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ASSEMBLEIA DIOCESANA 3ª sessão (17/5/2017)
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O Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses divulgou o programa de actividades que vai realizar ao longo do ano de 2018, na Diocese da Guarda. A primeira iniciativa

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A assembleia diocesana, que se encontra agora em processo de recepção nas comunidades da nossa Diocese, aponta-nos caminhos de mudança e de conversão. O tempo da Quaresma, que vamos iniciar, é

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Iniciativa decorre no Teatro Municipal da Guarda Fátima e Guarda recebem a partir de hoje, 22 de Fevereiro, os VI Workshops Internacionais de Turismo Religioso. Tal como o Jornal A

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Diocese da Guarda - Actividades do Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses

O Secretariado Regional da Conferência dos Institutos Religiosos Portugueses divulgou o programa de actividades que vai realizar ao longo do ano de 2018, na Diocese da Guarda. A primeira iniciativa está anunciada para o dia 13 de Janeiro e será um Convívio com as Irmãs Carmelitas, no Carmelo da santíssima Trindade, na Guarda. O programa começa às 9.30 horas com a celebração da Missa no Carmelo. Segue-se o convívio com as Irmãs com partilha de cantares e de bens.
O Dia do Consagrado, 2 de Fevereiro, será assinalado com a celebração da Missa presidida pelo Bispo da Guarda, às 18.00 horas, na Sé Catedral da Guarda. Na altura haverá a celebração das Bodas de Vida Consagrada das consagradas da Diocese. Em Fevereiro, no dia 17, tem lugar o retiro de início da Quaresma, orientado pelo Padre José Miguel Barata Pereira, Reitor do Seminário Maior de Cristo Rei, Lisboa, Responsável pelo departamento de Pastoral Vocacional e do Diaconado Permanente, em Lisboa. O retiro vai decorrer no Seminário Maior da Imaculada Conceição, na Guarda. No dia 26 de Maio, haverá manhã de formação para consagrados e aberta a todo o Povo de Deus, sobre o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”, no âmbito do Sínodo dos Jovens em Roma, no mês de Outubro. Este trabalho, que decorre no Seminário Maior da Guarda será orientado pela Irmã Paula Jordão, Missionária Verbum Dei, Licenciada em Teologia e Mestre em Formadora por Salamanca e com uma larga experiência em Pastoral Juvenil. Haverá também um painel de testemunhos de jovens vocacionados.

A Quaresma - Apelo à conversão - Mensagem de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda

