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Entrevista - Bruno António Loureiro Almeida Lopes - “Quero servir todos os diferentes de forma igual, acolher na minha vida todos e cada um”
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Há 13 anos na Guarda O “NAS©ER”, Centro de Apoio à Vida da Cáritas Diocesana da Guarda, instituição que ao longo da sua existência tem feito uma caminhada positiva no apoio

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Centro de Apoio à Vida já acolheu mais de 80 mulheres em conjunto com as suas crianças

Há 13 anos na Guarda O “NAS©ER”, Centro de Apoio à Vida da Cáritas Diocesana da Guarda, instituição que ao longo da sua existência tem feito uma caminhada positiva no apoio à maternidade e à família, comemora hoje, 30 de Novembro, o 13º aniversário.
O “NAS©ER”, Centro de Apoio à Vida, cuja fundamentação tem por base a Portaria 446/2004, constituiu-se no âmbito do Acordo de Cooperação realizado entre a Cáritas Diocesana da Guarda, entidade promotora do projecto, e o Centro Distrital de Segurança Social da Guarda, assinado a 30 de Novembro de 2004. O Centro de Apoio à Vida surge como a concretização de um desejo há muito ansiado pelas pessoas da Cáritas Diocesana da Guarda, figuras inolvidáveis da instituição, que ao longo dos anos impulsionaram acções e projectos de apoio à maternidade, à mulher e à família. O “NAS©ER”, Centro de Apoio à Vida, acolhe e acompanha mães, grávidas, puérperas e/ou com filhos/as pequenos, em situação de vulnerabilidade social, económica, psicológica e familiar. Nestes 13 anos de caminhada, o “NAS©ER” acolheu mais de 80 mulheres em conjunto com as suas crianças e apoiou-as na construção de um projecto de autonomia e de inserção na sociedade, sociedade esta em que muito ainda há por fazer no apoio à mulher, à infância, à maternidade, à monoparentalidade, onde muitos desafios ainda existem na luta contra a pobreza, a disparidade e a exclusão social. A intervenção do Centro de Apoio à Vida tem tido o apoio de pessoas da comunidade local, de empresas, instituições públicas e privadas e entidades da rede social: Centro Distrital de Segurança Social da Guarda; Serviços de Obstetrícia, de Pediatria e de Serviço Social do Hospital de Sousa Martins, ULS Guarda; Centro de Saúde da Guarda; Núcleo Desportivo e Social e ao Projecto “Tu Decides +”; ADM-Estrela; Centro de Emprego e Formação Profissional da Guarda; CLDS – Contrato Local de Desenvolvimento Social; Universidade da Beira Interior; Câmara Municipal da Guarda; Junta de Freguesia da Guarda. Ao longo dos 13 anos de vida o “NAS©ER” tem recebido ajuda da Diocese da Guarda, das paróquias e arciprestados, dos grupos de catequese, da Aldeia de Crianças SOS da Guarda, dos colaboradores do Banco BPI da Guarda, dos colaboradores da Caixa Geral de Depósitos, dos colaboradores das águas do Zêzere e do Côa, dos professores e alunos do Instituto Politécnico da Guarda, da Escola Secundária Afonso de Albuquerque, da Escola Secundária da Sé, dos supermercados Pingo Doce locais, do supermercado Intermarché, da imobiliária Habita Direto, da Associação Comercial da Guarda, da Loja Modalfa, dos estabelecimentos comerciais da cidade, de grupos, associações, amigos e pessoas anónimas. O “NAS©ER” enaltece o acolhimento carinhoso das suas crianças realizado pela Obra de Santa Zita da Guarda e pela Paróquia da Praia da Torreira. O Centro de Apoio à Vida recebeu apoio da Association Femmes d’Europe na valorização do seu equipamento e do Clube Escape Livre através do Prémio Transportes Bernardo Marques que, em 2017, contribuiu para a construção do pequeno parque infantil.

Recolecção do Clero e sufrágio pelos padres e bispos falecidos

Diocese da Guarda Realiza-se, na próxima segunda-feira, dia 4 de Dezembro, no Seminário da Guarda a recolecção do Clero no início do Ano Litúrgico. A recolecção termina com a concelebração eucarística de sufrágio pelos bispos e padres que até agora serviram a Diocese da Guarda.
O programa inicia-se às 10.00 horas, com manhã de oração e celebração da reconciliação. Durante a tarde haverá uma conferência sobre o tema: “A espiritualidade do Advento – como vivê-la para a ajudarmos a viver nas nossas comunidades”. O tempo de adoração e de reconciliação da parte da manhã, bem como a conferência da tarde serão orientados pelo Cónego Jorge Alberto da Silva Seixas, sacerdote do Presbitério de Viseu, especialista em Liturgia e no canto litúrgico e Director Espiritual do Seminário Interdiocesano, em Braga. A concelebração de sufrágio (Eucaristia e Vésperas), pelos sacerdotes e bispos falecidos que serviram a Diocese da Guarda, está marcada para as 16.00 horas. Em carta enviada a todos os padres, o Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, explica que “esta Concelebração de sufrágio é oportunidade para testemunharmos a nossa comunhão com aqueles que estiveram no exercício do Ministério que o Senhor nos confia e já nos precederam, respondendo à chamada do Pai para a Vida Eterna”.

