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Comunicação de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda: Rev. dos padres e diáconos Estimados Religiosos e Religiosas ou fiéis em outras formas de especial consagração, Caríssimos leigos e leigas, investidos em vários serviços

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Assembleia Diocesana 2017

Comunicação de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda:
Rev. dos padres e diáconos Estimados Religiosos e Religiosas ou fiéis em outras formas de especial consagração, Caríssimos leigos e leigas, investidos em vários serviços na vida da igreja e vocacionados para a relação com o mundo, Caros delegados a esta assembleia; Irmãos em Cristo e amigos: Convosco dou abundantes graças a Deus por estarmos, finalmente, na 1ª sessão da nossa assembleia diocesana. Preparamo-la desde há quase quatro anos a esta parte. E na sua preparação usámos um primeiro instrumento para oferecer a todos a possibilidade de se pronunciarem sobre as grandes questões que nos preocupam e motivar as nossas comunidades, particularmente através dos seus mais directos colaboradores, a participarem na caminhada que nos conduziu ao dia de hoje. Esse primeiro instrumento foram os cadernos de orientação e deles o primeiro centrou-se na realidade da Igreja, tal como Jesus a fundou, o Evangelho a configura e o Concílio Vaticano II a reapresenta, em termos ajustados aos tempos e à cultura de hoje. É desse mesmo assunto que vamos tratar principalmente na presente sessão da nossa assembleia. Outro importante instrumento foi o documento preparatório, a que demos o nome técnico de “Instrumentum laboris” e que pretendeu assumir os pontos mais importantes das diferentes reflexões e comentários feitos na base, a partir dos referidos cadernos de orientação. Este documento foi trabalhado nas diferentes estruturas de participação que precisamos de valorizar cada vez mais na nossa vida comunitária, a saber: a) os conselhos paroquiais e interparoquiais, os conselhos pastorais arciprestais, o conselho pastoral diocesano e o conselho presbiteral. Trabalho decisivo desempenhou até agora a mesa desta nossa assembleia diocesana quer na feitura do dito “Instrumentum laboris” quer na recolha das sugestões e comentários que chegaram das diferentes instâncias que o trabalharam. Com base nelas elaborou as 20 proposições que nos foram enviadas e constituem a base do nosso trabalho de hoje. Felizmente que foi possível a cada um de nós recebê-las em sua casa para as ler antecipadamente, reflectir e eventualmente dialogar sobre elas com mais alguém, podendo agora estar em condições de as analisar em grupo e votar em plenário. Centrando-se estas 20 proposições no modelo de Igreja que nos cumpre viver e testemunhar nos dias de hoje, há grandes preocupações de fundo que vamos ter presentes ao analisá-las e votá-las. Cito algumas delas e a primeira é que a Igreja, no quotidiano das nossas comunidades, para cumprir a sua vocação de viver e crescer “até à estatura do próprio Cristo”, como nos lembra o Apóstolo Paulo, precisa de ministérios variados e bem coordenados para assim podermos progredir na comunhão da Igreja servida pela comunhão dos ministérios. E ao ministério ordenado dos sacerdotes e dos diáconos, longe da pretensão de assumir todos os serviços, pertence-lhe suscitar outros ministérios, formá-los, acompanhá-los e coordená-los para o exercício das funções que lhes estão cometidas. Desta forma cumprimos a nossa identidade de, enquanto Povo de Deus, sermos todos iguais, isto é partilhando a mesma dignidade de filhos de Deus e todos diferentes, ou seja portadores de variados carismas e ministérios, como lembra o citado Concílio Vaticano II. De facto, os ministérios existem não por causa de si mesmos e muito menos por causa das pessoas que os exercem, mas por causa da Igreja e da missão que lhe está confiada para serviço da própria comunidade humana. Por isso ninguém pode pretender ser chamado ao exercício de qualquer ministério para satisfazer gostos pessoais e para simples auto-promoção, ou para subir na hierarquia da importância social, como alguns pensam. De facto, por vontade do próprio Cristo, os ministérios, constituindo comunhão entre si, devem estar sempre e só ao serviço da comunhão