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ASSEMBLEIA DIOCESANA - 2ª Sessão (20/05/2017)
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Comunicação de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda: Rev. dos padres e diáconos Estimados Religiosos e Religiosas ou fiéis em outras formas de especial consagração, Caríssimos leigos e leigas, investidos em vários serviços

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Assembleia Diocesana 2017

Comunicação de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda:
Rev. dos padres e diáconos Estimados Religiosos e Religiosas ou fiéis em outras formas de especial consagração, Caríssimos leigos e leigas, investidos em vários serviços na vida da igreja e vocacionados para a relação com o mundo, Caros delegados a esta assembleia; Irmãos em Cristo e amigos: Convosco dou abundantes graças a Deus por estarmos, finalmente, na 1ª sessão da nossa assembleia diocesana. Preparamo-la desde há quase quatro anos a esta parte. E na sua preparação usámos um primeiro instrumento para oferecer a todos a possibilidade de se pronunciarem sobre as grandes questões que nos preocupam e motivar as nossas comunidades, particularmente através dos seus mais directos colaboradores, a participarem na caminhada que nos conduziu ao dia de hoje. Esse primeiro instrumento foram os cadernos de orientação e deles o primeiro centrou-se na realidade da Igreja, tal como Jesus a fundou, o Evangelho a configura e o Concílio Vaticano II a reapresenta, em termos ajustados aos tempos e à cultura de hoje. É desse mesmo assunto que vamos tratar principalmente na presente sessão da nossa assembleia. Outro importante instrumento foi o documento preparatório, a que demos o nome técnico de “Instrumentum laboris” e que pretendeu assumir os pontos mais importantes das diferentes reflexões e comentários feitos na base, a partir dos referidos cadernos de orientação. Este documento foi trabalhado nas diferentes estruturas de participação que precisamos de valorizar cada vez mais na nossa vida comunitária, a saber: a) os conselhos paroquiais e interparoquiais, os conselhos pastorais arciprestais, o conselho pastoral diocesano e o conselho presbiteral. Trabalho decisivo desempenhou até agora a mesa desta nossa assembleia diocesana quer na feitura do dito “Instrumentum laboris” quer na recolha das sugestões e comentários que chegaram das diferentes instâncias que o trabalharam. Com base nelas elaborou as 20 proposições que nos foram enviadas e constituem a base do nosso trabalho de hoje. Felizmente que foi possível a cada um de nós recebê-las em sua casa para as ler antecipadamente, reflectir e eventualmente dialogar sobre elas com mais alguém, podendo agora estar em condições de as analisar em grupo e votar em plenário. Centrando-se estas 20 proposições no modelo de Igreja que nos cumpre viver e testemunhar nos dias de hoje, há grandes preocupações de fundo que vamos ter presentes ao analisá-las e votá-las. Cito algumas delas e a primeira é que a Igreja, no quotidiano das nossas comunidades, para cumprir a sua vocação de viver e crescer “até à estatura do próprio Cristo”, como nos lembra o Apóstolo Paulo, precisa de ministérios variados e bem coordenados para assim podermos progredir na comunhão da Igreja servida pela comunhão dos ministérios. E ao ministério ordenado dos sacerdotes e dos diáconos, longe da pretensão de assumir todos os serviços, pertence-lhe suscitar outros ministérios, formá-los, acompanhá-los e coordená-los para o exercício das funções que lhes estão cometidas. Desta forma cumprimos a nossa identidade de, enquanto Povo de Deus, sermos todos iguais, isto é partilhando a mesma dignidade de filhos de Deus e todos diferentes, ou seja portadores de variados carismas e ministérios, como lembra o citado Concílio Vaticano II. De facto, os ministérios existem não por causa de si mesmos e muito menos por causa das pessoas que os exercem, mas por causa da Igreja e da missão que lhe está confiada para serviço da própria comunidade humana. Por isso ninguém pode pretender ser chamado ao exercício de qualquer ministério para satisfazer gostos pessoais e para simples auto-promoção, ou para subir na hierarquia da importância social, como alguns pensam. De facto, por vontade do próprio Cristo, os ministérios, constituindo comunhão entre si, devem estar sempre e só ao serviço da comunhão da Igreja. Outra grande preocupação que nos há-de acompanhar-nos nesta assembleia, a começar pela sua primeira sessão no dia de hoje, é que a comunhão da Igreja constrói-se com a participação de todos, o que só se consegue através de um conjunto de instrumentos que são indispensáveis na nossa vida comunitária, porque, no dizer do Papa Francisco, nos colocam em constante caminhada de todos com todos em direcção à mesma meta. Esses instrumentos são os conselhos já referidos, desde o conselho paroquial ou interparoquial até aos conselhos pastoral diocesano e presbiteral, passando pelos conselhos pastorais arciprestais. E a essa caminhada de todos com todos em direcção à mesma meta chama-lhe o Papa caminhada sinodal, uma expressão há muito assumida na vida da Igreja. Por isso, a experiência de participação que até agora fizemos através destes mesmos conselhos, na percurso para presente assembleia é, já por si mesma, um primeiro fruto da caminhada sinodal em que nos envolvemos e que, nesta mesma assembleia e para além dela, queremos manter a profundar. Para isso precisamos de nos manter em constante reorganização dos nossos serviços, sejam os serviços centrais da Diocese, sejam aqueles que estão mais próximos das comunidades e das pessoas. E esta é a terceira grande preocupação que vai percorrer transversalmente as várias sessões da assembleia, a começar desde já. De facto, temos de saber reorganizar os espaços da vasta superfície da nossa Diocese da Guarda, à medida das reais necessidades das pessoas, das comunidades e do funcionamento dos próprios serviços; temos de saber aprofundar e optimizar a cooperação entre os vários serviços, a começar pelos sacerdotes entre si, com os diáconos e com os outros ministérios; e as próprias comunidades precisam de perceber que têm de saber cooperar mais, em vez de se fecharem sobre si mesmas e voltarem as costas umas às outras. Sobre este assuntos esperamos da assembleia indicadores reflectidos e assumidos que nos permitam avançar, de forma consistente no processo desta nossa reorganização. Lembro ainda que a experiência já vivida da nossa comunhão em Igreja, mas sobretudo os apelos da mensagem da Evangelho para percorrermos e ajudarmos outros a percorrerem caminhos de humanidade cada vez mais consistente não são para meter debaixo do alqueire, utilizando a expressão bíblica ou mantermos prisioneiros dos nossos hábitos e tradições, mas sim para transmitirmos a outros, para comunicarmos, com a maior eficácia possível, também a ambientes que se situam fora do círculo mais restrito das nossas vivências de Fé. Daí a importância de sabermos usar bem os meios de comunicação social ao serviço da evangelização, o que igualmente tem de nos preocupar nesta assembleia. De facto, nós estamos aqui como delegados à assembleia diocesana, transportando connosco um mandato missionário recebido do próprio Jesus Cristo; mandato esse que o Papa Francisco concretiza, convidando-nos a ser cada vez mais uma Igreja em saída para as diferentes periferias da nossa sociedade; e com desejo e capacidade para nos tornarmos hospital de campanha, na medida em que as diferentes necessidades e sofrimentos das pessoas o exigirem. Queremos, de facto, ser cada vez mais uma Igreja em comunhão para a missão, como se propõe, desde o seu início, a nossa caminhada sinodal. Para isso, durante toda esta nossa assembleia, começando já na sua primeira sessão vamos procurar escutar bem as moções do Espírito Santo, para identificarmos os caminhos que Ele, de facto, nos aponta. Confiamos a Nossa Senhora, a Virgem Maria, no centenário das aparições de Fátima, todos os nossos trabalhos, pedindo-lhe, como lembra a oração, que nos ajude a progredir “no testemunho da comunhão, no espírito de serviço, na Fé ardente e generosa, na justiça e no amor aos pobres”. 29.4.2017 +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

