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Entrevista - Bruno António Loureiro Almeida Lopes - “Quero servir todos os diferentes de forma igual, acolher na minha vida todos e cada um”
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O Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses divulgou o programa de actividades que vai realizar ao longo do ano de 2018, na Diocese da Guarda. A primeira iniciativa

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A assembleia diocesana, que se encontra agora em processo de recepção nas comunidades da nossa Diocese, aponta-nos caminhos de mudança e de conversão. O tempo da Quaresma, que vamos iniciar, é

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Iniciativa decorre no Teatro Municipal da Guarda Fátima e Guarda recebem a partir de hoje, 22 de Fevereiro, os VI Workshops Internacionais de Turismo Religioso. Tal como o Jornal A

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Diocese da Guarda - Actividades do Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses

O Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses divulgou o programa de actividades que vai realizar ao longo do ano de 2018, na Diocese da Guarda. A primeira iniciativa está anunciada para o dia 13 de Janeiro e será um Convívio com as Irmãs Carmelitas, no Carmelo da santíssima Trindade, na Guarda. O programa começa às 9.30 horas com a celebração da Missa no Carmelo. Segue-se o convívio com as Irmãs com partilha de cantares e de bens.
O Dia do Consagrado, 2 de Fevereiro, será assinalado com a celebração da Missa presidida pelo Bispo da Guarda, às 18.00 horas, na Sé Catedral da Guarda. Na altura haverá a celebração das Bodas de Vida Consagrada das consagradas da Diocese. Em Fevereiro, no dia 17, tem lugar o retiro de início da Quaresma, orientado pelo Padre José Miguel Barata Pereira, Reitor do Seminário Maior de Cristo Rei, Lisboa, Responsável pelo departamento de Pastoral Vocacional e do Diaconado Permanente, em Lisboa. O retiro vai decorrer no Seminário Maior da Imaculada Conceição, na Guarda. No dia 26 de Maio, haverá manhã de formação para consagrados e aberta a todo o Povo de Deus, sobre o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”, no âmbito do Sínodo dos Jovens em Roma, no mês de Outubro. Este trabalho, que decorre no Seminário Maior da Guarda será orientado pela Irmã Paula Jordão, Missionária Verbum Dei, Licenciada em Teologia e Mestre em Formadora por Salamanca e com uma larga experiência em Pastoral Juvenil. Haverá também um painel de testemunhos de jovens vocacionados.

A Quaresma - Apelo à conversão - Mensagem de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda

A assembleia diocesana, que se encontra agora em processo de recepção nas comunidades da nossa Diocese, aponta-nos caminhos de mudança e de conversão. O tempo da Quaresma, que vamos iniciar, é especialmente favorável para recordarmos os seus apelos e vermos como lhes havemos de responder na nossa vida e na vida das nossas comunidades.
Ora, na imposição das cinzas, gesto simbólico com que tradicio¬nalmente se inicia a Quaresma, vamos escutar palavras como estas: “Lembra-te homem que és pó e em pó te hás-de tornar” e também “Arrependei-vos e acreditai no Evangelho”. Se o primeiro apelo nos remete para o reconhecimento da nossa finitude e do carácter passageiro da vida no tempo, o segundo convida-nos a olhar o futuro com esperança. E é mesmo a esperança que queremos cuidar espe¬cial¬mente nesta Quaresma. Ela não se confunde com futilidades tais como a ilusão do dinheiro ou os falsos remédios para muitas desi-lusões, sejam elas drogas, lucros fáceis ou simplesmente a satisfação ilusória dos apetites imediatos. Convém aqui lembrar o que nos diz o papa Francisco, na sua men¬sagem para esta Quaresma, sobre a ganância do dinheiro, que apaga o amor, seguindo-se-lhe a recusa de Deus e com ela a recusa de quan¬tos se julga poderem ameaçar seguranças e bem estar, sejam elas o bebé, o idoso doente, com a tentação da eutanásia, o estran¬geiro, ou o próximo que, por qualquer motivo, pode ser considerado peso. A Quaresma propõe-nos um caminho de conversão e renovação que nos faz descolar de situações desordenadas como estas e avançar para atitudes novas apostadas sobretudo em promover a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar as pessoas. Para progredirmos nesse caminho de conversão, a sabedoria secular da Igreja adianta os remédios da oração, do jejum e da esmola. Sobre a oração, desejamos lembrar aqui o apelo do Papa Francisco para vivermos nos dias 9 e 10 de março (sexta e sábado), mais uma vez, a iniciativa “24 horas para o Senhor”. É bom que, na nossa Diocese, em cada arciprestado, haja pelo menos uma Igreja aberta durante estas 24 horas consecutivas para adoração e Sacramento da Reconciliação. A esmola fortalece sempre a experiência da comunhão que, como discípulos de Cristo, somos chamados a viver em Igreja. A renúncia quaresmal é boa oportunidade para cumprir esta recomendação. Pelo jejum não só partilhamos a experiência dos que não têm o necessário para matar a fome, mas sobretudo sentimos ao vivo que nem só de pão vive o homem. Ao longo da Quaresma, há dois dias de jejum obrigatórios recomen¬dados pela disciplina da Igreja: quarta-feira de cinzas e sexta-feira santa, em que celebramos a morte de Cristo. Este ano a nossa renúncia quaresmal tem duas finalidades. Uma delas é apoiar a construção de uma cantina escolar, na Guiné Bissau. Trata-se de uma missão católica, situada nos arredores de Bissau, com valências de hospital, leprosaria, escola e uma aldeia onde são recolhidos leprosos rejeitados pelas famílias. Esta construção está a ser feita pelo Instituto Social Cristão Pina Ferraz, instituição da nossa Diocese sediada em Penamacor, que também está a angariar os fundos necessários. A outra finalidade é ajudar famílias que foram afectadas pelos incêndios na área da nossa Diocese. Até agora foram ajudadas, através da Caritas Diocesana, 18 famílias que ficaram sem equipamentos agro-pecuários, incluindo estábulos, vedações, alfaias agrícolas e motores de rega. O apelo que oportunamente fizemos teve resposta muito generosa e pronta, que nos permitiu gastar nestas ajudas quarenta mil euros. Mas há ainda várias famílias à espera de serem ajudadas. Temos a certeza de que a melhor recompensa de tudo o que damos é mesmo a alegria de dar com generosidade. Guarda, 8.2.2018 +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

