JavaScript is disabled!
To display this content, you need a JavaScript capable browser.

Ver Todos
Ver Todos

Ver Todos
48º Dia Mundial da Paz
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/924503cartaz_vocacoes_2018.pnglink
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/676391Biso_D._Manuel_Fel__cio_007.jpglink
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/835372Um__Silencio_Cheio_de_Rosas.jpglink
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/864245P__voa_do_concelho.JPGlink

A Igreja Católica em Portugal vai viver a Semana de Oração pelas Vocações, este ano com propostas da Diocese de Bragança-Miranda, incluindo um vídeo com jovens. O guião nacional para

Ver Mais

Com data de 16 de Abril, D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, divulgou a seguinte mensagem para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações que se celebra este domingo, 22

Ver Mais

No dia 24 de Abril, a Casa de Saúde Bento Menni, na Guarda, celebra o seu patrono e fundador da Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, S.

Ver Mais

O Padre João Miguel de Barros foi homenageado, a título póstumo, pelos paroquianos de Póvoa do Concelho, Feital e Vale de Mouro, no último domingo, 15 de Abril. “Foi um dia

Ver Mais

Semana de Oração pelas Vocações apresenta proposta de felicidade pela voz dos jovens

A Igreja Católica em Portugal vai viver a Semana de Oração pelas Vocações, este ano com propostas da Diocese de Bragança-Miranda, incluindo um vídeo com jovens.
O guião nacional para iniciativa inclui a mensagem do Papa Francisco, uma proposta de rosário vocacional e Lectio Divina, uma vigília de oração e catequeses para crianças e para jovens. O Secretariado da Pastoral Juvenil e Vocacional da Diocese de Bragança-Miranda chamou os jovens no hino “É Cristo que me chama a ser Feliz”, gravado em vídeo, bem como um conjunto de propostas para apoiar as comunidades, os grupos de catequese e de formação, nomeadamente nas celebrações. A semana de Oração pelas Vocações começa a 15 de Abril e termina Domingo, 22 de Abril.

Domingo do Bom Pastor – 22 de Abril - Mensagem de D. Manuel Felício para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações

Com data de 16 de Abril, D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, divulgou a seguinte mensagem para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações que se celebra este domingo, 22 de Abril:
“Celebramos no próximo domingo, o Domingo do Bom Pastor, o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, o que acontece pela 55ª vez. Para este ano, em que se realiza, no próximo mês de Outubro, o Sínodo sobre os jovens, a Fé e o discernimento vocacional, o Papa Francisco propõe as seguintes três atitudes para todos cultivarmos: escutar, discernir e viver o chamamento do Senhor. Sobre a atitude do escutar, lembra-nos o Papa Francisco que Deus vem de forma discreta, sem se impor à nossa liberdade. Daí a redobrada atenção que cada um deve dar aos sinais discretos desta presença de Deus, que sempre interpela cada um pessoalmente para percorrer o seu caminho próprio ou seja a sua vocação. Sobre a atitude do discernir, remete-nos para o que diz o documento preparatório do Sínodo, onde se afirma que o discernimento espiritual é um processo pelo qual cada pessoa, em diálogo com Deus e na escuta da voz do Espírito, realiza as suas opções fundamentais, a começar pela do estado de vida. Temos de reconhecer que o grande défice do percurso das pessoas em geral, a começar na idade juvenil, é a falta de ambientes e de disponibilidade pessoal , mas também de alguma ajuda externa para que esta caminhada de discernimento se faça. Parece que a vocação de cada pessoa é o que menos conta nos percursos de formação oferecidos na actualidade. Sobre o viver em resposta ao chamamento do Senhor, diz o Papa que essa é a grande urgência na vida de cada pessoa. Daí ser necessário que cada um assuma o risco de fazer escolhas, segundo a certeza de que viver é escolher. Por isso, quem escolhe bem vive bem, quem escolhe mal vive mal e quem não é capaz de assumir o risco da escolha ainda vive pior. Por isso o Papa continua a dizer-nos que a vocação não é algo do passado ou que se possa adiar indefinidamente para o futuro, mas de hoje. Sendo assim, cada um é chamado a ser testemunha do mesmo Senhor, quer na vida matrimonial, que no ministério ordenado, quer na vida de especial consagração Cumpre-nos criar as condições, nas famílias, nas comunidades paroquiais e outras, e também nos ambientes da vida em sociedade, para que o discernimento vocacional possa acontecer, na vida de cada um, a começar pelas idades iniciais”.

