Peregrinação da Diocese da Guarda juntou multidão em Fátima

Peregrinação da Diocese da Guarda juntou multidão em Fátima

A multidão da Diocese da Garda que, nos dias 22 e 23 de Agosto, esteve no Santuário de Fátima encheu praticamente a Basília da Santíssima Trindade, na Eucaristia de encerramento da Peregrinação. Com mais de 8.500 lugares sentados, o templo estava repleto de fiéis de todos os cantos da Diocese que se juntaram em clima de oração e de festa.

A Missa, presidida pelo Bispo da Diocese, D. Manuel Felício, foi concelebrada pelo bispo de Viseu, D. António Luciano, pelo bispo emérito de Campanha (Brasil), D. Diamantino Prata de Carvalho (natural de Manteigas) e por mais de três dezenas de sacerdotes.

 

Na homilia, D. Manuel Felício convidou os presentes a olhar para Nossa Senhora como mãe e modelo de santidade, numa procura constante de Jesus. Lembrou que a Diocese da Guarda caminha, desde há várias décadas, de forma ininterrupta, para a Cova a Iria em peregrinação.

Este encontro anual com que a Diocese da Guarda dá início ao novo Ano Pastoral começou, no dia 22 de Agosto, com a celebração penitencial, na Basílica da Santíssima Trindade, a que se seguiu a Saudação a Nossa Senhora na Capelinha das Aparições, a recitação do terço, a procissão das velas, e a vigília de oração. No segundo dia, depois da oração da manhã, teve lugar a Missa de encerramento que nos últimos anos deixou de ser celebrada no recinto principal do santuário e passou para a Basílica da Santíssima Trindade.

 

O Padre Joaquim Bastos, responsável pela Casa Abrigo que a Diocese da Guarda tem em Fátima, disse ao Jornal A Guarda que “uma peregrinação é sempre importante para uma diocese quando as pessoas a vivem e a preparam”. Em relação à Casa Abrigo referiu que, nesta altura, não é procurada pelas pessoas que participam na peregrinação diocesana. “Habitualmente, a Casa Abrigo só é procurada em Maio e Outubro e também na Peregrinação da pastoral da Saúde”, explicou.

No rescaldo da peregrinação, Maria Baptista, de Sandomil (Seia), disse ao jornal A GUARDA que, “este ano, havia muita gente e as pessoas estavam mais fervorosas”. Adiantou que começou a ir nesta peregrinação “quando ainda era a pão e água” e que só por motivos profissionais é que esteve ausente em alguns anos. Desta vez teve algumas intenções especiais, nomeadamente a mãe, os filhos e a filha de uma amiga, que confiou á protecção da Senhora de Fátima.

 

Amélia Bogalho, de Terrenho (Trancoso) também participa com frequência na peregrinação diocesana e, este ano, deu conta de que havia outra vez “muita gente”. Considerou que “são dois dias diferentes que nos fazem bem”. Juntamente com mais duas amigas integrou o grupo do arciprestado de Trancoso que esteve em Fátima com três autocarros. Confiante na protecção de Nossa Senhora disse que “não podemos pedir muito porque somos muitos”.

 

Do arciprestado de Almeida, mais precisamente de Vilar Formoso, Maria Amélia Martins foi a Fátima para “agradecer graças recebidas” e, de Aldeia da Ribeira (Sabugal), Isabel Rodrigues foi movida pela fé em Nossa Senhora.

 

Quarta, 29 de Agosto de 2018