da Igreja. Outra grande preocupação que nos há-de acompanhar-nos nesta assembleia, a começar pela sua primeira sessão no dia de hoje, é que a comunhão da Igreja constrói-se com a participação de todos, o que só se consegue através de um conjunto de instrumentos que são indispensáveis na nossa vida comunitária, porque, no dizer do Papa Francisco, nos colocam em constante caminhada de todos com todos em direcção à mesma meta. Esses instrumentos são os conselhos já referidos, desde o conselho paroquial ou interparoquial até aos conselhos pastoral diocesano e presbiteral, passando pelos conselhos pastorais arciprestais. E a essa caminhada de todos com todos em direcção à mesma meta chama-lhe o Papa caminhada sinodal, uma expressão há muito assumida na vida da Igreja. Por isso, a experiência de participação que até agora fizemos através destes mesmos conselhos, na percurso para presente assembleia é, já por si mesma, um primeiro fruto da caminhada sinodal em que nos envolvemos e que, nesta mesma assembleia e para além dela, queremos manter a profundar. Para isso precisamos de nos manter em constante reorganização dos nossos serviços, sejam os serviços centrais da Diocese, sejam aqueles que estão mais próximos das comunidades e das pessoas. E esta é a terceira grande preocupação que vai percorrer transversalmente as várias sessões da assembleia, a começar desde já. De facto, temos de saber reorganizar os espaços da vasta superfície da nossa Diocese da Guarda, à medida das reais necessidades das pessoas, das comunidades e do funcionamento dos próprios serviços; temos de saber aprofundar e optimizar a cooperação entre os vários serviços, a começar pelos sacerdotes entre si, com os diáconos e com os outros ministérios; e as próprias comunidades precisam de perceber que têm de saber cooperar mais, em vez de se fecharem sobre si mesmas e voltarem as costas umas às outras. Sobre este assuntos esperamos da assembleia indicadores reflectidos e assumidos que nos permitam avançar, de forma consistente no processo desta nossa reorganização. Lembro ainda que a experiência já vivida da nossa comunhão em Igreja, mas sobretudo os apelos da mensagem da Evangelho para percorrermos e ajudarmos outros a percorrerem caminhos de humanidade cada vez mais consistente não são para meter debaixo do alqueire, utilizando a expressão bíblica ou mantermos prisioneiros dos nossos hábitos e tradições, mas sim para transmitirmos a outros, para comunicarmos, com a maior eficácia possível, também a ambientes que se situam fora do círculo mais restrito das nossas vivências de Fé. Daí a importância de sabermos usar bem os meios de comunicação social ao serviço da evangelização, o que igualmente tem de nos preocupar nesta assembleia. De facto, nós estamos aqui como delegados à assembleia diocesana, transportando connosco um mandato missionário recebido do próprio Jesus Cristo; mandato esse que o Papa Francisco concretiza, convidando-nos a ser cada vez mais uma Igreja em saída para as diferentes periferias da nossa sociedade; e com desejo e capacidade para nos tornarmos hospital de campanha, na medida em que as diferentes necessidades e sofrimentos das pessoas o exigirem. Queremos, de facto, ser cada vez mais uma Igreja em comunhão para a missão, como se propõe, desde o seu início, a nossa caminhada sinodal. Para isso, durante toda esta nossa assembleia, começando já na sua primeira sessão vamos procurar escutar bem as moções do Espírito Santo, para identificarmos os caminhos que Ele, de facto, nos aponta. Confiamos a Nossa Senhora, a Virgem Maria, no centenário das aparições de Fátima, todos os nossos trabalhos, pedindo-lhe, como lembra a oração, que nos ajude a progredir “no testemunho da comunhão, no espírito de serviço, na Fé ardente e generosa, na justiça e no amor aos pobres”. 29.4.2017 +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

Homenagem ao director do Jornal A GUARDA, Padre Eugénio da Cunha Sério

O jornal A GUARDA vai homenagear o Director, padre Eugénio da Cunha Sério, no dia 22 de Maio. Por ocasião das comemorações dos 113 anos de publicação, o semanário mais antigo do distrito e da diocese da Guarda pretende destacar o trabalho incansável do seu director, que antes foi colaborador e chefe de redacção e director adjunto.
