Grupos de Infância e Adolescência Missionária em Vila Garcia e Adão

Grupos de Infância e Adolescência Missionária em Vila Garcia e Adão

Iniciativa vai alargar-se a Casal de Cinza Castanheira e Colmeal da Torre

Grupos de Infância e Adolescência Missionária em Vila Garcia e Adão

 

O Secretariado Diocesano das Missões está a implementar grupos da Infância e Adolescência Missionária na Diocese. Vila Garcia e Adão, duas paróquias do arciprestado do Rochoso, avançaram com a consagração destes grupos, no último fim-de-semana, estando anunciada a consagração de mais três grupos, noutras comunidades.

 

“A Direcção Nacional das Obras Missionárias Pontifícias tem vindo a incentivar a criação de grupos da IAM e o novo itinerário foi lançado no ano 2017/2018”, disse ao Jornal A GUARDA o padre Ângelo Martins, Director do Secretariado Diocesano das Missões. E acrescentou: “Este ano 2018/2019 tem como acção de fundo Interceder".

 

Na Diocese estão constituídos cinco grupos da Infância e Adolescência Missionária. Depois de ano e meio de encontros e solidificação dos grupos e dos animadores, no dia 2 de Fevereiro foi feita a consagração do grupo da Infância e Adolescência Missionária da paróquia de S. Tiago Maior, Vila Garcia - Guarda, sendo este o primeiro grupo a ser consagrado na Diocese da Guarda. O grupo é constituído por 17 crianças e adolescentes. No dia seguinte, 3 de Fevereiro, foi feita a consagração do segundo grupo da Infância e Adolescência Missionária da paróquia de S. Bartolomeu, Adão (Guarda). Este grupo integra 18 crianças e adolescentes.

 

Este Domingo, 10 de Fevereiro terá lugar a consagração dos grupos da Infância e Adolescência Missionária de Castanheira e Casal de Cinza. Ainda sem data marcada para a consagração está o grupo de Colmeal da Torre (Belmonte).

 

O padre Ângelo Martins disse ao Jornal A GUARDA que obra da Infância Missionária foi fundada por Carlos Augusto Maria de Forbin-Janson. 

 

“Esta Obra surgiu para auxiliar os educadores a despertar, gradualmente, a consciência missionária nas crianças, animá-las a fim de partilharem a sua fé e os seus bens materiais com as próprias crianças das regiões e Igrejas mais necessitadas e promover as vocações missionárias a partir de tenra idade” recordou o padre Ângelo Martins.

 

As Obras Pontifícias observam as finalidades de animação, formação e cooperação missionária.

Esta Obra, elevada à Obra Pontifícia, em 1922, pelo Papa Pio XI, como afirma o Concílio Vaticano II, “tem a capacidade de infundir nos católicos, desde a infância, o sentido verdadeiramente universal e missionário”.

 

Sexta, 8 de Fevereiro de 2019