Casa de Saúde Bento Menni celebra Dia da Família Hospitaleira

No dia 24 de Abril, a Casa de Saúde Bento Menni, na Guarda, celebra o seu patrono e fundador da Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, S. Bento Menni.
O programa começa às 11.00 horas, no momento de acção de graças e de louvor com a celebração da Eucaristia. Depois do almoço convívio de colaboradores, voluntários e irmãs segue-se o “Ringue da Hospitalidade” (14.30 horas). Uma dinâmica que envolve equipas de colaboradores na defesa dos valores institucionais. Neste 1º ringue encontram-se a ética-em-toda-a-actuação e acolhimento-libertador. As actividades terminam às 18.00 horas, com a presentação do caderno de poesia – “Um Silêncio cheio de Rosas”, da autoria de Maria de Lurdes Ribeiro, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

Póvoa do Concelho - Trancoso - Homenagem ao Padre João Miguel de Barros

O Padre João Miguel de Barros foi homenageado, a título póstumo, pelos paroquianos de Póvoa do Concelho, Feital e Vale de Mouro, no último domingo, 15 de Abril.
“Foi um dia verdadeiramente emotivo e perpassou o sentimento de que a homenagem a este grande homem e sacerdote já deveria ter acontecido”, disse o actual pároco destas paróquias, Carlos Manuel Helena. E acrescentou: “O tempo não conseguiu apagar as boas memórias de tantas pessoas que sentiram o cuidado e a proximidade deste sacerdote”. As paróquias de Póvoa do Concelho, Feital e Vale de Mouro, “passados 51 anos após a sua inesperada morte, quiseram manifestar o seu tributo à sua vida e obra que ainda permanece na memória de todos os que conviveram com ele”. O Padre João Miguel de Barros nasceu em 1909, na freguesia de Pousafoles, concelho do Sabugal. Aos 14 anos entrou no Seminário Menor do Espírito Santo, em Viana do Castelo. Foi ordenado sacerdote no dia 7 de Setembro de 1935. Seguiu, nesse mesmo ano, para as Missões de Angola, onde foi colocado pelos Superiores da Congregação na Missão Católica de Malange, na qual permaneceu em missão de serviço, dedicado à evangelização até 1940. Em 1941, enfrenta novo desafio missionário na Missão Católica dos Bângalas, próximo de Malange, na qualidade de professor, acumulando com o cargo de Superior da instituição e sede do Seminário com o mesmo nome. Em 1943 vem à Metrópole em gozo de período de férias e não regressou à Missão dos Bângalas, por motivo de saúde de um familiar próximo. Em 11 de Abril de 1944 foi nomeado para as paróquias de Feital, Vale de Mouro e Póvoa do Concelho. Nestes lugares do concelho de Trancoso o padre João Miguel de Barros lançou mãos à obra nas seguintes áreas de acção: Dinamização da liturgia; coordenação da catequese nos diferentes grupos etários; planeamento e ensino da disciplina de Religião e Moral Católica nas Escolas Primárias; intervenção na pastoral dos doentes; promoção das Irmandades; apoio à família; preparação de jovens casais para o casamento; estímulo na constituição do grupo coral; organização de excursões a Fátima; administração, manutenção e conservação dos bens patrimoniais da igreja. No âmbito social destacou-se na aplicação do Programa Alimentar da Cáritas Americana nas paróquias; na prestação de serviço gratuito às pessoas nos cuidados primários de saúde; na introdução de hábitos de higiene; na ampliação de intervenção no auxílio aos lavradores no campo sanitário dos animais domésticos. Morreu com 57 anos, no dia 3 de Abril 1967. Foi enterrado no cemitério de Pousafoles do Bispo.

Galeria Multimédia

JavaScript is disabled!
To display this content, you need a JavaScript capable browser.