Do programa da homenagem faz parte a celebração de uma Missa de Acção de Graças, às 19.00 horas, na Igreja da Misericórdia, presidida pelo Bispo da Diocese, D. Manuel Felício. Segue-se um jantar de confraternização, na Quinta de Santo António (Maçainhas – Guarda) e a apresentação do livro “Uma vida de Missão”. O Padre Eugénio da Cunha Sério, Director do Semanário Católico Regionalista A GUARDA, tem sido um timoneiro incansável, na divulgação e promoção de valores. Mentor de campanhas solidárias, nomeadamente a favor das obras do Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos e do Seminário Maior da Guarda, dedicou muitos dos artigos, que escrevia com regularidade, no Semanário A GUARDA, aos acontecimentos que iam marcando o quotidiano da vida. De uma cultura geral invejável, o Padre Eugénio sempre soube transmitir, com leveza, educação e grande profundidade, os conhecimentos adquiridos em longas e meditadas leituras que ainda hoje o definem. Atento e conhecedor da realidade que o rodeia, num mundo que é cada vez mais uma aldeia global, não se poupa a esforços para ajudar a desvendar os mistérios dos tempos. Há muito que se impunha o reconhecimento público deste Homem que tanto tem feito pela GUARDA. A homenagem ao Director do Jornal A GUARDA é aberta a toda a comunidade. Os interessados em participar podem fazer a inscrição na Casa VERITAS (Guarda), até ao dia 18 de Maio.

Iniciativa decorre no Seminário da Guarda - Segunda sessão da Assembleia Diocesana dedicada à evangelização

“Evangelizar para ser… pessoa e comunidade” é o tema central da segunda sessão da Assembleia Diocesana que vai decorrer no Seminário da Guarda, no dia 20 de Maio, a partir das 10.00 horas. A iniciativa junta mais de duzentos participantes em representação de todas as paróquias e organismos ligados à Diocese da Guarda. As proposições incidem sobre os seguintes pontos: Primazia da Palavra de Deus; Etapas da formação cristã; Modalidades da formação cristã; A Homilia e sua preparação; A Catequese e sua renovação; A evangelização dos jovens; A evangelização da família; Os casais novos; A evangelização e a comunicação social; A evangelização e o compromisso com os pobres.
No tocante à Primazia da Palavra de Deus as propostas passam pela formação bíblica, organização de pequenas assembleias familiares e realização de semanas bíblicas. Nas etapas da formação cristã são sugeridas modalidades de formação cristã dirigidas especificamente às várias idades e é pedida “com urgência” a formação cristã de adultos. Na proposta sobre as modalidades da formação cristã é sugerida a valorização dos movimentos laicais, a criação de grupos de estudo e de busca de aplicação dos documentos do Magistério da Igreja, a promoção de momentos de reflexão, de novas formas de evangelização, e de situações de diálogo de natureza religiosa, política, económica, social e cultural, incluindo o diálogo inter-religioso. Sobre a homilia é pedido que “sejam preparadas cuidadosamente”, com uma linguagem simples e clara, adequada aos ouvintes, e que transmita alegria e que “se crie espaço para a partilha da palavra”. No tocante à catequese as proposições sugerem “uma formação adequada” dos catequistas, a revisão do percurso catequético, e a preparação de um documento quinzenal ou mensal, com questões sobre a catequese. Na evangelização dos jovens as propostas apontam para encontros, voluntariado juvenil e valorização dos movimentos de formação da juventude (escutismo, grupos de acção missionária, etc.). A evangelização da família deve passar pela criação de serviços paroquiais de acolhimento, pela criação de equipas arciprestais que identifiquem situações de carência, e pela promoção de acções de formação. Em relação aos casais novos, as propostas pedem melhor cuidado e preparação dos jovens para o matrimónio, bem como a promoção da integração de casais jovens na vivência da vida cristã da comunidade. “Atenção particularizada aos casais nas situações de especial alegria familiar” e a sua “inserção nos movimentos familiares cristãos”, são outras das recomendações. No tocante aos meios de comunicação social as propostas pedem a sua utilização ao serviço da evangelização. É ainda sugerida a reformulação do Serviço diocesano de comunicação e a criação de um “serviço on line para a visualização da Eucaristia” para quem não o possa fazer presencialmente. A última proposta é sobre “a evangelização e o compromisso com os pobres”. Neste ponto é pedido que se aperfeiçoe “o funcionamento dos organismos específicos de cuidado dos pobres” (Cáritas) e se desenvolvam “formas organizadas de solidariedade”. É também pedida a “criação de equipas pluridisciplinares”, que se olhe para “as várias formas de pobreza espiritual e cultural” e que se preste “especial cuidado pastoral aos não praticantes e a todos os que se situam nas periferias”.

