na Covilhã, em Gouveia e Guarda. A primeira formação será na Covilhã, no Centro Cultural,

Ver Mais

O Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses divulgou o programa de actividades que vai realizar ao longo do ano de 2018, na Diocese da Guarda. A primeira iniciativa

Ver Mais

Bispo da Guarda rezou junto da imagem de Santa Bárbara O Bispo da Guarda visitou as Minas da Panasqueira, no dia 18 de Janeiro, onde rezou junto da padroeira dos mineiros,

Ver Mais

No Seminário das Missões, em Viseu A "ação pedagógica no 1º ciclo e no ensino Secundário na disciplina de EMRC" vai estar no centro da reflexão dos professores na segunda

Ver Mais

Diocese - Formação para Ministros Extraordinários da Comunhão

O Secretariado da Liturgia da Diocese da Guarda vai promover formação para Ministros Extraordinários da Comunhão na Covilhã, em Gouveia e Guarda.
A primeira formação será na Covilhã, no Centro Cultural, no dia 2 Dezembro, entre as 10.00 e as 16.00 horas. Esta actividade tem em vista a formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão. Em Janeiro de 2018, no dia 13 a formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão, será em Gouveia, na Casa Rainha do Mundo e no dia 27 na Guarda, no Seminário Maior. Para os dias 3 e 10 de Fevereiro, na Covilhã, está marcado um Curso para Novos Ministros Extraordinários da Comunhão.

Diocese da Guarda - Actividades do Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses

O Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses divulgou o programa de actividades que vai realizar ao longo do ano de 2018, na Diocese da Guarda. A primeira iniciativa está anunciada para o dia 13 de Janeiro e será um Convívio com as Irmãs Carmelitas, no Carmelo da santíssima Trindade, na Guarda. O programa começa às 9.30 horas com a celebração da Missa no Carmelo. Segue-se o convívio com as Irmãs com partilha de cantares e de bens.
O Dia do Consagrado, 2 de Fevereiro, será assinalado com a celebração da Missa presidida pelo Bispo da Guarda, às 18.00 horas, na Sé Catedral da Guarda. Na altura haverá a celebração das Bodas de Vida Consagrada das consagradas da Diocese. Em Fevereiro, no dia 17, tem lugar o retiro de início da Quaresma, orientado pelo Padre José Miguel Barata Pereira, Reitor do Seminário Maior de Cristo Rei, Lisboa, Responsável pelo departamento de Pastoral Vocacional e do Diaconado Permanente, em Lisboa. O retiro vai decorrer no Seminário Maior da Imaculada Conceição, na Guarda. No dia 26 de Maio, haverá manhã de formação para consagrados e aberta a todo o Povo de Deus, sobre o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”, no âmbito do Sínodo dos Jovens em Roma, no mês de Outubro. Este trabalho, que decorre no Seminário Maior da Guarda será orientado pela Irmã Paula Jordão, Missionária Verbum Dei, Licenciada em Teologia e Mestre em Formadora por Salamanca e com uma larga experiência em Pastoral Juvenil. Haverá também um painel de testemunhos de jovens vocacionados.

D. Manuel Felício visitou o complexo mineiro da Panasqueira

Bispo da Guarda rezou junto da imagem de Santa Bárbara O Bispo da Guarda visitou as Minas da Panasqueira, no dia 18 de Janeiro, onde rezou junto da padroeira dos mineiros, benzeu uma máquina que vai melhorar as condições de trabalho e esteve com os trabalhadores.
À entrada da mina, o bispo da Guarda presidiu a uma oração diante do nicho de Santa Bárbara, pediu a sua protecção para todos os que diariamente passam junto da padroeira dos mineiros antes de uma jornada de trabalho. Em declarações à Agência ECCLESIA, D. Manuel Felício disse que “todos os anos” procura passar pelas minas, onde encontra “gente acolhedora” que “escuta com muita atenção e que dá valor ao esforço que a Igreja faz no seu acompanhamento”. As minas da Panasqueira estão em laboração há 130 anos e foi na Segunda Guerra Mundial que viveram um grande crescimento impulsionado pela procura do volfrâmio. Actualmente o volfrâmio continua com muita procura, sendo o das Minas da Panasqueira considerado o melhor do mundo, procurado para enriquecer o volfrâmio chinês, de menor qualidade. O complexo mineiro da Panasqueira chegou a ser habitado por 10 mil pessoas, nos anos 40 do século XX, e actualmente continuam a chegar muitas pessoas, vindas de todas as partes do país, para trabalhar na exploração do minério, dando à localidade dinamismo que não se encontra na região. A densidade populacional motivou a presença da estruturada da Igreja Católica, hoje a cargo do padre André Roque, capelão da Panasqueira e pároco de localidades vizinhas. Depois de visitar diversas estruturas deste complexo mineiro, o bispo da Guarda presidiu à Eucaristia celebrada na Igreja da Barroca Grande, participada por muitas crianças que fazem a sua preparação cristã no Centro Pastoral para a Família Mineira. José Luís, colaborador da mina, técnico de segurança, disse à Agência ECCLESIA que o bispo da Guarda é uma presença sempre “muito aguardada”. “É sempre bom ter aqui o nosso bispo, é um incentivo para toda esta gente e alguém muito estimado por mineiros e administradores da empresa”, sublinhou. “Gostaria e tenho esperança que, para o ano, possamos celebrar a missa no interior da mina”, disse José Luís.