A assembleia diocesana, que se encontra agora em processo de recepção nas comunidades da nossa Diocese, aponta-nos caminhos de mudança e de conversão. O tempo da Quaresma, que vamos iniciar, é especialmente favorável para recordarmos os seus apelos e vermos como lhes havemos de responder na nossa vida e na vida das nossas comunidades.
Ora, na imposição das cinzas, gesto simbólico com que tradicio¬nalmente se inicia a Quaresma, vamos escutar palavras como estas: “Lembra-te homem que és pó e em pó te hás-de tornar” e também “Arrependei-vos e acreditai no Evangelho”. Se o primeiro apelo nos remete para o reconhecimento da nossa finitude e do carácter passageiro da vida no tempo, o segundo convida-nos a olhar o futuro com esperança. E é mesmo a esperança que queremos cuidar espe¬cial¬mente nesta Quaresma. Ela não se confunde com futilidades tais como a ilusão do dinheiro ou os falsos remédios para muitas desi-lusões, sejam elas drogas, lucros fáceis ou simplesmente a satisfação ilusória dos apetites imediatos. Convém aqui lembrar o que nos diz o papa Francisco, na sua men¬sagem para esta Quaresma, sobre a ganância do dinheiro, que apaga o amor, seguindo-se-lhe a recusa de Deus e com ela a recusa de quan¬tos se julga poderem ameaçar seguranças e bem estar, sejam elas o bebé, o idoso doente, com a tentação da eutanásia, o estran¬geiro, ou o próximo que, por qualquer motivo, pode ser considerado peso. A Quaresma propõe-nos um caminho de conversão e renovação que nos faz descolar de situações desordenadas como estas e avançar para atitudes novas apostadas sobretudo em promover a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar as pessoas. Para progredirmos nesse caminho de conversão, a sabedoria secular da Igreja adianta os remédios da oração, do jejum e da esmola. Sobre a oração, desejamos lembrar aqui o apelo do Papa Francisco para vivermos nos dias 9 e 10 de março (sexta e sábado), mais uma vez, a iniciativa “24 horas para o Senhor”. É bom que, na nossa Diocese, em cada arciprestado, haja pelo menos uma Igreja aberta durante estas 24 horas consecutivas para adoração e Sacramento da Reconciliação. A esmola fortalece sempre a experiência da comunhão que, como discípulos de Cristo, somos chamados a viver em Igreja. A renúncia quaresmal é boa oportunidade para cumprir esta recomendação. Pelo jejum não só partilhamos a experiência dos que não têm o necessário para matar a fome, mas sobretudo sentimos ao vivo que nem só de pão vive o homem. Ao longo da Quaresma, há dois dias de jejum obrigatórios recomen¬dados pela disciplina da Igreja: quarta-feira de cinzas e sexta-feira santa, em que celebramos a morte de Cristo. Este ano a nossa renúncia quaresmal tem duas finalidades. Uma delas é apoiar a construção de uma cantina escolar, na Guiné Bissau. Trata-se de uma missão católica, situada nos arredores de Bissau, com valências de hospital, leprosaria, escola e uma aldeia onde são recolhidos leprosos rejeitados pelas famílias. Esta construção está a ser feita pelo Instituto Social Cristão Pina Ferraz, instituição da nossa Diocese sediada em Penamacor, que também está a angariar os fundos necessários. A outra finalidade é ajudar famílias que foram afectadas pelos incêndios na área da nossa Diocese. Até agora foram ajudadas, através da Caritas Diocesana, 18 famílias que ficaram sem equipamentos agro-pecuários, incluindo estábulos, vedações, alfaias agrícolas e motores de rega. O apelo que oportunamente fizemos teve resposta muito generosa e pronta, que nos permitiu gastar nestas ajudas quarenta mil euros. Mas há ainda várias famílias à espera de serem ajudadas. Temos a certeza de que a melhor recompensa de tudo o que damos é mesmo a alegria de dar com generosidade. Guarda, 8.2.2018 +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

Conselho Presbiteral da Diocese da Guarda - 2018

Comunicado Reuniu, no passado dia 16 de Fevereiro, no Seminário Maior da Guarda, o Conselho Presbiteral da Diocese da Guarda para a primeira sessão ordinária do triénio 2018 – 2021.
Logo após o auto de tomada de posse, assinado pelos presentes, procedeu-se à votação do Secretariado Permanente, segundo o Estatutos, na qual foram eleitos como secretário o Rev. Pe. Luís Miguel Pardal Freire, como 1º vogal o Rev. Pe. Henrique Manuel Rodrigues dos Santos e como 2º vogal o Rev. Pe. Carlos Manuel Dionísio de Sousa. Constando da ordem de trabalhos da sessão, foi apresentado o relatório de contas da Diocese por parte do Ecónomo Diocesano, que destacou a importância da partilha dos párocos e das paróquias, como demonstração da espiritualidade diocesana, que assenta na comunhão, também a este nível. Abriu-se a discussão sobre a forma de sustentabilidade da Diocese e suas infraestruturas num futuro próximo. Do diálogo surgiram algumas luzes, que apontam para novos desafios a que a Diocese deve estar atenta, a fim de poder dar resposta aos seus compromissos. Ao Conselho Presbiteral foi apresentado também o documento dos Bispos do Centro sobre a recepção do capítulo VIII da “Amoris laetitia”, que trata, de forma especial a questão das famílias fragilizadas e feridas, à luz do Evangelho e da doutrina da Igreja. Combinou-se que o conteúdo deste documento seja dado a conhecer em reunião arciprestal e por cada pároco às comunidades que lhe estão confiadas, como ponto de partida para o cuidado pastoral destes casos. Concluiu o Conselho que a pertinência desta preocupação deve fazer-se sentir às famílias com grande delicadeza e cuidado pastoral, para que se possam ajudar aquelas que se encontram mais feridas a sentirem-se acolhidas e integradas. Ressaltou-se o facto de essa integração ter muitas expressões de presença e intervenção na vida das comunidades, para além de poder vir a acontecer a nível sacramental. Sugeriu-se que este Conselho, numa próxima reunião, venha a refletir e tratar o estatuto do Seminário Maior e consequentemente a questão das vocações sacerdotais. O Secretariado