Preparação do Sínodo sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” - Diocese promove inquérito para saber a opinião dos jovens

A Diocese da Guarda quer saber a opinião dos jovens no âmbito da preparação do Sínodo sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” que a Igreja Católica vai realizar em Roma, em 2018. O inquérito está disponível online (www.diocesedaguarda.pt) e pretende recolher dados, segundo os “lineamenta” que preparam o próximo Sínodo, “para serem posteriormente tratados e deles resultar a reflexão sobre o mundo juvenil”.
O inquérito é destinado aos jovens, com idades compreendidas entre os 16 e os 29 anos, a educadores, formadores, catequistas, sacerdotes e outros agentes da acção pastoral juvenil. De acordo com a introdução do inquérito, que estará disponível até ao fim do mês de Junho, “ele surge de uma releitura do questionário elaborado pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, para, a pedido do Papa Francisco, ajudar a Igreja a que se interrogue sobre o modo como acompanha os jovens, no seu percurso de fé e de discernimento vocacional”. Ao longo do inquérito, os participantes são convidados a assinalar, com uma cruz, as respostas que lhes pareçam as mais adequadas. Ao longo do inquérito, os jovens são convidados a pronunciarem-se sobre três pontos centrais: Jovens, Igreja e Sociedade; A pastoral juvenil vocacional; Os Acompanhadores. Em relação ao primeiro ponto são formuladas as seguintes questões: Em que âmbitos/ espaços pode a Igreja escutar os jovens?; Quais os maiores desafios para os jovens da nossa Diocese? Quais as maiores oportunidades para os jovens da nossa Diocese?; Quais os lugares e formas de reunião para os jovens, dentro da Igreja? Quais os lugares e formas de reunião mais vocacionados para os jovens, fora do contexto da Igreja?; O que pedem os jovens à Igreja da Diocese da Guarda?; Em que âmbitos participam os jovens na vida cristã da Diocese da Guarda?; Como encontrar os jovens que estão “fora” da Igreja?; Em que espaços os podemos encontrar? No segundo ponto são estas as perguntas: Como participam as famílias e as comunidades cristãs no discernimento vocacional dos jovens?; Como participam os estabelecimentos de ensino na formação e desenvolvimento do discernimento vocacional dos jovens? Qual o valor do desenvolvimento tecnológico na mudança cultural a que assistimos?; Que importância têm os acontecimentos juvenis nacionais e internacionais na pastoral juvenil?; Como se projecta o futuro da pastoral juvenil e vocacional?; Como valorizar o passado cristão da Europa para pensar o futuro com esperança?; Como valorizar a insatisfação dos jovens face ao contexto socio-económico e político a fim de que essa insatisfação transforme os jovens nos agentes da mudança que eles mesmos desejam? Que níveis de relação inter-geracional permanecem ainda?; Das práticas de acompanhamento e discernimento vocacional desenvolvidas pela Diocese da Guarda quais as que consideras mais importantes? O último ponto pretende respostas para as seguintes perguntas: De que forma os sacerdotes acompanham o discernimento vocacional dos jovens?; Como promover a formação dos que acompanham os jovens no seu discernimento vocacional?; Que acompanhamento pessoal se deverá propor com maior preocupação nos Seminários?