Biografia sobre o padre Joaquim Alves Brás foi apresentada no Seminário da Guarda

Evento juntou cerca de duzentas pessoas A apresentação do livro “Homem de Deus para a Humanidade – Padre Joaquim Alves Brás”, que decorreu no Domingo, 19 de Novembro, no Seminário da Guarda, juntou cerca de duzentas pessoas.
A cerimónia foi presidida pelo Bispo da Guarda, D. Manuel Felício e contou com a presença do autor da obra, Monsenhor Arnaldo Pinto Cardoso, Postulador da Causa de Beatificação do Padre Joaquim Alves Brás, bem como da representante da Aletheia Editores, Zita Seabra. “A presente biografia do Venerável, Servo de Deus, Padre Joaquim Alves Brás, insere-se no complexo dos trabalhos do processo de Beatificação, em curso, cuja elaboração comportou um confronto com toda a documentação e escritos disponíveis” referiu o autor na apresentação do livro. Arnaldo Pinto Cardoso acrescentou que “neste livro, o leitor confronta-se com um homem de Deus para a Humanidade, do qual os homens têm muito a aprender”. O aparecimento deste novo livro sobre o padre Joaquim Alves Brás foi justificado pelo facto de “as biografias anteriores estrem esgotadas” e por “o movimento da postulação estar interessado neste trabalho”. “Passado meio século sobre a morte do Servo de Deus Padre Joaquim Alves Brás e depois da declaração oficial da heroicidade das suas virtudes (15.03.2008), justifica-se uma nova biografia”, disse Arnaldo Pinto Cardoso. O trabalho desenvolvido pelo Postulador da Causa de Beatificação do Padre Joaquim Alves Brás contou com a colaboração das Cooperadoras Maria de Fátima Castanheira Baptista, Maria da Conceição Rodrigues Brites e Maria José Barreiros de Carvalho. Com o apoio do Centro de Cooperação Familiar, “o grupo de trabalho reuniu ao longo do ano de 2016/2017 para arrancar do esquecimento tantas coisas relativas ao Fundador e às suas Obras”. Arnaldo Pinto Cardoso disse que “com esta obra não falamos só do Servo de Deus Padre Joaquim Alves Brás, mas pomos o Servo de Deus a falar”. A escolha da Guarda, para a primeira apresentação do livro, foi justificada pelo facto de ter sido nesta cidade que o Padre Joaquim Alves Brás viveu grande parte da sua vida e onde começou as suas obras. D. Manuel Felício apontou o Padre Joaquim Alves Brás como “referência e modelo” de padre, e lembrou a coincidência do livro ser apresentado no final da Semana dos Seminários. Zita Seabra considerou que “a obra do padre Brás é uma obra notável que merece ser conhecida”. O livro de 582 páginas, com um portfólio sobre o Padre Joaquim Alves Brás, aparece por ocasião do centenário da entrada do padre Joaquim Alves Brás, no Seminário do Fundão, Diocese da Guarda. O Padre Joaquim Alves Brás fundou a Obra de Santa Zita, o Instituto Secular das Cooperadoras da Família e os Centros de Cooperação Familiar.

Diocese - Formação para Ministros Extraordinários da Comunhão

O Secretariado da Liturgia da Diocese da Guarda vai promover formação para Ministros Extraordinários da Comunhão na Covilhã, em Gouveia e Guarda.
A primeira formação será na Covilhã, no Centro Cultural, no dia 2 Dezembro, entre as 10.00 e as 16.00 horas. Esta actividade tem em vista a formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão. Em Janeiro de 2018, no dia 13 a formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão, será em Gouveia, na Casa Rainha do Mundo e no dia 27 na Guarda, no Seminário Maior. Para os dias 3 e 10 de Fevereiro, na Covilhã, está marcado um Curso para Novos Ministros Extraordinários da Comunhão.