Guarda recebe Workshop Internacional de Turismo Religioso

Iniciativa decorre no Teatro Municipal da Guarda Fátima e Guarda recebem a partir de hoje, 22 de Fevereiro, os VI Workshops Internacionais de Turismo Religioso. Tal como o Jornal A GUARDA adiantou, na edição de 18 de Janeiro, trata-se do mais importante certame de Turismo religioso do país que englobará este ano, pela primeira vez, a cidade da Guarda e o seu património de herança judaica.
Na Guarda, os participantes serão recebidos esta sexta-feira, dia 23 de Fevereiro, num jantar de boas-vindas exclusivo para todos os operadores que visitam a Guarda pela primeira vez. No sábado, dia 24 de Fevereiro, o Teatro Municipal da Guarda acolhe o Workshop Internacional de Turismo Religioso. Esta iniciativa, que ocupará a manhã, consiste em reuniões de trabalho entre suppliers (Operadores portugueses das áreas da hotelaria e restauração) e hosted buyers (operadores turísticos, neste caso do sector judaico). Os suppliers locais e nacionais terão oportunidade de expor e promover os seus produtos/ ofertas de forma a cativar os operadores estrangeiros que actuam no mercado religioso. Durante o evento a cidade da Guarda irá acolher perto de 40 hosted buyers, de todo o mundo, cujo principal objectivo é encontrar/conhecer novos destinos turísticos, com ofertas e experiências diferenciadoras, dentro do segmento de mercado cultural e religioso. Participam ainda nesta iniciativa cerca de 40 suppliers. Para a parte da tarde está agendada uma visita à Judiaria de Trancoso e ao Centro de Interpretação da Cultura Judaica Isaac Cardoso. O programa termina no Domingo, dia 25 de Fevereiro, com uma visita encenada, durante a manhã, à judiaria da Guarda. De acordo com a organização “a realização do VI Congresso Internacional de Turismo Religioso irá permitir colocar a Guarda como um destino religioso por excelência”. E acrescenta: “A oportunidade de se consolidar a vertente Judaica face ao crescimento da mesma, através dos dados de entrada de turistas de vários mercados emissores, tais como Israel, EUA e Brasil ou Canadá, leva-nos a disponibilizar a cidade da Guarda como palco de realização de um encontro, verdadeiramente, importante entre operadores turísticos deste segmento de mercado”. Os VI Workshops Internacionais de Turismo Religioso são compostos por quatro segmentos, nomeadamente: Seminário, em Fátima, com foco no tema “Globalização e Turismo Religioso”; no dia 22; Bolsa de contactos, também em Fátima no dia 22; Segmento específico de Turismo de Herança Judaica, na Guarda no dia 24; e Pós-tours apoiados pelas diversas ARPT’s, a partir da Guarda e de Fátima. Com cerca de 700 participantes, entre os quais 150 Hosted buyers, 150 Suppliers e 40 Expositores, todos especialistas em touring e turismo religioso, este é o maior encontro mundial de profissionais deste segmento, que conta com a participação de operadores turísticos nacionais e internacionais, de mercados de turismo religioso consolidados e emergentes. A iniciativa é uma organização da ACISO - Associação Empresarial Ourém-Fátima, em colaboração com o Município da Guarda, o Município de Ourém e o Santuário de Fátima, com o apoio do Turismo de Portugal e do Turismo do Centro de Portugal.