Homenagem ao director do Jornal A GUARDA, Padre Eugénio da Cunha Sério

O jornal A GUARDA vai homenagear o Director, padre Eugénio da Cunha Sério, no dia 22 de Maio. Por ocasião das comemorações dos 113 anos de publicação, o semanário mais antigo do distrito e da diocese da Guarda pretende destacar o trabalho incansável do seu director, que antes foi colaborador e chefe de redacção e director adjunto.
Do programa da homenagem faz parte a celebração de uma Missa de Acção de Graças, às 19.00 horas, na Igreja da Misericórdia, presidida pelo Bispo da Diocese, D. Manuel Felício. Segue-se um jantar de confraternização, na Quinta de Santo António (Maçainhas – Guarda) e a apresentação do livro “Uma vida de Missão”. O Padre Eugénio da Cunha Sério, Director do Semanário Católico Regionalista A GUARDA, tem sido um timoneiro incansável, na divulgação e promoção de valores. Mentor de campanhas solidárias, nomeadamente a favor das obras do Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos e do Seminário Maior da Guarda, dedicou muitos dos artigos, que escrevia com regularidade, no Semanário A GUARDA, aos acontecimentos que iam marcando o quotidiano da vida. De uma cultura geral invejável, o Padre Eugénio sempre soube transmitir, com leveza, educação e grande profundidade, os conhecimentos adquiridos em longas e meditadas leituras que ainda hoje o definem. Atento e conhecedor da realidade que o rodeia, num mundo que é cada vez mais uma aldeia global, não se poupa a esforços para ajudar a desvendar os mistérios dos tempos. Há muito que se impunha o reconhecimento público deste Homem que tanto tem feito pela GUARDA. A homenagem ao Director do Jornal A GUARDA é aberta a toda a comunidade. Os interessados em participar podem fazer a inscrição na Casa VERITAS (Guarda), até ao dia 18 de Maio.

