Bispo de Viseu, Dom António Luciano dos Santos Costa

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ASSEMBLEIA DIOCESANA - 2ª Sessão (20/05/2017)
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O Padre Manuel Matos, Vigário Geral da Diocese da Guarda vai presidir à Comissão Organizadora que terá como missão preparar a Ordenação Episcopal de D. António Luciano dos Santos Costa,

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Saudamos D. António Luciano dos Santos Costa, eleito Bispo de Viseu E o Senhor passou novamente pelo Presbitério da Guarda. E chamou o nosso Padre António Luciano dos Santos Costa para o

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Como consta no nosso calendário anual, vamos celebrar o Dia da Igreja Diocesana no dia 2 de Junho, sábado da próxima semana. O programa será o seguinte: De manhã, com início às

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A Diocese da Guarda vai celebrar o Dia da Igreja Diocesana, no dia 2 de Junho, na Guarda. O programa começa às 10.30 horas, com um encontro, no Centro Apostólico

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Diocese da Guarda - Bispo nomeia comissão organizadora da ordenação Episcopal de D. António Luciano

O Padre Manuel Matos, Vigário Geral da Diocese da Guarda vai presidir à Comissão Organizadora que terá como missão preparar a Ordenação Episcopal de D. António Luciano dos Santos Costa, no dia 17 de Junho, na Sé da Guarda.
A Comissão integra também os padres Carlos Lages (pároco da Sé), Carlos Dionísio de Sousa (pároco da paróquia do novo Bispo), Serafim Reis (Seminário da Guarda). Fazem ainda parte da Comissão o Médico Reis Pereira e as enfermeiras Claudina e Ester (ULS Guarda) e José Rosa (professor na Universidade da Beira Interior). Esta Comissão vai cuidar da logística necessária para a celebração litúrgica (espaços da Sé, incluindo som e imagem, utilização da via pública na procissão de entrada da Misericórdia para a Sé, prever lugares de estacionamento e fazer os contactos necessários com as autoridades locais, sobretudo autárquicas e de segurança. A oferta das insígnias episcopais e o jantar de confraternização são outras das incumbências desta comissão nomeada pelo Bispo da Guarda, D. Manuel Felício. O báculo do novo bispo será oferecido pelos padres da Diocese da Guarda, o anel pela paróquia de origem do ordinando (Sandomil – Seia), a cruz peitoral por pessoas ligadas à ULS da Guarda e a Mitra e outras vestes litúrgicas por pessoas ligadas à Universidade da Beira Interior. A celebração do dia 17 de Junho está a ser preparada pelo Secretariado Diocesano de Liturgia.

Em louvor da vocação sacerdotal

Saudamos D. António Luciano dos Santos Costa, eleito Bispo de Viseu
E o Senhor passou novamente pelo Presbitério da Guarda. E chamou o nosso Padre António Luciano dos Santos Costa para o fazer Bispo da Diocese de Viseu. Damos-lhe graças por esta Sua palavra, que é também de apreço e distinção dirigida à nossa Diocese e em particular ao seu Presbitério. Acompanhamos o novo Bispo de Viseu com a nossa oração. Sabemos que ele leva do meio de nós, em primeiro lugar, a experiência de Vigário Episcopal para o Clero, ao longo dos últimos sete anos, em que procurou viver a proximidade com todos e cada um dos nossos sacerdotes; leva a sua competência própria no mundo da pastoral da saúde, demonstrada de muitas maneiras, a última das quais como capelão do Hospital Sousa Martins integrado na ULS-Guarda; leva principalmente a sua dedicação como pastor de várias comunidades paroquiais, ao longo das três décadas de Ministério Sacerdotal que viveu connosco. Parte em resposta à chamada do Senhor, que sempre nos surpreende, como surpreendeu Abraão, para ir ao encontro do desconhecido, mas reconfortado com a promessa de que “Deus providenciará”. E assim acreditamos nós também que Deus providenciará não apenas para encontrarmos quem o substitua nas muitas tarefas pastorais que lhe estão confiadas, mas também e principalmente com o despertar de novas vocações sacerdotais, que venham trazer renovada esperança às nossas comunidades agora especialmente interpeladas pela assembleia diocesana em processo de recepção. A Ordenação Episcopal está marcada para o dia 17 de Junho, às 16.00 horas, na nossa Sé da Guarda e o início da sua actividade pastoral como Bispo de Viseu para o dia 22 de Julho. Que Deus seja louvado. Guarda, 3 de Maio de 2018 +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