Encontro (inter) diocesano para docentes de Educação Moral e Religiosa Católica

No Seminário das Missões, em Viseu A "ação pedagógica no 1º ciclo e no ensino Secundário na disciplina de EMRC" vai estar no centro da reflexão dos professores na segunda de oito «Formações (inter) diocesanas para docentes de EMRC».
A iniciativa, uma parceria entre o Secretariado Nacional da Educação Cristã e os Secretariados Diocesanos de EMRC, vai decorrer durante o primeiro trimestre deste ano em oito dioceses diferentes (Porto; Braga; Coimbra; Viseu; Lisboa; Beja; Funchal e Ponta Delgada). A segunda edição acontece no próximo sábado, dia 27 de Janeiro, em Viseu, com início previsto para as 9.30 horas, e vai contar com uma conferência de Ana Costa Oliveira, docente da Universidade Católica (UCP), que irá reflectir sobre o tema «Desenvolvimento sócio-moral e religioso na infância». Pelas 11.30 horas, o sociólogo Alfredo Teixeira, da UCP, apresenta o tema « As novas adolescências: os quadros sociossimbólicos da experiência crente» Esta formação vai contar, ainda, com a “partilha de experiências pedagógicas significantes no 1º ciclo do EB e no Ensino Secundário” de modo a permitir "em contexto de auto-aprendizagem desenvolver uma leccionação reflexiva entre os docentes". Estas acções, têm por base os seguintes objectivos: Reflectir sobre a missão do docente de EMRC; Fornecer perspectivas educativas para melhor compreender a infância e a adolescência nas suas dimensões simbólica, moral e religiosa; Partilha de experiências pedagógicas significantes no 1º ciclo do EB e no Ensino Secundário; Proporcionar momentos de encontro entre docentes, favorecendo o trabalho cooperativo. O II Encontro (inter) diocesano para docentes de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) destina-se aos docentes que leccionam nas diocese de Aveiro, Guarda, Lamego e Viseu, para o qual se esperam cerca de cem participantes.

Galeria Multimédia

JavaScript is disabled!
To display this content, you need a JavaScript capable browser.

Ver Todos
Ver Todos

Ver Todos

Receba a nossa newsletter:


Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Festa da Liga e encerramento do Jubileu do Sr. D. João de Oliveira Matos

Festa da Liga e encerramento do Jubileu do Sr. D. João de Oliveira Matos

Encerramos hoje o ano Jubilar comemorativo dos 50 anos passados sobre a morte do Sr. D. João de Oliveira Matos. Este Jubileu fica marcado por um acontecimento  que a todos nos alegra e abre caminho para a beatificação esperada. Trata-se do reconhecimento das virtudes heroicas do Sr. D. João em decreto aprovado pelo Santo Padre e assinado pelo Prefeito da Congregação para a Causa dos santos. Com este decreto,  o Sr. D. João é também declarado Venerável.

 

 

Quisemos viver este ano jubilar dando cumprimento às recomendações que oportunamente nos fez o Prefeito da Congregação para as causas dos Santos, principalmente mantendo a atitude de espera activa. E explicou-nos  que espera activa significa oração constante, por um lado e, por outro, esforço por conhecer e dar a conhecer as virtudes heróicas deste candidato às honras dos altares pela beatificação e depois pela canonização. Nós procurámos, ao longo deste ano jubilar, corresponder a este apelo do Cardeal Prefeito com várias iniciativas de oração e de aprofundamento da espiritualidade do Fundador da Liga dos Servos de Jesus.  Destaca-se o Congresso  com que se abriu este ano Jubilar, iniciativas de retiros e formação promovidas pelas diferentes casas da Liga dos Servos de Jesus, assim como a divulgação dos escritos do Sr. D.João. A resposta ao apelo do Cardeal Prefeito não fica completa com estas iniciativas levadas a cabo durante o ano Jubilar e por isso o seu encerramento no dia de hoje é mais um apelo para continuarmos sobretudo em oração constante para que a glória de Deus se manifeste à Igreja e ao  mundo na vida e obra  do Venerável Sr.D.João e também para que as suas virtudes agora declaradas heroicas sejam conhecidas e imitadas por crescente número  de pessoas.