Preparação do Sínodo sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” - Diocese promove inquérito para saber a opinião dos jovens

A Diocese da Guarda quer saber a opinião dos jovens no âmbito da preparação do Sínodo sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” que a Igreja Católica vai realizar em Roma, em 2018. O inquérito está disponível online (www.diocesedaguarda.pt) e pretende recolher dados, segundo os “lineamenta” que preparam o próximo Sínodo, “para serem posteriormente tratados e deles resultar a reflexão sobre o mundo juvenil”.
O inquérito é destinado aos jovens, com idades compreendidas entre os 16 e os 29 anos, a educadores, formadores, catequistas, sacerdotes e outros agentes da acção pastoral juvenil. De acordo com a introdução do inquérito, que estará disponível até ao fim do mês de Junho, “ele surge de uma releitura do questionário elaborado pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, para, a pedido do Papa Francisco, ajudar a Igreja a que se interrogue sobre o modo como acompanha os jovens, no seu percurso de fé e de discernimento vocacional”. Ao longo do inquérito, os participantes são convidados a assinalar, com uma cruz, as respostas que lhes pareçam as mais adequadas. Ao longo do inquérito, os jovens são convidados a pronunciarem-se sobre três pontos centrais: Jovens, Igreja e Sociedade; A pastoral juvenil vocacional; Os Acompanhadores. Em relação ao primeiro ponto são formuladas as seguintes questões: Em que âmbitos/ espaços pode a Igreja escutar os jovens?; Quais os maiores desafios para os jovens da nossa Diocese? Quais as maiores oportunidades para os jovens da nossa Diocese?; Quais os lugares e formas de reunião para os jovens, dentro da Igreja? Quais os lugares e formas de reunião mais vocacionados para os jovens, fora do contexto da Igreja?; O que pedem os jovens à Igreja da Diocese da Guarda?; Em que âmbitos participam os jovens na vida cristã da Diocese da Guarda?; Como encontrar os jovens que estão “fora” da Igreja?; Em que espaços os podemos encontrar? No segundo ponto são estas as perguntas: Como participam as famílias e as comunidades cristãs no discernimento vocacional dos jovens?; Como participam os estabelecimentos de ensino na formação e desenvolvimento do discernimento vocacional dos jovens? Qual o valor do desenvolvimento tecnológico na mudança cultural a que assistimos?; Que importância têm os acontecimentos juvenis nacionais e internacionais na pastoral juvenil?; Como se projecta o futuro da pastoral juvenil e vocacional?; Como valorizar o passado cristão da Europa para pensar o futuro com esperança?; Como valorizar a insatisfação dos jovens face ao contexto socio-económico e político a fim de que essa insatisfação transforme os jovens nos agentes da mudança que eles mesmos desejam? Que níveis de relação inter-geracional permanecem ainda?; Das práticas de acompanhamento e discernimento vocacional desenvolvidas pela Diocese da Guarda quais as que consideras mais importantes? O último ponto pretende respostas para as seguintes perguntas: De que forma os sacerdotes acompanham o discernimento vocacional dos jovens?; Como promover a formação dos que acompanham os jovens no seu discernimento vocacional?; Que acompanhamento pessoal se deverá propor com maior preocupação nos Seminários?