Ver Todos
Ver Todos

Ver Todos

Receba a nossa newsletter:


Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
48º Dia Mundial da Paz
alt Dia 1 de janeiro de 2015 – Homilia de D. Manuel Felício Louvemos o Senhor que nos dá a graça de iniciarmos mais um ano. Agradecemos-lhe o tempo que até agora nos deu para vivermos e peçamos a sua graça e companhia, ao começarmos um novo ano. Iniciamos este novo ano sob a protecção de Nossa Senhora, pois que hoje celebramos a solenidade de Santa Maria Mãe de Deus. Como é habitual, o Santo Padre, o Papa Francisco, ofereceu à Igreja e também à sociedade uma mensagem sobre o 48º Dia Mundial da Paz, que hoje se celebra. E o assunto que nela nos é proposto vem enunciado também na leitura da carta aos Gálatas que hoje escutámos e onde se diz: “Já não és escravo, mas filho”. Já não escravos, mas irmãos é o título que o Santo Padre dá à mensagem, que, no dia de hoje, dirige à Igreja e ao mundo. O tempo que passa é sempre a oportunidade que Deus nos dá para nos abrirmos à sua oferta de salvação; a oportunidade de colaborarmos com Ele na obra de levar a criação ao seu pleno cumprimento. Podemos dizer que o tempo nos dá a oportunidade de completarmos, em comunhão com o criador, a obra por Ele iniciada. E é também pela forma como fazemos a gestão do nosso tempo, o aplicamos desta ou daquela forma, como o aproveitamos mais ou aproveitamos menos que seremos julgados. Ou melhor, já estamos a ser julgados em cada momento que passa, por nós mesmos e pelas outras pessoas, atendendo à obra realizada. Em todo este processo, em que somos chamados a aproveitar o tempo para nossa construção pessoal e comunitária e para organizar o mundo que nos envolve, não estamos sozinhos, porque Deus está sempre connosco, acompanha-nos, embora discretamente, em tudo o que decidimos e realizamos. Mas precisamos de estar também com outras pessoas e que elas estejam connosco, sempre no propósito de fazer pro¬gredir a sociedade e o mundo em contínuo aperfeiçoamento. Esse é o sentido da bênção que Deus, através de Moisés e seus colaboradores, distribui pelo povo, como refere o Livro dos Números. A companhia de Deus faz-se sentir na protecção que Ele constantemente nos dispensa, mas sobretudo no facto de Ele se querer comunicar ao mundo através da vida de cada pessoa e sua comunidade, depois de se ter revelado, em plenitude, na Pessoa de Seu Filho Único Jesus Cristo. Por isso, a máxima expressão da dignidade de cada pessoa dá-se quando ela sente que é amada por Deus, mandatada para O anunciar e portadora dos seus bens. E entre esses bens, o Livro dos Números hoje enumera a paz. De facto, a paz, tão desejada por todos os seres humanos, mas tão fragilizada pelos muitos erros de pessoas e grupos, continua a ser um bem essencial, embora escasso, um bem que só o esforço dos políticos e as estratégias deste mundo não conseguem realizar. Mas nós continuamos a acreditar que a paz é possível, porque absolutamente necessária ao bem estar da humanidade e porque o próprio Deus não cessa de no-la oferecer. Já não somos escravos, mas irmãos, escreve o Papa em título da sua mensagem para o dia de hoje. E vai buscar um exemplo bíblico descrito por S. Paulo, na sua carta a Filémon, onde o apóstolo recomenda a Filémon o escravo Onésimo, a fim de o tratar não já como escravo, mas como irmão em Cristo, porque baptizado. Este exemplo bíblico dado pelo Papa Francisco, indica, de facto, que, ao longo da história humana, houve períodos muito prolongados em que a escravatura de pessoas humanas era aceite e reconhecida pelas leis vigentes, como sendo um facto de direito. E essa situação histórica, mesmo nos países ditos evoluídos, passou pelo século das luzes, pois só no século XIX se deu por anulada a aceitação legal da escravatura no mundo livre, assim chamado. Como a este propósito refere o Papa, hoje, na sequência de uma evolução positiva da consciência da humanidade, a escravatura foi formalmente abolida no mundo. Mas, apesar deste passo, altamente positivo na história da humanidade, continua o Papa, ainda hoje há milhões de pessoas privadas da liberdade e constrangidas a viver em condições semelhantes às da escravatura. E enumera uma série de situações