É de grande significado para o Venerável Sr. D.João que o aniversário da sua morte seja sempre acompanhado pela memória litúrgica do martírio de  João Baptista. Ser mártir é ser testemunha, contra ventos e marés do próprio Senhor Jesus e da sua entrega até ao sacrifício da Cruz pela Salvação do mundo, em defesa da Verdade e da Justiça. Foi o que aconteceu com João Baptista. Para defender a verdade e a justiça que estavam a ser atraiçoadas pelo próprio Rei, sacrificou a sua vida. É certo que ele era estimado pelo rei, que gostava da relação com ele; é certo que a firmeza das suas convicções e a clareza com que as apresentava lhe grangeavam o respeito generalizado das pessoas e mesmo dos ambientes da corte. Todavia, os  interesses instalados de quem sem escrúpulos troca a verdade pelas conveniências do momento e procura manipular o poder a seu favor  com sacrifício da justiça ditaram o martírio de S. João  Baptista. Aconteceu com João Baptista, mas acontece também com o profeta Jeremias cujas palavras incómodas lhe grangearam a oposição dos responsáveis pela condução da Sociedade. E não podemos esquecer que nesta relação sempre difícil entre a verdade e a justiça e os interesses ligados à condução de vida social os compromissos de quem ocupa os lugares de  governo são  muitas vezes obstáculo  ao triunfo da verdade e da defesa dos autênticos direitos das pessoas. Foi o caso de Herodes a quem faltou a coragem de decidir a favor da verdade, mas também o caso dos chefes do povo no tempo de Jeremias e tantos outros que não cessam de se repetir  em todos os tempos e também no nosso tempo. Porém a decisão que deve ser tomada está definida nos termos com que o próprio Deus se dirige à pessoa de Jeremias, que passava por momentos de apuro diante da oposição dos que não queriam aceitar as suas orientações: “cinge os teus rins e levanta-te para ires dizer tudo o que eu te ordenar. Não temas diante deles, senão serei a fazer-te temer a sua presença”.

É a coragem da verdade que aqui está em causa e quem decididamente opta por  ela sabe que nunca estará sozinho, porque nele se cumprem sempre as palavras consoladoras que o próprio Deus dirige a Jeremias: “eu estou contigo para te salvar”.

A certeza de que Deus está connosco e nos acompanha principalmente nos momentos difíceis é uma força que vence todas as oposições e obstáculos.

Foi isso o que aconteceu com o Venerável Sr. D.João de Oliveira Matos. Sendo pastor de clarividência notável, deixou-se apaixonar por Cristo e pela sua Igreja de tal maneira que só tinha um objectivo na sua vida – contribuir para fazer reinar Jesus Cristo na Igreja e no mundo. “É preciso que Ele reine”; e isso basta, podemos nós acrescentar.

Com esta sua paixão por Cristo e pela Igreja, o Venerável D.João de Oliveira Matos interpela-nos e não nos pode deixar indiferentes. Interpela a Liga dos Servos de Jesus enquanto seu Fundador; interpela o nosso Presbitério na pessoa do seu Bispo e dos outros sacerdotes; interpela a nossa Diocese pela qual ele se entregou em verdadeiro sacrifício até ao limite das suas forças físicas; enfim em todos agudiza a responsabilidade de promover as vocações sacerdotais e as outras de especial consagração, que continuam a ser decisivas para o crescimento da Igreja e do Reino de Deus.

Ao encerrar o ano Jubilar do Senhor D. João, é em primeiro lugar a Liga dos Servos de Jesus a sentir-se interpelada pelo seu próprio Fundador. E, neste momento,  ele pede-lhe um regresso decidido ao cumprimento da missão para que foi criada. As constituições inserem a missão da Liga na própria missão da Igreja, com  identificação  explícita dos seus 3 aspectos, a saber: a acção evangelizadora; a acção santificadora, sobretudo através da oração e da  oferta com Jesus na Eucaristia;  a acção sócio-caritativa, pela  prática das obras de misericórdia. Não pode esquecer a Liga dos Servos de Jesus que entre os meios criados e muito recomendados pelo seu Fundador está a vida em comunidade, sempre ao serviço da comunhão da Igreja e das diferentes pessoas e serviços que trabalham no seu  crescimento. E mesmo dentro da Liga dos Servos de Jesus a vida em comunidade ligada ao compromisso com os conselhos  evangélicos é uma opção. Isto quer dizer que se pode pertencer à Liga dos Servos de Jesus sem fazer este compromisso; mas quem o faz tem de assumir a coragem de o levar a sério até às últimas consequências nomeadamente com a completa partilha de vida,  a começar pelos seus aspectos materiais. E a vida em comunidade para ser verdadeiramente sinal do amor de Deus e disponibilidade visível para a construção do seu Reino através daquilo que a Igreja nos pede não pode ter como regra última a vontade pessoal de cada um e de cada uma, mas a vontade de Cristo e da Igreja interpretada pela autoridade legitimamente constituída. É esse o sentido da obediência que faz parte dos compromissos assumidos por quem se decide pela vida em comunidade.