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ASSEMBLEIA DIOCESANA 3ª sessão (17/5/2017)
alt 1. Cumprimos hoje a 3ª sessão da nossa assembleia Diocesana. E reunimos, das 3 sessões até agora realizadas, 89 proposições aprovadas, na sua maioria por unanimidade, as quais são recomendações que precisamos de implementar no futuro próximo. Estamos agradecidos não apenas aos delegados, mas a quantos, ao longo destes 4 anos pastorais fizeram esforço por intervir na caminhada sinodal que nos conduziu às proposições que agora temos aprovadas. E lembramos neste momento principalmente cada Pároco com a sua equipa de colaboradores pastorais; cada Conselho Pastoral arciprestal; o Conselho Pastoral Diocesano O conselho Presbiteral e, por fim, o trabalho realizado pela Mesa da assembleia Diocesana. 2. Temos agora pela frente a tarefa de aplicar estas recomendações, ajustando-lhes o melhor possível as nossas práticas pastorais, corrigindo umas, potenciando outras ou introduzindo novas, quando as circunstâncias o aconselharem. É, de facto, uma nova etapa do caminho sinodal em que nos envolveu a assembleia diocesana, etapa esta que agora está à nossa frente. E para cumprirmos bem esta nova etapa, começo por verificar que encontrarmos nas proposições aprovadas a recomendação de um novo modelo de paroquialidade. E apontam-se aí algumas linhas de concretização desse novo modelo de paroquialidade que vale a pena registar, entre as quais destaco as seguintes: - Que se valorizem os arciprestados e os órgãos de participação, como os conselhos pastorais arciprestais. - Que os presbíteros conjuguem mais e melhor o princípio da jurisdição com o da cooperação - Que haja mais corresponsabilidade quer com as paróquias mais pequenas, carenciadas de meios humanos ou outros, quer com as paróquias que venham a ser confiadas a diáconos ou mesmo a leigos - Que se caminhe para a criação de unidades pastorais E apontam-se alguns critérios que definem as unidades pastorais, tais como os seguintes: . um pároco moderador . um mesmo programa pastoral . um conjunto comum de ministérios e serviços . um fundo comum de solidariedade E a estes critérios podemos acrescentar outros, que já estão bastante estudados, tais como: . um conselho pastoral comum . um centro comum onde se reúne a documentação, se recebem as pessoas e se realiza a formação. E como forma de continuarmos a fazer caminho conjunto para aplicação das proposições aprovadas é-nos feita a recomendação de que se crie “uma comissão diocesana multidisciplinar integrada por clérigos, religiosos e leigos para a elaboração de uma proposta de reorganização pastoral da Diocese”. E esse é, de facto, o primeiro passo que vamos dar. A essa comissão confiamos o encargo de: 1º) Estabelecer os critérios para que dos atuais conjuntos de paróquias que temos confiadas ao mesmo pároco possamos progredir para as desejadas unidades pastorais; 2º) Rever a dimensão e o número dos arciprestados, tendo em conta as sugestões já feitas quer pelos sacerdotes e diáconos dos actuais arciprestados quer pelo Conselho Pastoral Diocesano; 3º) Verificar se os nossos serviços diocesanos estão a responder bem ao que lhes é pedido, nomeadamente: a) os Secretariados estruturantes da pastoral diocesana, a saber – Liturgia, Educação cristã, serviço organizado da caridade, administração ligada à Cúria Diocesana b) os outros secretariados e departamentos c) analisar os diferentes movimentos, serviços e obras de apostolado que temos na Diocese para verificar se estão a cumprir a missão que lhes é pedida e se não haverá outros movimentos de apostolado, entre os novos movimentos eclesiais, que nos estão a fazer falta. Como disse, este é um trabalho que não parte de zero. E para o potenciar houve a preocupação de colher o sentir dos actuais arciprestes sobre os respectivos arciprestados, mas também sobre critérios de organização pastoral diocesana, de que se destacam os seguintes pontos: 1º) Atendendo já ao nosso presente pastoral, mas sobretudo tendo em conta o futuro, é necessário continuar a apostar na formação de coordenadores das assembleias dominicais na ausência do Presbítero. 2º) Cada um dos arciprestes deu indicação de caminhos a seguir no tecido dos actuais arciprestados para chegarmos às desejadas unidades pastorais, incluindo com a definição de centros de formação para a catequese da infância e adolescência. E temos boas experiências quanto à centralização dos serviços da catequese. 3º) Deram-me indicação de serviços comuns às diferentes paróquias e conjuntos de Paróquias que devem ser organizados a nível arciprestal, tais como CPM, CPB, Escola arciprestal de Ministérios. 