que, por si mesmas, constituem novas formas de escravatura. É o caso de pessoas obrigadas a trabalhar em condições desumanas e de outras a quem pura e simplesmente é negado o direito ao trabalho. São casos de migrantes enganados ou a quem se retira a possibilidade de reclamarem os seus direitos. O Papa enumera também casos de compra e venda de pessoas para fins de utilização de seus órgãos ou para comércio sexual. Denuncia igualmente o facto de continuar a haver crianças maltratadas até à morte, outras vezes obrigadas a pegar em armas ou então sequestradas para serem utilizadas como moeda de troca por grupos terroristas. Por estranho que pareça, práticas como estas estão a acontecer em pleno século XXI e constituem por si mesmas desafio à consciência da humanidade, na medida em que significam, de facto, um retrocesso na caminhada civilizacional, feita principalmente nos últimos séculos, rumo à defesa sem condições da dignidade da pessoa humana. E, na realidade, é a defesa da dignidade de cada pessoa e de todas as pessoas que está em causa. Porque nunca pessoa alguma pode ser tratada como objecto de que outros possam dispor seja para que fins for. Pelo contrário, cada pessoa é sempre sujeito e como tal indisponível para qualquer espécie de manipulação. A sua liberdade e autonomia são bens inalienáveis, como também a vocação para a comunhão e a relação fraterna, que tem de ser promovida por todos e em todo o lugar. É por isso que as pessoas têm de estar sempre em primeiro lugar, quando se trata de organizar a sociedade, a começar pelos processos económicos de produção e consumo. Precisamos de ver, nas nossas sociedades, com mais transparência, que a economia está sempre ao serviço das pessoas e nunca as pessoas instrumentalizadas pela economia, seja em que circunstâncias for. E aqui é legítimo pedir aos responsáveis pela organização da sociedade, como o faz o Papa, vigilância constante e de forma concertada entre as várias instâncias responsáveis pela promoção do bem das pessoas e das comunidades. O Papa Francisco diz que, nesta matéria, é preciso prevenir, quanto possível, mas também, quando as circunstâncias o exigem, urge utilizar as competências da autoridade, incluindo o recurso aos tribunais. Iniciamos o novo ano invocando a protecção de Nossa Senhora, na solenidade que lhe é dedicada de Santa Maria Mãe de Deus. De Maria nasceu Jesus Cristo, a grande bênção para toda a humanidade. Como diz a carta aos Gálatas que hoje lemos, Jesus Cristo, nascido de uma mulher como qualquer outro ser humano, neste caso nascido de Maria Santíssima, sua Mãe, é o grande dom de Deus á humanidade. N´Ele e por Ele cada pessoa é chamada a assumir o estatuto de filho de Deus. Em Cristo tornamo-nos filhos adoptivos de Deus, como lembra S. Paulo e desse estatuto faz parte que já não somos escravos, mas filhos e, portanto, livres. É essa liberdade de filhos de Deus que, concretamente ao longo de todo este ano, queremos cultivar para nosso bem e de toda a sociedade. E queremos cultivá-la em nós, mas também ajudar outros a progredirem na mesma liberdade. Como aconteceu com os pastores que se dirigiram apressadamente ao encontro do Menino anunciado pelo anjo, também nós queremos experimentar a alegria do encontro com o Salvador Jesus Cristo, ele que é o fim de todas as escravaturas e a fonte da verdadeira liberdade. Como Maria guardava e meditava em seu coração as maravilhas do próprio Deus revelado na pessoa de Cristo, também nós desejamos progredir na descoberta do Mistério do nosso Salvador Jesus Cristo com todas as suas implicações na construção da vida das pessoas e da própria sociedade. O ano de 2015 é também o ano da realização do Sínodo Ordinário sobre a Família, depois do Sínodo extraordinário realizado em Outubro passado. Que Maria Santíssima, Senhora Mãe de Deus e nossa Mãe, proteja todas as família e nos ajude a participar activamente, com entusiasmo e à nossa medida, na preparação do próximo sínodo sobre a Família, que se reunirá em Roma no mês de Outubro deste ano. Que a bênção de Deus e a protecção de Nossa Senhora estejam com todos nós ao longo do novo ano que hoje começa. Seia, 1 de janeiro de 2015 +Manuel R. Felício, bispo da Guarda