O Sr. D.João como pastor zeloso que deu a sua vida pela nossa Diocese até ao limite das suas forças físicas é hoje também uma séria interpelação pastoral para o nosso Presbitério, constituído pelo Bispo e pelos outros sacerdotes. A proximidade com que ele lidava  com as pessoas e com as comunidades, o tempo que gastava no confessionário, o empenho em promover e orientar retiros através de toda a Diocese, o discernimento que sabia fazer para identificar essas almas eleitas de que o próprio Deus se queria servir para fazer crescer a Igreja são apelos para a acção pastoral ajustada aos diferentes ambientes que ele continua a fazer-nos a nós sacerdotes. E esta é, portanto, a hora de também nós Presbitério da Guarda, revermos a nossa acção pastoral à luz deste pastor insigne que o foi também da grei que hoje nos está confiada. Não posso deixar de lembrar uma confidência que nos fez em  tempo oportuno o Cardeal Prefeito da Congregação  para as causas dos  Santos ao dizer que a Igreja também  nestas causas está hoje especialmente sensível ao exemplo de pastores que se notabilizaram no serviço sacerdotal à  vida do Povo de Deus. Portanto, saibamos nós, sacerdotes e Presbitério acolher a herança do Sr. D. João – a Paixão por Cristo e pela sua Igreja  levada ao limite das nossas forças.

Para além do seu  Presbitério, é também toda a Diocese  da Guarda que se sente interpela por este pastor exemplar. O Senhor D.João, tendo falecido no ano em que se realizou a 1ª sessão do Concílio Vaticano II, mas três meses antes, não participou neste acontecimento que marcou a vida da Igreja e da própria  sociedade  muito profundamente. Mas  teve, na sua acção pastoral, muitas intuições que anteciparam o próprio Concílio. Uma delas foi levar a sério a participação dos leigos na vida e na acção pastoral da Igreja e de forma organizada, como é o caso da Liga dos Servos de Jesus. Por isso sentimos que nesta hora, o Sr. D. João nos está a convidar para voltarmos de novo a nossa  atenção para o Concílio Vaticano II, procurando levá-lo a sério nos apelos que faz para renovação da vida das nossas comunidades. Contamos, por isso,  com a sua intercessão junto do Senhor para que o nosso programa pastoral de reencontro com o Concílio leve à renovação de todas as nossas pessoas e comunidades espalhadas pela Diocese.

Finalmente, de olhos postos na figura do Sr. D. João sentimos mais ao vivo hoje a responsabilidade  de promover as vocações sacerdotais e outras de especial consagração na nossa Diocese. Somos uma diocese que foi alfobre de muitas vocações sacerdotais e outras de especial consagração, algumas delas que serviram e continuam a servir  outras dioceses e congregações religiosas sobretudo missionários. Esta é a hora  de todos nos remotivarmos para poder haver um verdadeiro relançamento desta pastoral  das vocações através de toda a nossa Diocese. Nela queremos ver  empenhados todos os sacerdotes, todos os membros da Liga em rede com outros agentes pastorais e serviços das comunidades espalhados pela Diocese. Desejamos, nesta  hora de encerramento do ano Jubilar do Venerável Sr. D. João, pedir uma especial bênção de  Deus para que a hora de relativa crise na promoção das vocações sacerdotais que estamos a atravessar possa motivar-nos a todos para um trabalho de colaboração em favor deste serviço que é fundamental na vida da Igreja.

A todos convido para mantermos este espírito jubilar para além do ano que hoje encerramos; espírito de verdadeiro júbilo vivido em autêntica espera activa até à  beatificação e canonização do nosso Venerável Sr. D.João de Oliveira Matos.

 

Outeiro de S.Miguel, 29 de Agosto de 2013

 

+Manuel da Rocha Felício, Bispo da Guarda