O bispo da Guarda considera que o novo órgão de tubos da Sé da Guarda poderá assumir um papel relevante na dinamização da Pastoral da Cultura, do Turismo e da Liturgia da catedral. A afirmação foi feita na primeira sessão do ciclo de tertúlias “Órgão de Tubos: da Ruína ao Esplendor”, realizada no passado sábado, no espaço ExpoEcclesia.
D. José Pereira manifestou a esperança de que o instrumento possa ser inaugurado antes do final deste ano e sublinhou que este projeto representa uma renovação cultural, artística e espiritual para a Diocese.
Na sua intervenção, refletiu sobre os conceitos de “ruína” e “esplendor” aplicados ao património religioso, destacando a importância da arte sacra como caminho de contemplação e encontro com o mistério de Deus.
A sessão contou ainda com a participação de José Relva, Joaquim Luís da Costa Gomes, Jorge de Novais Telles de Faria Correia Bastos e do cónego Manuel Pereira de Matos.
O novo órgão, cuja instalação começou em janeiro, foi construído por Frédéric Desmottes e contará com 41 registos sonoros e cerca de 2.700 tubos.