Dia da Igreja Diocesana 2018 - mensagem de D. Manuel Felício

Como consta no nosso calendário anual, vamos celebrar o Dia da Igreja Diocesana no dia 2 de Junho, sábado da próxima semana.
O programa será o seguinte: De manhã, com início às 10.30 horas, no Centro Apostólico (Guarda) – encontro com secretariados, movimentos, serviços e obras de apostolado, sob orientação do Coordenador Diocesano da Pastoral, Rev.do Padre Jorge Manuel Pinheiro Castela. De tarde, a solene celebração diocesana, na Sé, com apresentação da prometida carta pastoral sobre a recepção da Assembleia Diocesana. Às 15.00 horas, haverá concentração no Largo da Misericórdia, seguindo-se cortejo da procissão de entrada, em direcção à Sé. O cortejo organizar-se-á por arciprestados, quanto possível ostentando cada um os respectivos lenços com cores próprias e acompanhados das respectivas bandeiras. A seguir, solene Eucaristia na Sé. Antes da bênção final, será apresentada a carta pastoral referida. Com esta celebração queremos começar uma nova etapa no nosso percurso pastoral, depois da Assembleia Diocesana, que procurámos preparar e realizar e agora queremos aplicar em caminhada sinodal. No cortejo da procissão de entrada da Misericórdia para a Sé, a ordem é a seguinte: 1. Cruz e lanternas; 2.Arciprestados por ordem alfabética e com as respectivas insígnias; 3. Diáconos; 4.Sacerdotes; 5.Bispo Diocesano, com Vigário Geral e Coordenador Diocesano da Pastoral. A cor dos paramentos é a verde. +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

Diocese da Guarda - Guarda celebra Dia da Igreja Diocesana

A Diocese da Guarda vai celebrar o Dia da Igreja Diocesana, no dia 2 de Junho, na Guarda. O programa começa às 10.30 horas, com um encontro, no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos, com secretariados, movimentos, serviços e obras de apostolado, que será orientado pelo Padre Jorge Castela, Coordenador Diocesano da Pastoral.
A tarde será preenchida com a solene celebração Diocesana na Sé Catedral, durante a qual será apresentada a carta pastoral sobre a recepção da Assembleia Diocesana. Este momento começa às 15.00 horas, com a concentração no largo da Misericórdia, seguindo o cortejo da procissão para a Sé. O cortejo será organizado por arciprestados com lenços com as cores próprias e acompanhados das respectivas bandeiras. Em carta enviada aos padres da Diocese, D. Manuel Felício pede que para que “este importante acontecimento” seja lembrado em todas as comunidades “pois com ele queremos começar uma nova etapa no nosso percurso pastoral”.