Conselho Presbiteral da Diocese da Guarda - 2018

Comunicado Reuniu, no passado dia 16 de Fevereiro, no Seminário Maior da Guarda, o Conselho Presbiteral da Diocese da Guarda para a primeira sessão ordinária do triénio 2018 – 2021.
Logo após o auto de tomada de posse, assinado pelos presentes, procedeu-se à votação do Secretariado Permanente, segundo o Estatutos, na qual foram eleitos como secretário o Rev. Pe. Luís Miguel Pardal Freire, como 1º vogal o Rev. Pe. Henrique Manuel Rodrigues dos Santos e como 2º vogal o Rev. Pe. Carlos Manuel Dionísio de Sousa. Constando da ordem de trabalhos da sessão, foi apresentado o relatório de contas da Diocese por parte do Ecónomo Diocesano, que destacou a importância da partilha dos párocos e das paróquias, como demonstração da espiritualidade diocesana, que assenta na comunhão, também a este nível. Abriu-se a discussão sobre a forma de sustentabilidade da Diocese e suas infraestruturas num futuro próximo. Do diálogo surgiram algumas luzes, que apontam para novos desafios a que a Diocese deve estar atenta, a fim de poder dar resposta aos seus compromissos. Ao Conselho Presbiteral foi apresentado também o documento dos Bispos do Centro sobre a recepção do capítulo VIII da “Amoris laetitia”, que trata, de forma especial a questão das famílias fragilizadas e feridas, à luz do Evangelho e da doutrina da Igreja. Combinou-se que o conteúdo deste documento seja dado a conhecer em reunião arciprestal e por cada pároco às comunidades que lhe estão confiadas, como ponto de partida para o cuidado pastoral destes casos. Concluiu o Conselho que a pertinência desta preocupação deve fazer-se sentir às famílias com grande delicadeza e cuidado pastoral, para que se possam ajudar aquelas que se encontram mais feridas a sentirem-se acolhidas e integradas. Ressaltou-se o facto de essa integração ter muitas expressões de presença e intervenção na vida das comunidades, para além de poder vir a acontecer a nível sacramental. Sugeriu-se que este Conselho, numa próxima reunião, venha a refletir e tratar o estatuto do Seminário Maior e consequentemente a questão das vocações sacerdotais. O Secretariado