Educação - Bispo da Guarda apela à matrícula nas aulas de Educação Moral e Religiosa Católica

O Bispo da Guarda publicou uma mensagem na qual convida “os pais e encarregados de educação que matriculam os seus educandos no Ensino Básico e Secundário” a fazerem a matrícula nas aulas de Educação Moral e Religiosa Católica.
D. Manuel Felício refere que está em preparação o novo ano escolar, “que todos desejamos seja de verdadeiro crescimento para as nossas crianças, adolescentes e jovens, nas suas escolas”. Lembra que “em todos os programas do Ensino Básico e Secundário, desde o primeiro ano, a lei prevê a oferta da disciplina curricular de Educação Moral e Religiosa Católica”. E acrescenta: “Pretende esta oferta proporcionar aos nossos educandos, desde o primeiro ano do Ensino Básico, um desenvolvimento no qual os valores morais e religiosos acompanhem e iluminem os diferentes saberes que são propostos na escola e também ajudar as nossas crianças, adolescentes e jovens a abrirem o seu entendimento para as dimensões mais belas da vida”. D. Manuel Felício diz ainda que “esta é a hora de lembrar aos pais e encarregados de educa¬ção, como também aos próprios alunos, que vale a pena gas¬tar tempo e fazer esforço para descobrir e abraçar com entusiasmo as dimensões moral e religiosa da vida e que sem elas a componente verdadeiramente humana do ensino fica incompleta”. Na mensagem aos pais e encarregados de educação, o Bispo da Guarda lembra “o exercício da responsabilidade pes¬soal no momento da matrícula, onde se propõe a escolha desta disciplina curricular”.