4º) Para todos é um bem muito conseguido o funcionamento do respectivo Conselho pastoral arciprestal. E esse funcionamento deve manter-se regular, insistem os arciprestes. 5º) Verifica-se a sensação de que continua a ser difícil motivar as pessoas para a formação na Fé, mas também há recomendação de que a nossa prioridade de sacerdotes tem de ser a de formar as consciências, formar as pessoas na Fé. De facto, nós sacerdotes precisamos de continuar a cultivar a atitude de maior proximidade às pessoas e às famílias, sempre com a preocupação de educar. 6º) Insistiu-se também em que no nosso trabalho de sacerdotes temos de progredir na fidelidade a critérios pastorais comuns. E sobre este assunto referiu-se que há mecanismos de correcção fraterna que temos de saber aceitar e usar também entre nós sacerdotes 7º) Foi referido que cultivar a espiritualidade sacerdotal entre nós sacerdotes é a realidade mais decisiva para o êxito da nossa acção pastoral. E a esse propósito também foi sugerido que se motivem os párocos para escolherem viver em casas paroquiais com outros párocos e evitem assim viver sozinhos. 8º) Também as várias comunidades religiosas que temos espalhadas pela diocese estamos longe de conseguir a sua plena integração no conjunto da pastoral diocesana, o mais possível de acordo com o respectivo carisma. Este é também um desafio que se coloca à nossa reorganização pastoral. 9º) Temos muitos lugares de culto espalhados pela diocese, graças a Deus. Cada um deles com tradições ligadas a eventos determinados sobretudo a festas de santos padroeiros. Sem esquecemos as dificuldades inerentes, temos a responsabilidade pastora de os aproveitar o mais possível para a formação e para a celebração da Fé. Vivemos a convicção de que os bons resultados de qualquer reorganização pastoral dependem sobretudo destas e de outras atitudes novas que precisamos todos de cultivar nos sacerdotes, nos diáconos, nos religiosos, nos leigos e nas famílias. 3. Para não corrermos o risco de que as 87 proposições aprovadas nestas 3 sessões da assembleia diocesana passem às prateleiras e por lá fiquem à espera de que algum investigador, num futuro longínquo, as venha redescobrir, determina-se o seguinte: 1º) O nosso ano pastoral 2016-17 não vai terminar como é habitual no final do mês de Julho. Vamos prolongá-lo até ao mês de Outubro próximo. 2º) Vai ser nomeada, nos próximos dias, a solicitada “Comissão diocesana multidisciplinar, integrando clérigos, religiosos e leigos”, com mandato para apresentar uma reorganização pastoral da Diocese e sem prazo limite para concluir este seu trabalho. 3º) Na nossa peregrinação diocesana a Fátima, calendarizada para os dias 23 e 24 de Agosto, apresentaremos a Nossa Senhora as 87 proposições aprovadas nesta assembleia, pedindo especial bênção para a sua aplicação. 4º) Convido os delegados da assembleia diocesana para uma 4ª sessão, possibilidade prevista desde o início, a qual não terá a finalidade de aprovar mais proposições, mas sim de reflectir critérios de aplicação destas mesmas proposições incluindo o estabelecimento de prioridades. Para essa quarta sessão esperamos que haja já algum contributo da Comissão mandatada para pensar a reorganização pastoral da Diocese. Essa quarta sessão de assembleia diocesana realizar-se-á no dia 5 de Outubro próximo, sendo oportunamente convocada, enviando a respectiva agenda. 5º No domingo seguinte, dia 8 de Outubro, serão formalmente apresentadas à Diocese as 89 proposições juntamente com alguns critérios de prioridade na sua aplicação. Essa apresentação será feita em celebração que se realizará na nossa catedral com a melhor representação dos grupos de cooperadores pastorais de cada pároco que intervieram no processo sinodal, ao longo destes 4 anos. 6º) Ao nosso Secretariado Diocesano da Coordenação Pastoral confia-se, desde já o encargo de pensar a melhor maneira de apresentar estas 89 proposições, assim como de programar o ano pastoral 2017-18, a iniciar nessa data e que será o ano da recepção das proposições. 7º) Entretanto, o Bispo Diocesano, com os aconselhamos que entender oportunos, pensará também, ao longo deste ano pastoral 2017-18, a prevista carta pastoral para dirigir à Diocese, com linhas de orientação inspiradas nestas proposições. Desejamos que todo este tempo de recepção da nossa Assembleia Diocesana seja, em toda a Diocese, sobretudo um tempo de abertura às inspirações do Espírito Santo, vivido na oração intensa, segundo o programa que será apresentado para o ano pastoral 2017-18. Que Deus nos ajude a levar por diante estes nossos propósitos. Guarda, 17/06/2017 +Manuel da Rocha Felício, Bispo da Guarda