Guarda recebe Workshop Internacional de Turismo Religioso

Iniciativa decorre no Teatro Municipal da Guarda Fátima e Guarda recebem a partir de hoje, 22 de Fevereiro, os VI Workshops Internacionais de Turismo Religioso. Tal como o Jornal A GUARDA adiantou, na edição de 18 de Janeiro, trata-se do mais importante certame de Turismo religioso do país que englobará este ano, pela primeira vez, a cidade da Guarda e o seu património de herança judaica.
Na Guarda, os participantes serão recebidos esta sexta-feira, dia 23 de Fevereiro, num jantar de boas-vindas exclusivo para todos os operadores que visitam a Guarda pela primeira vez. No sábado, dia 24 de Fevereiro, o Teatro Municipal da Guarda acolhe o Workshop Internacional de Turismo Religioso. Esta iniciativa, que ocupará a manhã, consiste em reuniões de trabalho entre suppliers (Operadores portugueses das áreas da hotelaria e restauração) e hosted buyers (operadores turísticos, neste caso do sector judaico). Os suppliers locais e nacionais terão oportunidade de expor e promover os seus produtos/ ofertas de forma a cativar os operadores estrangeiros que actuam no mercado religioso. Durante o evento a cidade da Guarda irá acolher perto de 40 hosted buyers, de todo o mundo, cujo principal objectivo é encontrar/conhecer novos destinos turísticos, com ofertas e experiências diferenciadoras, dentro do segmento de mercado cultural e religioso. Participam ainda nesta iniciativa cerca de 40 suppliers. Para a parte da tarde está agendada uma visita à Judiaria de Trancoso e ao Centro de Interpretação da Cultura Judaica Isaac Cardoso. O programa termina no Domingo, dia 25 de Fevereiro, com uma visita encenada, durante a manhã, à judiaria da Guarda. De acordo com a organização “a realização do VI Congresso Internacional de Turismo Religioso irá permitir colocar a Guarda como um destino religioso por excelência”. E acrescenta: “A oportunidade de se consolidar a vertente Judaica face ao crescimento da mesma, através dos dados de entrada de turistas de vários mercados emissores, tais como Israel, EUA e Brasil ou Canadá, leva-nos a disponibilizar a cidade da Guarda como palco de realização de um encontro, verdadeiramente, importante entre operadores turísticos deste segmento de mercado”. Os VI Workshops Internacionais de Turismo Religioso são compostos por quatro segmentos, nomeadamente: Seminário, em Fátima, com foco no tema “Globalização e Turismo Religioso”; no dia 22; Bolsa de contactos, também em Fátima no dia 22; Segmento específico de Turismo de Herança Judaica, na Guarda no dia 24; e Pós-tours apoiados pelas diversas ARPT’s, a partir da Guarda e de Fátima. Com cerca de 700 participantes, entre os quais 150 Hosted buyers, 150 Suppliers e 40 Expositores, todos especialistas em touring e turismo religioso, este é o maior encontro mundial de profissionais deste segmento, que conta com a participação de operadores turísticos nacionais e internacionais, de mercados de turismo religioso consolidados e emergentes. A iniciativa é uma organização da ACISO - Associação Empresarial Ourém-Fátima, em colaboração com o Município da Guarda, o Município de Ourém e o Santuário de Fátima, com o apoio do Turismo de Portugal e do Turismo do Centro de Portugal.