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ASSEMBLEIA DIOCESANA - 2ª Sessão (20/05/2017)
Evangelizar para ser… pessoa e comunidade Proposições I – Primazia da Palavra de Deus Na fidelidade ao mandato de Jesus: “Ide e ensinai todos os povos” (Mt 28, 19), quer a nossa Igreja diocesana encontrar novos dinamismos de evangelização, capazes de fazer chegar a Palavra da salvação às pessoas e aos ambientes. Com esse objetivo, se propõe: 1. Cuidar mais a formação bíblica, mediante a organização de grupos dedicados à leitura e estudo da Sagrada Escritura, nas paróquias e a nível interparoquial; 2. Organizar pequenas assembleias familiares (4 a 5 famílias) onde se aprenda a fazer leitura e meditação da Bíblia; 3. Promover a realização de semanas bíblicas, nas paróquias maiores e também a níveis mais alargados, como seja o Arciprestado ou a Zona pastoral. II – Etapas da formação cristã Reconhecemos que a formação cristã precisa de ser contínua e aperfeiçoada ao longo de todas as etapas da vida, com metodologias diferenciadas. Para tanto, propomo-nos: 4. Promover formas adaptadas a todos os que pelo Batismo fazemos parte da família diocesana, com modalidades de formação cristã dirigidas especificamente às várias idades; 5. Incrementar com urgência a formação cristã de adultos, pois ela “É a principal forma de catequese, porque se dirige a pessoas que têm as maiores responsabilidades e capacidades para viverem a mensagem cristã” (C T 43). III – Modalidades da formação cristã A formação cristã, para ser responsável e sólida, implica o recurso à diversificação das estratégias pastorais. Por isso, propomos-nos: 6. Valorizar os movimentos laicais, visto serem os espaços onde é dada uma formação mais aprofundada e contínua; 7. Criar grupos de estudo e de busca de aplicação dos documentos do Magistério da Igreja, da Doutrina social da Igreja, e outros; 8. Promover momentos de reflexão, a nível arciprestal, como: retiros, jornadas, assembleias, encontros de espiritualidade, formando para a compaixão como princípio concreto de ação; 9. Promover novas formas de evangelização, com metodologias mais participativas, como sejam evangelização de rua, encenações de Natal, presépio vivo, Via Sacra, etc.; 10. Promover diversas situações de diálogo de natureza religiosa, política, económica, social e cultural, incluindo o diálogo inter-religioso. IV – A Homilia e sua preparação Constata-se que a homilia é, para a maioria dos cristãos, a única ocasião de formação doutrinal, capaz de influir na sua vida pessoal. Em consequência, se propõe que: 11. As homilias sejam preparadas cuidadosamente, introduzindo a prática de solicitar para o efeito a intervenção de leigos; 12. Se recorra a uma linguagem simples e clara, adequada aos ouvintes, e que transmita alegria; 13. Se crie espaço para a partilha da palavra, tornando as celebrações menos apressadas, mais participadas e festivas, mesmo que para isso seja preciso reduzir o seu número. V – A Catequese e sua renovação Os documentos da Igreja sobre a catequese preconizam a sua renovação contínua, nos seus métodos, na adaptação da linguagem e na utilização dos novos meios para a transmissão da mensagem (cf CT 17). Com esse objetivo, propomo-nos: 14. Proporcionar aos catequistas uma formação adequada; 15. Rever o percurso catequético, tornando-o mais adequado aos níveis etários das crianças/adolescentes/jovens; formação periódica dos pais dos que frequentam a catequese; organizar reuniões de preparação/formação dos pais cujos filhos vão receber os Sacramentos; 16. Preparar um documento quinzenal ou mensal, com questões sobre a catequese para que as crianças/adolescentes/jovens levem para casa, para ser analisado em contexto familiar. VI – A evangelização dos jovens Vem sendo motivo de preocupação crescente a ausência dos jovens nas celebrações da comunidade cristã. É por isso urgente uma séria reflexão, na qual eles intervenham ativamente, acerca deste problema eclesial. Com vista a isso, se propõe: 17. Organizar encontros de jovens, onde seja possível refletir sobre a sua situação religiosa, as suas aspirações, incluindo o discernimento vocacional; 18. Estimular o voluntariado juvenil e a sua integração na vida da paróquia, incentivando a participação em grupos de acólitos, de leitores, grupos corais, grupos de ação sócio-caritativa, etc.; 19. Valorizar os movimentos de formação da juventude, como o escutismo, os grupos de ação missionária, e outros. VII - A evangelização da família A atenção dada à família ao mais alto nível da Igreja, traduzida nos documentos que o Magistério nos ofereceu ultimamente, requer de nós um novo esforço para levarmos à prática as novas orientações neste domínio. Para tanto, propomo-nos: 20. Criar serviços paroquiais de acolhimento, que permitam a integração das famílias na organização de celebrações especiais, convívio e comunhão entre os membros da comunidade cristã; 21. Criar equipas arciprestais, pluridisciplinares, com o objetivo de identificar situações de carência existentes em famílias das nossas comunidades, promovendo práticas sócio-caritativas; 22. Propiciar a integração, formação e enriquecimento espiritual, e promover ações de formação para as famílias sobre nutrição, economia doméstica, cuidados de saúde, educação dos filhos, numa melhor articulação com os diferentes organismos já existentes na comunidade (Cáritas, Conferências Vicentinas, Banco Alimentar, etc.) VIII – Os casais novos Tendo os casais novos uma especial necessidade de acompanhamento pastoral, dadas as dificuldades e os problemas que naturalmente surgem nos primeiros anos de vida matrimonial, propomo-nos: 23. Cuidar melhor a preparação dos jovens para o matrimónio (entendendo-o como verdadeira vocação cristã), nas fases de namoro, noivado e na celebração do casamento; 24. Promover a integração de casais jovens na vivência da vida cristã da comunidade, podendo ser acompanhados por casais mais velhos na sua formação laical para intervirem, qualificadamente, nas diversas situações eclesiais e da vida social; 25. Dar atenção particularizada aos casais nas situações de especial alegria familiar, como são o nascimento dos filhos, o acolhimento para tratar do seu Batismo, a sua entrada na catequese, etc. 26. Procurar a sua inserção nos movimentos familiares cristãos (equipas de Nª Senhora, associações familiares, etc). IX – A evangelização e a comunicação social Enquadrando-nos no espírito do Concílio Vaticano II, segundo o qual os meios de comunicação social “contribuem eficazmente para unir e cultivar os espíritos e propagar e afirmar o reino de Deus” (IM 2), propõe-se que: 27. Sejam utilizados os meios da comunicação social ao serviço da evangelização, com recurso às estações de rádio locais, jornais, internet, sites, redes sociais, etc; 28. Seja reformulado o Serviço diocesano de comunicação; 29. Se crie um serviço on line para que, quem não possa assistir à Eucaristia, a possa visualizar através desta via. X – A evangelização e o compromisso com os pobres O sinal de que chegou o tempo messiânico da salvação é assim identificado: “… e aos pobres é anunciada a boa-nova” (Mt 11, 5). Para responder às várias formas de pobreza, quer material quer espiritual, e por reconhecer que a opção preferencial pelos pobres é uma autêntica “categoria teológica”, a nossa Igreja diocesana propõe-se: 30. Aperfeiçoar o funcionamento dos organismos específicos de cuidado dos pobres, como a Cáritas diocesana, alargada à Cáritas paroquial ou interparoquial, e desenvolvendo formas organizadas de solidariedade; 31. Criar equipas pluridisciplinares que façam o diagnóstico das situações de carência e estudem o modo de nelas intervir adequadamente. 32. Cuidar das várias formas de pobreza espiritual e cultural, recorrendo ao voluntariado especificamente dirigido a essas situações; 33. Prestar especial cuidado pastoral aos não praticantes e a todos os que se situam nas “periferias”. 8.5.2017 A Mesa da Assembleia Diocesana