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ASSEMBLEIA DIOCESANA - 2ª Sessão (20/05/2017)
Evangelizar para ser… pessoa e comunidade Proposições I – Primazia da Palavra de Deus Na fidelidade ao mandato de Jesus: “Ide e ensinai todos os povos” (Mt 28, 19), quer a nossa Igreja diocesana encontrar novos dinamismos de evangelização, capazes de fazer chegar a Palavra da salvação às pessoas e aos ambientes. Com esse objetivo, se propõe: 1. Cuidar mais a formação bíblica, mediante a organização de grupos dedicados à leitura e estudo da Sagrada Escritura, nas paróquias e a nível interparoquial; 2. Organizar pequenas assembleias familiares (4 a 5 famílias) onde se aprenda a fazer leitura e meditação da Bíblia; 3. Promover a realização de semanas bíblicas, nas paróquias maiores e também a níveis mais alargados, como seja o Arciprestado ou a Zona pastoral. II – Etapas da formação cristã Reconhecemos que a formação cristã precisa de ser contínua e aperfeiçoada ao longo de todas as etapas da vida, com metodologias diferenciadas. Para tanto, propomo-nos: 4. Promover formas adaptadas a todos os que pelo Batismo fazemos parte da família diocesana, com modalidades de formação cristã dirigidas especificamente às várias idades; 5. Incrementar com urgência a formação cristã de adultos, pois ela “É a principal forma de catequese, porque se dirige a pessoas que têm as maiores responsabilidades e capacidades para viverem a mensagem cristã” (C T 43). III – Modalidades da formação cristã A formação cristã, para ser responsável e sólida, implica o recurso à diversificação das estratégias pastorais. Por isso, propomos-nos: 6. Valorizar os movimentos laicais, visto serem os espaços onde é dada uma formação mais aprofundada e contínua; 7. Criar grupos de estudo e de busca de aplicação dos documentos do Magistério da Igreja, da Doutrina social da Igreja, e outros; 8. Promover momentos de reflexão, a nível arciprestal, como: retiros, jornadas, assembleias, encontros de espiritualidade, formando para a compaixão como princípio concreto de ação; 9. Promover novas formas de evangelização, com metodologias mais participativas, como sejam evangelização de rua, encenações de Natal, presépio vivo, Via Sacra, etc.; 10. Promover diversas situações de diálogo de natureza religiosa, política, económica, social e cultural, incluindo o diálogo inter-religioso. IV – A Homilia e sua preparação Constata-se que a homilia é, para a maioria dos cristãos, a única ocasião de formação doutrinal, capaz de influir na sua vida pessoal. Em consequência, se propõe que: 11. As homilias sejam preparadas cuidadosamente, introduzindo a prática de solicitar para o efeito a intervenção de leigos; 12. Se recorra a uma linguagem simples e clara, adequada aos ouvintes, e que transmita alegria; 13. Se crie espaço para a partilha da palavra, tornando as celebrações menos apressadas, mais participadas e festivas, mesmo que para isso seja preciso reduzir o seu número. V – A Catequese e sua renovação Os documentos da Igreja sobre a catequese preconizam a sua renovação contínua, nos seus métodos, na adaptação da linguagem e na utilização dos novos meios para a transmissão da mensagem (cf CT 17). Com esse objetivo, propomo-nos: 14. Proporcionar aos catequistas uma formação adequada; 15. Rever o percurso catequético, tornando-o mais adequado aos níveis etários das crianças/adolescentes/jovens; formação periódica dos pais dos que frequentam a catequese; organizar reuniões de preparação/formação dos pais cujos filhos vão receber os Sacramentos; 16. Preparar um documento quinzenal ou mensal, com questões sobre a catequese para que as crianças/adolescentes/jovens levem para casa, para ser analisado em contexto familiar. VI – A evangelização dos jovens Vem sendo motivo de preocupação crescente a ausência dos jovens nas celebrações da comunidade cristã. É por isso urgente uma séria reflexão, na qual eles intervenham ativamente, acerca deste problema eclesial. Com vista a isso, se propõe: 17. Organizar encontros de jovens, onde seja possível refletir sobre a sua situação religiosa, as suas aspirações, incluindo o discernimento vocacional; 18. Estimular o voluntariado juvenil e a sua integração na vida da paróquia, incentivando a participação em grupos de acólitos, de leitores, grupos corais, grupos de ação sócio-caritativa, etc.; 19. Valorizar os movimentos de formação da juventude, como o escutismo, os grupos de ação missionária, e outros. VII - A evangelização da família A atenção dada à família ao mais alto nível da Igreja, traduzida nos documentos que o Magistério nos ofereceu ultimamente, requer de nós um novo esforço para levarmos à prática as novas orientações neste domínio. Para tanto, propomo-nos: 20. Criar serviços paroquiais de acolhimento, que permitam a integração das famílias na organização de celebrações especiais, convívio e comunhão entre os membros da comunidade cristã; 21. Criar equipas arciprestais, pluridisciplinares, com o objetivo de identificar situações de carência existentes em famílias das nossas comunidades, promovendo práticas sócio-caritativas; 22. Propiciar a integração, formação e enriquecimento espiritual, e promover ações de formação para as famílias sobre nutrição, economia doméstica, cuidados de saúde, educação dos filhos, numa melhor articulação com os diferentes organismos já existentes na comunidade (Cáritas, Conferências Vicentinas, Banco Alimentar, etc.) VIII – Os casais novos Tendo os casais novos uma especial necessidade de acompanhamento pastoral, dadas as dificuldades e os problemas que naturalmente surgem nos primeiros anos de vida matrimonial, propomo-nos: 23. Cuidar melhor a preparação dos jovens para o matrimónio (entendendo-o como verdadeira vocação cristã), nas fases de namoro, noivado e na celebração do casamento; 24. Promover a integração de casais jovens na vivência da vida cristã da comunidade, podendo ser acompanhados por casais mais velhos na sua formação laical para intervirem, qualificadamente, nas diversas situações eclesiais e da vida social; 25. Dar atenção particularizada aos casais nas situações de especial alegria familiar, como são o nascimento dos filhos, o acolhimento para tratar do seu Batismo, a sua entrada na catequese, etc. 26. Procurar a sua inserção nos movimentos familiares cristãos (equipas de Nª Senhora, associações familiares, etc). IX – A evangelização e a comunicação social Enquadrando-nos no espírito do Concílio Vaticano II, segundo o qual os meios de comunicação social “contribuem eficazmente para unir e cultivar os espíritos e propagar e afirmar o reino de Deus” (IM 2), propõe-se que: 27. Sejam utilizados os meios da comunicação social ao serviço da evangelização, com recurso às estações de rádio locais, jornais, internet, sites, redes sociais, etc; 28. Seja reformulado o Serviço diocesano de comunicação; 29. Se crie um serviço on line para que, quem não possa assistir à Eucaristia, a possa visualizar através desta via. X – A evangelização e o compromisso com os pobres O sinal de que chegou o tempo messiânico da salvação é assim identificado: “… e aos pobres é anunciada a boa-nova” (Mt 11, 5). Para responder às várias formas de pobreza, quer material quer espiritual, e por reconhecer que a opção preferencial pelos pobres é uma autêntica “categoria teológica”, a nossa Igreja diocesana propõe-se: 30. Aperfeiçoar o funcionamento dos organismos específicos de cuidado dos pobres, como a Cáritas diocesana, alargada à Cáritas paroquial ou interparoquial, e desenvolvendo formas organizadas de solidariedade; 31. Criar equipas pluridisciplinares que façam o diagnóstico das situações de carência e estudem o modo de nelas intervir adequadamente. 32. Cuidar das várias formas de pobreza espiritual e cultural, recorrendo ao voluntariado especificamente dirigido a essas situações; 33. Prestar especial cuidado pastoral aos não praticantes e a todos os que se situam nas “periferias”. 8.5.2017 A Mesa da Assembleia Diocesana