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Entrevista - Bruno António Loureiro Almeida Lopes - “Quero servir todos os diferentes de forma igual, acolher na minha vida todos e cada um”
alt Bruno António Loureiro Almeida Lopes vai ser ordenado sacerdote no próximo Domingo, 18 de Junho, na Sé da Guarda. O futuro sacerdote é natural de paróquia da Castanheira, Arciprestado de Trancoso. Actualmente está a trabalhar no arciprestado de Penamacor sob a orientação do Pe. Joaquim António Morais Martins. A GUARDA: O que é que te levou a entrar no Seminário? Bruno Lopes: Duc In Altum. A Jesus que nos chama não podemos ter medo de responder, pois todos estamos direccionados a seguir um caminho, o qual já está traçado por Deus. Chamo-me Bruno António Loureiro Almeida Lopes, nasci a 2 de Outubro de 1991, na paróquia da Castanheira, Arciprestado de Trancoso, Diocese da Guarda. Sou originário de uma família com uma vida cristã bastante activa, assim desde criança que frequento a Missa Dominical, acompanhado pelos meus pais e pelas minhas irmãs. A GUARDA: Como é que os jovens da tua terra reagiram à tua escolha, quando decidiste ser padre? Bruno Lopes: Como todos os jovens fiz a minha instrução primária na escola da aldeia. Aproximou-se o momento de ir para a escola de Trancoso, mas pensei entrar no seminário, falei então com os meus pais, o que logo nos levou a falar com o Sr. Pe. Joaquim António Duarte, que disponibilizou-se a ajudar. A GUARDA: O teu percurso académico passou por onde e quais os principais desafios com que te deparaste? Bruno Lopes: Entrei no seminário para o 5º ano de escolaridade, o que de início não foi fácil face a distância da família, pois as saudades eram muitas. Mas com o apoio da equipa formadora e das irmãs que também nos acompanhavam foi ultrapassado e assim cresci e permaneci nesta casa durante cinco anos, com jovens de diversas partes da nossa diocese que na comunhão faziam crescer uns aos outros com a finalidade de formar uma família e discernir a vocação. Terminado o 9ºano passei para o Seminário Maior Guarda, onde muitas coisas eram novas, nova casa, novos formadores, novo ambiente, novos colegas, nova escola, uma nova etapa e tinha de enfrentar a novidade com ânimo e alegria pois eu queria conhecer esta nova realidade e com ela crescer na comunhão com os outros e com o mundo. Terminado o 12ºano ainda não sabia ao certo o que queria seguir, eram muitas as questões, estava na altura de tomar uma decisão. Cheguei mesmo a pôr a hipótese de sair do seminário e iniciar novo rumo, mas algo em mim dizia que devia seguir e assim foi. Nova etapa começou, o 1ºano de teologia, novamente mudanças de casa, de colegas, nova realidade e novo contacto com os seminaristas das dioceses de Viseu, Bragança e Lamego que também frequentavam ali o seminário. Passava a semana no Seminário Maior de Viseu e aos fins-de-semana regressava à Guarda para assim estar em contacto com as paróquias diocesanas, o que me ajudou muito, pois sinto-me feliz no serviço aos outros. Terminado o 3º ano, novos desafios, pois com a diminuição do número de seminaristas tivemos de nos deslocar para Braga, e ai frequentar a faculdade de teologia, onde se formou o Seminário Interdiocesano de S. José com as mesmas dioceses. Foi lá que conclui o curso de teologia, com a defesa da dissertação intitulada, O contributo do venerável Dom João de Oliveira Matos na Diocese da Guarda. A GUARDA: Foi difícil deixar algumas coisas para trás no momento da decisão final? Bruno Lopes: Neste percurso de seminário, tenho de salientar que as dificuldades estão presentes, mas que na partilha com os outros e em tantas coisas boas, há sempre uma alegria maior. Temos tempo para tudo, para rezar, para estudar, para passear, para fazer desporto entre tantas outras coisas. O seminário forma homens que no discernimento da sua vocação escolhem, ou não, o caminho do sacerdócio. O Seminário é um caminho de descoberta da presença de Cristo na nossa vida, um Cristo que nos chama e nós seguimos. Então… why not priest… porque não ser padre… porque não embarcar na aventura a que muitos chamam de loucura, apaixonados por Cristo, respondendo assim ao desafio de Jesus, “Segue-me”. Não tenhas medo de te entregar nas mãos de Deus a full time. Bruno Lopes: Nos últimos tempos tens desenvolvido a tua missão no arciprestado de Penamacor, onde o despovoamento é uma realidade. Como é que tens lidado com esta situação? Bruno Lopes: Actualmente estou a trabalhar no arciprestado de Penamacor desde 9 de Outubro de 2015, sobre orientação do Pe. Joaquim António Morais Martins. Inicialmente ainda como acólito, mas actualmente como diácono desde Outubro de 2016, é uma zona da diocese onde claramente se nota o despovoamento, mas este é um facto que se vê por toda a diocese e em todo o interior. Perante isto, e como não pode deixar de ser, fazemos o que podemos e direccionando o trabalho para a mesma realidade. Ainda assim, temos alguns jovens empenhados na paróquia e actualmente além dos escuteiros, temos também um grupo de jovens no projecto da JOC (juventude operária católica). A GUARDA: No dia 18 de Junho vais ser ordenado sacerdote na Sé da Guarda e escolheste como lema “Ai de mim, se não evangelizar”. O que é que te levou a optar por este lema? Bruno Lopes: Olhando para Jesus e para o mandato que nos deixou, Ide por todo mundo, sinto-me chamado a evangelizar, a dizer tal como são Paulo. Esta missão de evangelizar, de anunciar não está confiada apenas aos sacerdotes mas a todos os que pelo baptismo renascem para uma vida nova. Neste sentido sinto-me impelido a testemunhar com a própria vida este mando de Jesus. Como sacerdote quero realmente ser o reflexo de Cristo todos e cada dia, quero servir todos os diferentes de forma igual, acolher na minha vida todos e cada um, quero seguir o exemplo de Jesus.