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Entrevista - Bruno António Loureiro Almeida Lopes - “Quero servir todos os diferentes de forma igual, acolher na minha vida todos e cada um”
alt Bruno António Loureiro Almeida Lopes vai ser ordenado sacerdote no próximo Domingo, 18 de Junho, na Sé da Guarda. O futuro sacerdote é natural de paróquia da Castanheira, Arciprestado de Trancoso. Actualmente está a trabalhar no arciprestado de Penamacor sob a orientação do Pe. Joaquim António Morais Martins. A GUARDA: O que é que te levou a entrar no Seminário? Bruno Lopes: Duc In Altum. A Jesus que nos chama não podemos ter medo de responder, pois todos estamos direccionados a seguir um caminho, o qual já está traçado por Deus. Chamo-me Bruno António Loureiro Almeida Lopes, nasci a 2 de Outubro de 1991, na paróquia da Castanheira, Arciprestado de Trancoso, Diocese da Guarda. Sou originário de uma família com uma vida cristã bastante activa, assim desde criança que frequento a Missa Dominical, acompanhado pelos meus pais e pelas minhas irmãs. A GUARDA: Como é que os jovens da tua terra reagiram à tua escolha, quando decidiste ser padre? Bruno Lopes: Como todos os jovens fiz a minha instrução primária na escola da aldeia. Aproximou-se o momento de ir para a escola de Trancoso, mas pensei entrar no seminário, falei então com os meus pais, o que logo nos levou a falar com o Sr. Pe. Joaquim António Duarte, que disponibilizou-se a ajudar. A GUARDA: O teu percurso académico passou por onde e quais os principais desafios com que te deparaste? Bruno Lopes: Entrei no seminário para o 5º ano de escolaridade, o que de início não foi fácil face a distância da família, pois as saudades eram muitas. Mas com o apoio da equipa formadora e das irmãs que também nos acompanhavam foi ultrapassado e assim cresci e permaneci nesta casa durante cinco anos, com jovens de diversas partes da nossa diocese que na comunhão faziam crescer uns aos outros com a finalidade de formar uma família e discernir a vocação. Terminado o 9ºano passei para o Seminário Maior Guarda, onde muitas coisas eram novas, nova casa, novos formadores, novo ambiente, novos colegas, nova escola, uma nova etapa e tinha de enfrentar a novidade com ânimo e alegria pois eu queria conhecer esta nova realidade e com ela crescer na comunhão com os outros e com o mundo. Terminado o 12ºano ainda não sabia ao certo o que queria seguir, eram muitas as questões, estava na altura de tomar uma decisão. Cheguei mesmo a pôr a hipótese de sair do seminário e iniciar novo rumo, mas algo em mim dizia que devia seguir e assim foi. Nova etapa começou, o 1ºano de teologia, novamente mudanças de casa, de colegas, nova realidade e novo contacto com os seminaristas das dioceses de Viseu, Bragança e Lamego que também frequentavam ali o seminário. Passava a semana no Seminário Maior de Viseu e aos fins-de-semana regressava à Guarda para assim estar em contacto com as paróquias diocesanas, o que me ajudou muito, pois sinto-me feliz no serviço aos outros. Terminado o 3º ano, novos desafios, pois com a diminuição do número de seminaristas tivemos de nos deslocar para Braga, e ai frequentar a faculdade de teologia, onde se formou o Seminário Interdiocesano de S. José com as mesmas dioceses. Foi lá que conclui o curso de teologia, com a defesa da dissertação intitulada, O contributo do venerável Dom João de Oliveira Matos na Diocese da Guarda. A GUARDA: Foi difícil deixar algumas coisas para trás no momento da decisão final? Bruno Lopes: Neste percurso de seminário, tenho de salientar que as dificuldades estão presentes, mas que na partilha com os outros e em tantas coisas boas, há sempre uma alegria maior. Temos tempo para tudo, para rezar, para estudar, para passear, para fazer desporto entre tantas outras coisas. O seminário forma homens que no discernimento da sua vocação escolhem, ou não, o caminho do sacerdócio. O Seminário é um caminho de descoberta da presença de Cristo na nossa vida, um Cristo que nos chama e nós seguimos. Então… why not priest… porque não ser padre… porque não embarcar na aventura a que muitos chamam de loucura, apaixonados por Cristo, respondendo assim ao desafio de Jesus, “Segue-me”. Não tenhas medo de te entregar nas mãos de Deus a full time. Bruno Lopes: Nos últimos tempos tens desenvolvido a tua missão no arciprestado de Penamacor, onde o despovoamento é uma realidade. Como é que tens lidado com esta situação? Bruno Lopes: Actualmente estou a trabalhar no arciprestado de Penamacor desde 9 de Outubro de 2015, sobre orientação do Pe. Joaquim António Morais Martins. Inicialmente ainda como acólito, mas actualmente como diácono desde Outubro de 2016, é uma zona da diocese onde claramente se nota o despovoamento, mas este é um facto que se vê por toda a diocese e em todo o interior. Perante isto, e como não pode deixar de ser, fazemos o que podemos e direccionando o trabalho para a mesma realidade. Ainda assim, temos alguns jovens empenhados na paróquia e actualmente além dos escuteiros, temos também um grupo de jovens no projecto da JOC (juventude operária católica). A GUARDA: No dia 18 de Junho vais ser ordenado sacerdote na Sé da Guarda e escolheste como lema “Ai de mim, se não evangelizar”. O que é que te levou a optar por este lema? Bruno Lopes: Olhando para Jesus e para o mandato que nos deixou, Ide por todo mundo, sinto-me chamado a evangelizar, a dizer tal como são Paulo. Esta missão de evangelizar, de anunciar não está confiada apenas aos sacerdotes mas a todos os que pelo baptismo renascem para uma vida nova. Neste sentido sinto-me impelido a testemunhar com a própria vida este mando de Jesus. Como sacerdote quero realmente ser o reflexo de Cristo todos e cada dia, quero servir todos os diferentes de forma igual, acolher na minha vida todos e cada um, quero seguir o exemplo de Jesus.