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SAGRADO LAUSPERENE NA DIOCESE DA GUARDA JANEIRO 1 Leomil 2 Valdujo 3 Codeceiro 4 Parada do Côa 5 Miuzela 6 Aldeia Nova (Almeida) 7 Vinhó 8 Safurdão 9 S.Gião 10 Lages 11 Vide 12 Teixeira 13 Pega 14 Salgueiro 15 S.Miguel (Jarmelo 16 Ervas Tenras 17 Benespera 18 Gonçalbocas 19 Cadafaz 20 Várzea de Meruje 21 Ervedosa 22 S.Vicente da Beira 23 Castelo Mendo 24 Gouveias 25 Telhado 26 Almofala 27 Valverde (Almeida) 28 Cidadelhe 29 Monteperobolso 30 Sameice 31 Vascoveiro FEVEREIRO 1 Mido 2 Lomba 3 Penha D’Águia 4 Lavacolhos 5 Escarigo (Fundão) 6 Ade 7 Cativelos 8 Maçainhas (Guarda) 9 Peva 10 Ribeira dos Carinhos 11 S.Jorge da Beira 12 Mesquitela da Raia (Almeida) 13 Fóios 14 Vilar de Amargo 15 Vila Fernando 16 Fatela 17 Prados 18 Sebadelhe 19 Carragozela 20 Forcalhos 21 Corujeira 22 Guilheiro 23 Freixo 24 Ferro 25 Meimão 26 Benquerença 27 Vale de Azares 28 Bogalhal MARÇO 1 Seixo do Côa 2 Erada 3 Dominguiso 4 Porto de Ovelha 5 Seixo Amarelo 6 Teixoso 7 Sazes da Beira 8 Gouveia 9 Pedrógão 10 Cortes 11 Vila do Carvalho 12 Vale de Afonsinho 13 Adão 14 Folgosinho 15 Quintã de Pêro Martins 16 S.Martinho de Seia 17 Azevo 18 Aldeia Nova (Trancoso) 19 S.José (Covilhã) 20 Amoreira 21 Louriçal do Campo 22 Vide-Entre-Vinhas 23 Donas 24 Orjais 25 Paul 26 Vilar Torpim 27 Maçal do Chão 28 Mangualde da Serra 29 Valezim 30 Vale do Seixo (Trancoso) 31 Vila Cova de Seia ABRIL 1 Valongo do Côa 2 Vila Cortês do Mondego 3 Boidobra 4 Melo 5 Póvoa do Concelho 6 Aldeia do Bispo (Penamacor) 7 Moimentinha 8 Terrenho 9 Bemposta 10 Falachos 11 Pinhel 12 Sobral de S.Miguel 13 Stª Maria (Celorico da Beira) 14 Janeiro de Cima 15 Aldeia do Souto 16 Misarela 17 Aldeia de João Pires 18 Vilares 19 Gaia (Belmonte) 20 Aldeia Viçosa 21 Videmonte 22 Gonçalo 23 Vila Soeiro 24 Castanheira (Trancoso) 25 Gagos (Jarmelo) 26 Vale de Mouro 27 Bogas de Baixo 28 Vale Formoso 29 Rendo 30 Nave de Haver Nota: Os dias 14 e 15 de Abril coincidem, este ano, com Sexta-feira Santa e Sábado Santo, dias em que, segundo as leis litúrgicas, não é permitida a exposição do Santíssimo Sacramento. As respectivas comunidades cristãs poderão antecipar ou adiar o Sagrado Lausperene, a critério dos Rev.dos Párocos. MAIO 1 Albardo 2 Aldeia Nova do Cabo 3 Pousafoles 4 Castelo Melhor 5 Mata de Lobos 6 S.Pedro do Rio Seco 7 Ribamondego 8 Algodres 9 Vilar Maior 10 Almendra 11 Alverca da Beira 12 Escarigo (Figueira de Castelo Rodrigo) 13 Freineda 14 Freixeda do Torrão 15 Quintãs de S.Bartolomeu 16 Pero Soares 17 Vale da Mula 18 Sabugal 19 Castelejo 20 Vila do Touro 21 Alpedrinha 22 Linhares da Beira 23 Figueira de Castelo Rodrigo 24 Naves (Almeida) 25 Castelo Novo 26 Reigada 27 Vale de Espinho 28 Aldeia da Ribeira 29 Castelo Rodrigo 30 Vale de Prazeres 31 StªMaria (Covilhã) JUNHO 1 Sé da Guarda 2 Sorval 3 Trancoso 4 Alvendre 5 Barroca do Zêzere 6 Vila Nova de Tázem 7 Avelãs de Ambom 8 Bouça Cova 9 Vila Ruiva 10 S.Paio 11 Avelãs da Ribeira 12 Palhais 13 Aldeia de Stº António 14 Barco 15 Tortosendo 16 Vela 17 Fiães 18 