"Uma honra receber os Símbolos da JMJ"

"Uma honra receber os Símbolos da JMJ"

Diocese da Guarda

“Uma honra receber os símbolos das Jornadas Mundiais da Juventude”

 

Ao longo dos últimos dias, os símbolos das Jornadas Mundiais da Juventude passaram pelos arciprestados de Seia/Gouveia, Celorico/Trancoso e já se encontram no arciprestado Guarda/Manteigas, onde, no final desta semana, terminam a peregrinação pela Diocese da Guarda.

Depois de terem subido à Torre, ponto mais alto de Portugal Continental, a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora foram ao encontro das povoações na vertente ocidental da serra da Estrela da Estrela, onde ainda há pastores que guardam rebanhos e mulheres que metem as mãos na coalhada para fazerem o melhor queijo do mundo. 

Da aldeia mais alta de Portugal, Sabugueiro, os símbolos peregrinaram por Seia, São Romão, Loriga, Carragosela, Paranhos, Vila Nova de Tazem, Santa Marinha, Gouveia, Ribamondego, São Paio e Vila Cortês da Serra.

No início da peregrinação pelo arciprestado de Seia/Gouveia, Sandra Soares, responsável pelo COD Guarda, disse que “a Diocese da Guarda está a mostrar que sobe a Serra, desce a Serra quantas vezes forem precisas e revê-se nesta peregrinação dos símbolos da JMJ”.

Considerou que a passagem dos símbolos pela Diocese da Guarda tem sido extraordinária e que as pessoas têm aderido de uma forma espontânea e comprometida.

“Gostava que os jovens se sentissem interpelados por esta Cruz, por esta Mãe, que nos mantém ao colo, não só ao seu Filho mas a todos nós e ao Filho que está sempre connosco”, considerou Sandra Soares.

“Queremos mostrar que a igreja é Jovem e que os jovens estão unidos, para tornarem a Igreja Jovem”, disse Marília Ferreira que, a partir de Celorico da Beira, também quis subir à Serra para acompanhar a peregrinação dos símbolos.

Susana Ferreira, uma jovem de Seia, que não largou a viola durante a Via Sacra, no alto da Serra da Estrela, disse que os símbolos “estão mesmo a movimentar a juventude”.

No dia 24 de Março, a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora começaram a peregrinação pelo arciprestado Celorico/Trancoso onde foram acolhidos em clima de festa e oração.

Na Aldeia Histórica de Trancoso, o primeiro encontro foi com os jovens do Agrupamento de Escolas e também da Escola Profissional.

Rita Sobral, Presidente da Associação de Estudantes do Agrupamento de Escolas de Trancoso considerou ser “uma honra receber os símbolos das Jornadas Mundiais da Juventude porque unem os alunos para as Jornadas”. E acrescentou: “É um prazer estarmos aqui juntos e termos esta oportunidade”.

António Alberto, Professor de Moral no Agrupamento de Escolas de Trancoso, disse que a passagem dos símbolos “é mais um passo numa caminhada, um sinal de esperança que queremos dar aos jovens e mostrar-lhes que fazem parte de uma grande família, porque muitas vezes sentem-se um bocadinho sós e isto ajuda-os a reunirem-se e a partilharem a sua fé.

O Padre Joaquim António, pároco de Trancoso, viu a passagem da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora pelas suas comunidades como “um momento de graça”.

Lembrou que “Trancoso tem muitos momentos históricos marcantes, na história longa da sua existência”, querendo também que a passagem dos símbolos seja “um marco histórico e que marque uma caminhada que estes jovens e esta comunidade também querem fazer rumo à JMJ do próximo ano”.

A peregrinação dos símbolos continuou nas aldeias de Palhais, Reboleiro, Vila Franca das Naves, Vide-Entre-Vinhas e Lageosa do Mondego, seguindo na tarde de Domingo, 27 de Março, para Aldeia Viçosa, já no arciprestado Guarda/Manteigas.

O início da última semana da presença da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora, na Diocese da Guarda, ficou marcado pelo grande envolvimento da comunidade de Manteigas, em pelo coração da Serra da Estrela e agora sede do Geopark Estrela.

O povo saiu à rua, ao som das duas Bandas Filarmónicas que existem na Vila, para acolher os símbolos da JMJ.

A Cruz Peregrina e o ícone de Nossa Senhora ‘Salus Populi Romani’ estão a percorrer a Diocese da Guarda, até ao próximo Domingo, dia 3 de Abril, altura em que serão entregues à Diocese de Viseu.

Sexta, 1 de Abril de 2022