Sobral da Serra 19 Faia 20 Almaceda 21 Meios 22 Soito Maior 23 S.Pedro (Celorico da Beira) 24 Sabugueiro 25 Alcaria 26 Souto da Casa 27 Minhocal 28 Aldeia de Joanes 29 Folhadosa 30 S.Vicente (Guarda) JULHO 1 Minas da Panasqueira 2 Cerdeira 3 Rocamondo 4 Verdelhos 5 Cavadoude 6 Carnicães 7 Póvoa d’El Rei e Trocheiros (anexa de Pínzio) 8 Enxabarda (anexa de Castelejo) 9 Peroficós (anexa de Seixo do Côa) 10 Porto da Carne 11 Ninho de Açor 12 Torre (Sabugal) 13 Belmonte 14 Colmeal da Torre 15 Sagrado Coração de Jesus (Covilhã) 16 Coutada (anexa do Barco) 17 Ozendo (anexa de Quadrazais) 18 Santa Marinha 19 Girabolhos 20 Feital 21 Fernão Joanes 22 Rapoula do Côa 23 Cerejo 24 Carvalhal Meão 25 Vila Garcia (Rochoso) 26 Pousade 27 Vila Franca do Deão 28 Vale de Amoreira 29 Torres 30 Paços da Serra 31 Vila Franca da Serra AGOSTO 1 S.Romão 2 Conceição (Covilhã) 3 Almeida 4 Casegas 5 Salgueirais 6 Tourais 7 Carrapichana 8 Vila Boa do Mondego 9 Souropires 10 Soalheira 11 Santa Comba 12 Alvoco da Serra 13 Castelo Bom 14 Rochoso 15 Santa Maria (Manteigas) 16 Quadrazais 17 Ourondo 18 Moreira de Rei 19 Rio Torto 20 Aldeia do Bispo (Guarda) 21 Valbom 22 Zebras 23 Cheiras (Anexa de Pínzio) 24 Trinta 25 Sameiro 26 Famalicão da Serra 27 Nespereira 28 Seia 29 S.Pedro (Covilhã) 30 Vale de Estrela 31 Valhelhas SETEMBRO 1 StªAna d’Azinha 2 Lagarinhos 3 S.Pedro (Manteigas) 4 Aranhas 5 Atalaia do Campo 6 Tamanhos 7 Santa Eufémia 8 Vila Cortês da Serra 9 Freixedas 10 Pinhanços 11 Carvalhal (Pinhel) 12 Fundão 13 Lageosa da Raia 14 Vermiosa 15 Malcata 16 Monte Margarida 17 Orca 18 Mesquitela (Celorico da Beira) 19 João Antão 20 Alcongosta 21 Cogula 22 Maçainhas Belmonte 23 Salvador 24 Ramela 25 Vila Garcia (Trancoso) 26 Vale de Madeira 27 Nabais 28 Valverde (Fundão) 29 Malhada Sorda 30 Sandomil OUTUBRO 1 Lamegal 2 Alcaide 3 Loriga 4 Casteleiro 5 Sarzedo 6 Bismula 7 Torrozelo 8 Travancinha 9 Ruivós 10 Baraçal (Sabugal) 11 Cabeça 12 Aldeia da Ponte 13 Águas e S.Miguel da Guarda 14 S.Martinho (Covilhã) 15 Águas Belas 16 Nave (Sabugal) 17 Vilar Formoso 18 Escalhão 19 Vale das Éguas 20 Lameiras 21 Bogas de Cima 22 Peroviseu 23 Pala 24 Atalaia (Pinhel) 25 Silvares 26 Caria 27 Panóias 28 Ruvina 29 Alfaiates 30 Badamalos 31 Meimoa NOVEMBRO 1 Santo Estêvão 2 Cabreira do Côa 3 S.Tiago (Seia) 4 Vale da Senhora da Póvoa 5 Unhais da Serra 6 Manigoto 7 Junça 8 Pereiro 9 Sortelha 10 Peso 11 Paranhos da Beira 12 Vale de Coelha 13 Moita 14 Aldeia Velha 15 Cinco Vilas 16 Aldeia de S.Francisco de Assis 17 Vendada 18 Granja 19 Aldeia do Bispo (Sabugal 20 Fornotelheiro 21 Azinhal 22 Figueiró da Serra 23 Rebolosa 24 Lageosa do Mondego 25 Soito 26 Velosa 27 Moimenta da Serra 28 Baraçal (Celorico da Beira) 29 Aldeias 30 Cótimos DEZEMBRO 1 Rapa 2 Malpartida 3 Rio de Mel 4 Açores 5 Cortiçô da Serra 6 Penalobo 7 Castanheira (Jarmelo) 8 Marmeleiro 9 Casal de Cinza 10 Santa Eulália 11 Capinha 12 Senouras 13 Bendada 14 Freches 15 Peraboa 16 Vila Boa (Sabugal) 17 Arcozelo 18 Freixo da Serra 19 Juncais 20 Pera do Moço 21 Arrifana 22 Ratoeira 23 Pínzio 24 Torre do Terrenho 25 Reboleiro 26 Póvoa de Atalaia 27 Penamacor 28 S.Pedro (Jarmelo) 29 Pomares 30 Vila Franca das Naves 31 Inguias